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        <title>diário da crise</title>
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        <pubDate>Tue, 29 Oct 2002 01:52:31 -0300</pubDate>
        
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            <pubDate>Tue, 29 Oct 2002 01:52:31 -0300</pubDate>
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            <title>Olá</title>
            <pubDate>Fri, 20 Sep 2002 00:20:06 -0300</pubDate>
            <description>Por falta de tempo passo aqui apenas para cumprimentá-los...</description>
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            <title>ExTrA! ExTrA! ExTrA! ExTrA! ExTrA! ExTrA! ExTrA! ExTrA!</title>
            <pubDate>Sat, 14 Sep 2002 12:44:31 -0300</pubDate>
            <description>Em breve, o dIÁrIo dA cRiSe retornará. 


E será diferente, será mais vivo, mais empolgante, relatarei nele episódios intrigantes, sensacionais, sobrenaturais, até. Nesta volta, serei menos pretensioso, menos verdadeiro, mais sacana, e de maneira nenhuma este blog será maior do que o seu autor - motivo que levou-me  a paralisá-lo temporariamente. 


Se algo nesse mundo tem o poder de ser maior que eu, certamente este blog não o é.


Neste blog, apartir do recomeço, descreverei sensações jamais sentidas por nenhum ser humano, fatos jamais narrados, relatarei intrigas e conspirações da minha consciência com as quais a humanidade jamais pode haver se deparado. Descreverei cheiros nunca sentidos, cores que sequer foram inventadas e cantarei músicas que ainda não foram compostas. Escreverei neste espaço branco as letras pretas da história da minha vida. 


Melhor ainda: este diário será um trecho de uma história da história do mundo, da minha história pessoal e da história da vida comum. É desta coisa sobrenatural que comprometo-me a falar por estas linhas internéticas: das coisas da vida normal, da vida comum, ordinária até. A rotina das idéias, dos pensamentos, das atitudes, das idas e vindas de um homem que sabe quem é, mas que não renunciará à própria procura interior, mesmo sabendo quem já é de fato. Basicamente é isso. 


Muito prazer e sejam bem-vindos os leitores que restam. Meu nome é Marcelo Frazão 

e meu sobrenome é Imperfeição.</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/09/14/extra-extra-extra-extra-extra-extra-extra-ext/</link>
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            <pubDate>Fri, 02 Aug 2002 03:07:43 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/16/20020802-closed.gif" width="234" height="182" alt="o dIáRiO dA cRiSe está fechado prá balanço" title="o dIáRiO dA cRiSe está fechado prá balanço" /&gt;</description>
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            <pubDate>Thu, 01 Aug 2002 03:10:44 -0300</pubDate>
            <description>&lt;b&gt;Este blog está temporariamente desativado, até que pense o bastante antes de falar e escrever qualquer besteira.&lt;/b&gt;</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/08/01/post_68/</link>
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            <title>Flash-Back</title>
            <pubDate>Wed, 31 Jul 2002 02:36:43 -0300</pubDate>
            <description>15.04.02

Um vento trouxe-me a dor do mundo:

Era fim da tarde de domingo quando, em um instante fulgaz, uma coisa surrupiou-me a alma, enquanto eu caminhava sereno pelo Calçadão. 


Foi uma lufada de vento que passou e me entristeceu melancolicamente, frente às impossibilidades da vida. 

03:30:55 | link</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/31/flash-back/</link>
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            <pubDate>Wed, 31 Jul 2002 02:14:31 -0300</pubDate>
            <description>A vida hoje acordou-nos ingrata.</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/31/post_67/</link>
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            <title>Poema do nosso beijo:</title>
            <pubDate>Wed, 31 Jul 2002 01:55:24 -0300</pubDate>
            <description>Ela me odiou, e não sem razão...


Pois quero fazer uma ressalva ao que aconteceu e ao mesmo tempo oferecer uma homenagem a Ela, em forma de poema mesmo...E por vários motivos. Um deles é porque ficou a impressão de que de nada adiantou, que de nada valeu. Outro motivo é porque Ela confiou em mim - e isso não me furto de reconhecer. 


Vou falar de uma das coisas dEla que ficou em mim, 

além do cheiro, do respeito, 

do carinho,

do jeito dEla e  

do suspiro de (in)satisfação que não cessa na gente.  


&lt;b&gt;E essa coisa chama-se beijo:

E esse poema é prá vc&lt;/b&gt;

Quando um beijo eu encontro, 

e sem ao menos esperar, 

no meu beijo este beijo encaixa

Mil outras loucuras um beijo lá do começo pode ocasionar


E se este beijo é docemente molhado, como o seu

Certamente,

em mim, 

um beijo que beija igual vai encontrar


E se além de um beijo doce e molhado

Você, depois de me beijado 

Me faz sentir um sentimento quente 

por dentro das minhas veias 

correndo

a se espalhar

Meu coração dispara, 

Eu logo quero é outro beijo

Não mais quero me controlar


E quando você me cede outro beijo

Beijo duplamente quente, 

molhado 

doce

sutil, sublime, 

gostoso

se você abrir um olho 

e olhar meu rosto

vai descobrir 

certamente 

por que e como gosto de te beijar


E se ficamos calados tantas vezes

Com os olhos a se entrecruzar

Cheios de dúvidas um do outro

No beijo se deu o nosso encontro

Isso não dá prá negar


Entendo que prá você, 

depois de tudo o que aconteceu

Sei que resta um bocado de dor

Ouvir em um poema que teu beijo é bom

Pode te causar estranheza

Mas o que alcançamos no beijo

com toda a beleza

era a minha exata noção 

de que o nosso beijo fosse um beijo de amor....


Um dia vou lá dentro de você te conhecer

Irei a sua casa, 

Comerei do teu jantar

Beberei do teu vinho

Deitarei na tua cama

E te beijarei gostosamente, 

do jeito que lá no começo quisemos

dentro daquele bar

o beijo que sonhei

Era um beijo em você

Desses bem simples

À luz do luar...


&lt;b&gt;marcelo&lt;/b&gt;</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/31/poema-do-nosso-beijo/</link>
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            <title>...</title>
            <pubDate>Tue, 30 Jul 2002 03:49:01 -0300</pubDate>
            <description>Como diz o título do livro de Nietzsche que não pretendo ler:


Humano, demasiadamente humano.


Melhor ir dormir, antes que eu erre mais alguma coisa da vida enquanto deveria estar dormindo.</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/30/post_66/</link>
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            <title>Saldo Negativo do dia:</title>
            <pubDate>Tue, 30 Jul 2002 03:45:47 -0300</pubDate>
            <description>O coração dela despedaçado

Peso na consciência

Uma tarjeta escrito em alaranjado bem na testa: Hipócrita

uma tonelada de culpa

lágrimas 

trocentos cigarros fumados em apenas x minutos.

Angústia</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/30/saldo-negativo-do-dia/</link>
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            <title>Vai-se um pedaço de mim:</title>
            <pubDate>Tue, 30 Jul 2002 03:35:10 -0300</pubDate>
            <description>"...E aquilo me chocou de sobremaneira, porque ao mesmo tempo em que me senti uma pessoa com plena capacidade de gostar, com todo o carinho da Terra e de posse dos sentimentos maiores que possa haver, senti-me monstro, ao perceber que o meu intento envolvia outra pessoa que poderia se magoar ao ver a minha tentativa fracassar. E foi o que aconteceu: fiquei monstro e você vai ficar magoada comigo..."


Esgoto. É o que por ora me sinto, esgoto.</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/30/vai-se-um-pedaco-de-mim/</link>
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            <title>Ó vida:</title>
            <pubDate>Mon, 29 Jul 2002 02:56:22 -0300</pubDate>
            <description>Por que em vez de ir dormir vou comer os 12 pães de queijo que estão assando no forno?


 - Só prá amanhã ter azia e acordar tarde, já que demora meia hora no mínimo, claro.</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/29/o-vida/</link>
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            <pubDate>Mon, 29 Jul 2002 02:19:52 -0300</pubDate>
            <description>Every breath you take...</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/29/post_65/</link>
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            <pubDate>Mon, 29 Jul 2002 02:18:22 -0300</pubDate>
            <description>O acaso vai me proteger 

Enquanto eu andar distraído...</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/29/post_64/</link>
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            <pubDate>Mon, 29 Jul 2002 01:20:55 -0300</pubDate>
            <description>Está tocando "She" no rádio...</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/29/post_63/</link>
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            <title>Sabem por que quero Nietzsche longe de mim?</title>
            <pubDate>Fri, 26 Jul 2002 03:35:38 -0300</pubDate>
            <description>Não sei se os leitores deste dileto &lt;b&gt;dIáRiO dA cRiSe&lt;/b&gt; têm a paciência necessária para ler o esboço dos escritos que preparo para a conclusão do meu curso de Filosofia Moderna e Contemporânea: Aspectos Éticos e Políticos (blá blá blá blá sem fim). 


Nele, exponho uma incontida e incipiente raiva que me toma quando sou obrigado a ler algo como Nietzsche. É tão descontrutivo que, me perdoem os niilistas, a mim parece-me perda de tempo. Quem quiser ler meus escritos sinceros...</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/26/sabem-por-que-quero-nietzsche-longe-de-mim/</link>
        </item>

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            <pubDate>Thu, 25 Jul 2002 02:51:05 -0300</pubDate>
            <description>Hoje acordei com uma incrível propensão ao nada.</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/25/post_62/</link>
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            <pubDate>Wed, 24 Jul 2002 12:16:15 -0300</pubDate>
            <description>Quero falar de uma coisa...</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/24/post_61/</link>
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            <title>Concordamos em uma coisa:</title>
            <pubDate>Sun, 21 Jul 2002 04:11:51 -0300</pubDate>
            <description>É realmente raro eu e o &lt;a href="http://www.tipos.com.br/grota"&gt;sempre indelével Grota&lt;/a&gt; concordamos quanto a diversas posições, visões e debates. Porém, eis que o distinto me pergunta sobre a letra de uma música belíssima, a qual, sinceramente, não sei de onde surgiu em Grota. 


Tal música é de um doce especial. Como comprometi-me a localizar a música, aí vai. Grota tem seus motivos para lembrá-la, eu, os meus. 


É uma declaração de amor a todos os meus amores passados e a todos os amores que eu possa vir a ter.


She  

Elvis Costello


May be the face I can't forget 

The trace of pleasure or regret 

May be my treasure or the price I have to pay 


She 

May be the song that summer sings 

May be the chill that autumn brings 

May be a hundred different things 

Within the measure of a day


She 

May be the beauty or the beast 

May be the famine or the feast 

May turn each day into a heaven or a hell 

She may be the mirror of my dreams 

The smile reflected in a stream 

She may not be what she may seem 

Inside her shell 


She 

Who always seems so happy in a crowd 

Whose eyes can be so private and so proud 

No one's allowed to see them when they cry 

She 

May be the love that cannot hope to last 

May come to me from shadows of the past 

That I'll remember till the day I die 


She 

May be the reason I survive 

The why and wherefore I'm alive 

The one I'll care for through the rough in ready years 

Me 

I'll take her laughter and her tears 

And make them all my souvenirs 

For where she goes I've got to be 

The meaning of my life is 


She

She, oh she


Já estou até vendo o Claudinho me chamando de novo de "o Thyrso da comunidade tipos".</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/21/concordamos-em-uma-coisa/</link>
        </item>

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            <title>Quero dizer outra coisa:</title>
            <pubDate>Sun, 21 Jul 2002 03:05:10 -0300</pubDate>
            <description>What a difference a the makes...</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/21/quero-dizer-outra-coisa/</link>
        </item>

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            <title>Quero dizer uma coisa:</title>
            <pubDate>Sun, 21 Jul 2002 03:03:17 -0300</pubDate>
            <description>Tears in my eyes burn...</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/21/quero-dizer-uma-coisa/</link>
        </item>

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            <title>Ser e conhecer, ser é conhecer:</title>
            <pubDate>Sat, 20 Jul 2002 02:58:36 -0300</pubDate>
            <description>"É verdade que a existência humana sobre a Terra é luta, divisão, precariedade, carência, incompletude. Mas fazer da mutilação um princípio metafísico absoluto, ou mesmo uma característica estrutural e imutável da essência humana sempre me pareceu um abuso, uma projeção universalizante de experiências contingentes, ou, pelo menos, é fazer do estado humano médio a régua máxima da perfeição concebível. É a covardia, é a depressão que leva um homem a culpar o universal, fundando sua derrota num princípio metafísico que é apenas a ampliação paranóica da sua própria divisão interior. Quem cede a essa tentação torna-se em breve incapaz de conceber a idéia mesma de universalidade, que casa inseparavelmente a unidade e a infinitude. O universal está, por definição, acima de todas as culpas, porque está acima de todas as divisões."


&lt;b&gt;Olavo de Carvalho, da Contemplação Amorosa.&lt;/b&gt;</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/20/ser-e-conhecer-ser-e-conhecer/</link>
        </item>

        <item>
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            <title>Pequeno seminário dirigido ao Eu:</title>
            <pubDate>Sat, 20 Jul 2002 02:31:07 -0300</pubDate>
            <description>Temas para debates interiores:


Qual é a atração do ceticismo?

Por que ele não me domina, e a outros sim?

Por que a dominação cética se apresenta de forma tão 

palpável, concreta, às vezes de jeito intransponível?

Por que é mais fácil no mundo contemporâneo duvidar em algo do que crer em algo?


Por que prefiro pensar-me como ser-no-mundo, enquanto outros aderem ao não-ser em um não-mundo? (é preciso sermos não-coisa, mas o modo não-ser de algumas pessoas no mundo não significa necessariamente se descoisificar, e sim anular-se)


O que é uma co-incidência?

Como uma co-incidência pode-se apresentar de fato uma co-incidência de uma coisa com outra, e não realmente uma coisa única?


Existem sentimentos os quais o homem ainda não conseguiu nomear? Se existem (o que não creio), quais são?


bom, por enquanto é isso.</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/20/pequeno-seminario-dirigido-ao-eu/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Aviso:</title>
            <pubDate>Wed, 17 Jul 2002 02:29:19 -0300</pubDate>
            <description>“No inferno dos jornalistas, todos são mudos e a única maneira de se comunicar é escrevendo na máquina do Diabo. O problema é que a máquina, como tudo no lugar, arde em brasa... Cuides do que escreves ou acabará sofrendo muito”.</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/17/aviso_2/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Coisa a saber:</title>
            <pubDate>Wed, 17 Jul 2002 01:57:47 -0300</pubDate>
            <description>Qual é a anatomia de um segredo?</description>
            <link>http://marcelo2.tipos.com.br/posts/2002/07/17/coisa-a-saber/</link>
        </item>
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