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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986</id><updated>2009-07-11T00:27:00.511-03:00</updated><title type="text">Doa Vida - Apon HP</title><subtitle type="html">Doar órgãos é transplantar esperança, amor e vida. Não sepulte a oportunidade, não enterre possibilidades... Não deixe que alguém morra na espera. Doe órgãos, doe vida! </subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/search/label/Doa%20vida" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/-/Doa+vida/-/Doa+vida?start-index=26&amp;max-results=25" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>67</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><link rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/apon_doavida" type="application/atom+xml" /><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-8892460965664018713</id><published>2009-07-09T14:54:00.002-03:00</published><updated>2009-07-09T15:01:05.696-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Doação de órgãos em matéria escolar</title><content type="html">6/7/2009 19h40&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto&lt;br /&gt;Doação de órgãos pode tornar-se matéria escolar&lt;br /&gt;O deputado Bispo Gê Tenuta (DEM-SP) apresentou o Projeto de Lei 5054/09, que inclui no currículo dos ensinos fundamental e médio uma disciplina complementar relativa à doação de órgãos e tecidos.&lt;br /&gt;O autor argumenta que a falta de informação e de conscientização da população sobre os transplantes é a principal causa, no Brasil, do longo tempo de espera dos pacientes por uma doação de órgãos ou tecido humano.&lt;br /&gt;Difusão de transplantes"A inclusão da disciplina vai difundir os transplantes a toda uma geração de meninos e meninas, que no futuro serão os agentes modificadores da sociedade brasileira", prevê Bispo Gê Tenuta.Na avaliação do parlamentar, a disciplina vai também "trazer à tona a importância de doar solidariedade, respeitando a ética profissional, a ciência e a moral da doação".Tramitação Sujeito à apreciação conclusiva, o projeto foi distribuído às comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Reportagem - Luiz Claudio PinheiroEdição - Newton Araújo(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-8892460965664018713?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CtLcY-tBSUD7VM3U8N9RxIpsNtE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CtLcY-tBSUD7VM3U8N9RxIpsNtE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CtLcY-tBSUD7VM3U8N9RxIpsNtE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CtLcY-tBSUD7VM3U8N9RxIpsNtE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/8892460965664018713/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/07/doacao-de-orgaos-em-materia-escolar.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/8892460965664018713" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/8892460965664018713" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/07/doacao-de-orgaos-em-materia-escolar.html" title="Doação de órgãos em matéria escolar" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-4878980232400125677</id><published>2009-06-24T11:39:00.001-03:00</published><updated>2009-06-24T11:44:16.397-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bahia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Opinião" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Antonio Pereira (Apon)" /><title type="text">Vida na prorrogação</title><content type="html">Vida na prorrogação&lt;br /&gt;Por: Antonio Pereira (Apon)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imprensa baiana, continua a divulgar o alto e absurdo número de negativas à doação de órgãos no estado. Enquanto cerca de 4.000 pessoas aguardam na fila de transplantes, a indiferença de uns e o egoísmo de outros, joga no “lixo” a oportunidade de salvar vidas.&lt;br /&gt;Muitas pessoas, pensam e agem como se elas e seus afetos, estivessem livres de um dia precisarem de uma doação de órgãos. Não se colocam no lugar do outro, de seus familiares e amigos. Anestesiam coração e mente em relação ao sofrimento alheio, escondem-se atrás da emoção da perda, para justificar o que em última instância representa, pura e simplesmente, o velho egoísmo do ser humano.&lt;br /&gt;Muita gente é capaz de dar a própria vida por seus parentes e amigos, no entanto, negam-se a testemunhar uma parcela desse amor por alguém que não integra seu círculo de relações. Optando a entregar aos vermes da morte, órgãos que poderiam permanecer vivos, dando vida, celebrando a fraternidade, a solidariedade e a humanidade, que escasseiam nessa sociedade cada vez mais individualista e omissa.&lt;br /&gt;Por outro lado, precisamos de mais campanhas de esclarecimento sobre doação e transplante, resolver o imoral descalabro em que se encontra o serviço público de saúde, sensibilizar as equipes hospitalares para a notificação e montar uma logística realmente eficiente para minimizar as perdas e otimizar as captações. Sem esquecer o pós transplante com atendimento e acompanhamento digno das necessidades dos transplantados.&lt;br /&gt;Desculpem-me pelas colocações duras, mas vidas e vidas se perdem, quando poderiam ser salvas, tantas dores poderiam ser aliviadas. Converse com seus parentes, diga que é doador e no dia que você morrer, seu espírito seguirá conforme a sua crença. Sendo materialista, sua vida terá uma espécie de “prorrogação em outros. Ambos representarão vida para alguém, em vez de apodrecer no túmulo, como repasto de parasitas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-4878980232400125677?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M2bh6kCPUjg7vbYzkDMtNeVdytQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M2bh6kCPUjg7vbYzkDMtNeVdytQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M2bh6kCPUjg7vbYzkDMtNeVdytQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M2bh6kCPUjg7vbYzkDMtNeVdytQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/4878980232400125677/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/06/vida-na-prorrogacao.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/4878980232400125677" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/4878980232400125677" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/06/vida-na-prorrogacao.html" title="Vida na prorrogação" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-620050713009730409</id><published>2009-06-19T09:29:00.000-03:00</published><updated>2009-06-19T09:31:40.965-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bahia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Transplante duplo na Bahia</title><content type="html">Cidades&lt;br /&gt;18/06/2009 às 18:38&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transplante duplo de órgãos é realizado pela primeira vez na Bahia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TARDE On Line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um transplante duplo de órgãos foi realizado nesta quarta-feira, 17, pela primeira vez na Bahia, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira, 18, pela Secretaria da Saúde do Estado da o Estado (Sesab). Uma equipe médica do Hospital Português transplantou rim e fígado em uma paciente de 44 anos, do sexo feminino. De acordo com o boletim médico, o quadro da operada evolui bem.&lt;br /&gt;O transplante só foi possível com a autorização da doação de múltiplos órgãos, feita pelas famílias de dois pacientes que tiveram morte encefálica no Hospital Santa Izabel. Segundo Eraldo Moura, coordenador do Sistema Estadual de Transplantes (Coset), neste ano já foram feitas 23 doações de múltiplos órgãos no estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;Postado por atxbahia.blogspot.com no ATX-BA em 6/19/2009 04:06:00 AM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-620050713009730409?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SPuEqSSEK4I2LTSJAHPatKquEis/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SPuEqSSEK4I2LTSJAHPatKquEis/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SPuEqSSEK4I2LTSJAHPatKquEis/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SPuEqSSEK4I2LTSJAHPatKquEis/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/620050713009730409/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/06/transplante-duplo-na-bahia.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/620050713009730409" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/620050713009730409" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/06/transplante-duplo-na-bahia.html" title="Transplante duplo na Bahia" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-7101507153576278943</id><published>2009-06-15T10:38:00.001-03:00</published><updated>2009-06-15T10:40:25.780-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Viver depois da morte</title><content type="html">Opinião &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transplante de órgãos: O viver depois da morte! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.Jun.2009 *Antonio Jajáh Nogueira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus amigos você já pensou na possibilidade de seus olhos continuarem vendo depois que você morrer? &lt;br /&gt;Você já pensou na possibilidade de seu coração continuar batendo depois que você morrer?&lt;br /&gt;E de seus rins, seus pulmões, seu fígado continuarem funcionando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desejo zerogésimo do ser humano é ser eterno, é não morrer! Mas isso é impossível! &lt;br /&gt;Mas é possível que alguns de seus órgãos continuem vivos mesmo depois que você morrer. &lt;br /&gt;Basta que eles sejam doados para alguém que ainda não morreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou falando do TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS E TECIDOS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe tudo sobre essa questão? Não?&lt;br /&gt;Então vou transcrever algumas perguntas e respostas que o Conselho Federal de Medicina (CFM) oferece em seu site:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é transplante?&lt;br /&gt;Transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um órgão ou tecido de uma pessoa doente (RECEPTOR) por outro órgão normal de um DOADOR, em geral morto. Existem, também, transplantes entre pessoas vivas, no caso de órgãos duplos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transplante é cura?&lt;br /&gt;Não. É um tratamento que pode prolongar a vida com melhor qualidade. O transplantado exige cuidados médicos constantes e usa uma série de medicamentos pelo resto da vida. É uma forma de substituir um problema de saúde incontrolável por outro sob o qual se tem controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os médicos indicam um transplante?&lt;br /&gt;Os transplantes apenas são indicados quando todas as outras terapias foram consideradas ou excluídas. Nesses casos, em geral, os transplantes constituem-se na única alternativa de sobrevivência e/ou de melhoria da qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é doação de órgãos e tecidos?&lt;br /&gt;A doação de órgãos é um ato pelo qual manifestamos a vontade de que, a partir do momento de nossa morte, uma ou mais partes do nosso corpo (órgãos ou tecidos), em condições de serem aproveitadas para transplante, possam ajudar outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pode ser doador?&lt;br /&gt;Todos nós podemos ser doadores de órgãos, desde que não sejamos portadores de doenças transmissíveis - AIDS, por exemplo -, de infecções graves e de câncer generalizado. Também pessoas sem identidade ou menores de 21 anos sem a autorização dos responsáveis não podem ser doadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hoje, só não é doador de órgãos quem não quer. Mas quem não quer ajudar a salvar a vida de alguém que precisa de uma doação? Caso seja você, não precisa se sentir constrangido. Se um dia você precisar receber um coração, milhares de brasileiros vão estar dispostos a lhe doar um que seja bom. Faça também como eles. Não deixe de ser doador de órgãos". (De uma peça publicitária da Ampla Comunicação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só é possível doar após a morte?&lt;br /&gt;É possível também a doação entre vivos (parentes próximos), no caso de órgãos duplos (rim, por exemplo). No caso do fígado e do pulmão, também é possível o transplante entre vivos. Neste caso, apenas partes dos órgãos dos doadores são transplantadas para os receptores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais (e quantas) são as partes do corpo que podem ser doadas para transplante?&lt;br /&gt;Mais freqüente: 2 rins, 2 pulmões, coração e fígado, 2 córneas, 2 válvulas cardíacas ou 10 partes. Menos freqüente: rim e pâncreas juntos. Fora do Brasil, também são utilizados o estômago e o intestino. Sem contar pele e ossos e até mesmo uma parte completa (mão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando podemos doar?&lt;br /&gt;A doação de órgãos, como rim, parte do fígado e da medula óssea pode ser feita em vida. Mas, em geral, nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente, são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é morte encefálica?&lt;br /&gt;Morte encefálica é a morte da pessoa, causada por uma lesão do encéfalo após traumatismo craniano, tumor ou derrame. É a interrupção irreversível das atividades cerebrais. Como o cérebro comanda as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero ser doador(a). Que devo fazer?&lt;br /&gt;A atitude mais importante é dizer para a família e para os amigos que somos doadores, pois, pela legislação atual, todos nós somos doadores, desde que a família autorize a retirada dos órgãos. Por isso, é muito importante que os amigos e os familiares saibam da sua opção de doar. Use um símbolo (um selo de doador, por exemplo) que indique claramente esta opção em seu documento de identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amigo você sabe responder quantas pessoas podem se beneficiar com o transplante de uma córnea? &lt;br /&gt;Se você responder UMA, você é míope. Sua visão é muito curta. Imagine uma família que tem uma pessoa cega e que esta pessoa passe enxergar... toda a família se beneficia, todos os amigos, toda a sociedade. Trata-se de alguém que não trabalhava e que, agora enxergando, tem a possibilidade de voltar a produzir socialmente, economicamente, familiarmente. Transfira esse raciocínio para as outras possibilidades de transplantes: do coração, do fígado, dos rins, etc.&lt;br /&gt;A sociedade inteira se beneficia quando alguém recupera sua capacidade de viver melhor e de ser útil e produtivo.&lt;br /&gt;Depois de tudo isso, quero encerrar com uma pergunta muito pessoal: Sabendo de tudo o que sabe agora, vai permitir que seus olhos apodreçam? Que seu coração apodreça? Que seus rins, seus pulmões, seu fígado apodreçam? Vai permitir que seus órgãos apodreçam se podem viver em outras pessoas e fazer com que outros vivam. Pense nisso e aja logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor é médico em Dourados – Mato Grosso do Sul – O Estado do Pantanal&lt;br /&gt;www.jajah.med.br / jajah@jajah.med.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;Postado por atxbahia.blogspot.com no ATX-BA em 6/12/2009 04:51:00 AM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-7101507153576278943?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sDXmyWlxGl9JwGYrrB1iGQOnnII/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sDXmyWlxGl9JwGYrrB1iGQOnnII/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sDXmyWlxGl9JwGYrrB1iGQOnnII/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sDXmyWlxGl9JwGYrrB1iGQOnnII/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/7101507153576278943/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/06/viver-depois-da-morte.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/7101507153576278943" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/7101507153576278943" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/06/viver-depois-da-morte.html" title="Viver depois da morte" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-2242119856838701595</id><published>2009-05-15T11:17:00.001-03:00</published><updated>2009-05-15T11:32:11.599-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bahia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Notícias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Salvador" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Utilidade" /><title type="text">ATX-Ba em campanha educativa</title><content type="html">&lt;DIV&gt;&lt;A  href="http://1.bp.blogspot.com/_VcJZiDWmgmw/Sg1dxTlkXaI/AAAAAAAAACU/ziIhMXWMqho/s1600-h/folder_interno+dia+mundial+das+hepatites+19.05.09.jpg"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;IMG  style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 141px; CURSOR: hand"  id=BLOGGER_PHOTO_ID_5336024235156725154  title="http://1.bp.blogspot.com/_VcJZiDWmgmw/Sg1dxTlkXaI/AAAAAAAAACU/ziIhMXWMqho/s1600-h/folder_interno+dia+mundial+das+hepatites+19.05.09.jpg&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"  border=0 alt=""  src="http://1.bp.blogspot.com/_VcJZiDWmgmw/Sg1dxTlkXaI/AAAAAAAAACU/ziIhMXWMqho/s200/folder_interno+dia+mundial+das+hepatites+19.05.09.jpg"&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV&gt;&lt;A  href="http://2.bp.blogspot.com/_VcJZiDWmgmw/Sg1dh9B7gQI/AAAAAAAAACM/LUewt7HyYdQ/s1600-h/folder_externo+dia+mundial+das+hepatites+19.05.09.jpg"&gt;&lt;IMG  style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 141px; CURSOR: hand"  id=BLOGGER_PHOTO_ID_5336023971403628802  title="http://2.bp.blogspot.com/_VcJZiDWmgmw/Sg1dh9B7gQI/AAAAAAAAACM/LUewt7HyYdQ/s1600-h/folder_externo+dia+mundial+das+hepatites+19.05.09.jpg&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"  border=0 alt=""  src="http://2.bp.blogspot.com/_VcJZiDWmgmw/Sg1dh9B7gQI/AAAAAAAAACM/LUewt7HyYdQ/s200/folder_externo+dia+mundial+das+hepatites+19.05.09.jpg"&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;DIA MUNDIAL DA HEPATITE&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=2  face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;FONT size=2 face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: 85%"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: 85%"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;A Associação de Pacientes Transplantados da Bahia  (ATX-BA)&lt;/STRONG&gt; &lt;/SPAN&gt;para comemorar o &lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;"&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Dia Mundial da Hepatite&lt;/B&gt;"&lt;/SPAN&gt;estará  realizando uma &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #009900"&gt;Campanha Educativa  &lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="COLOR: black"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 85%"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #009900"&gt;sobre Hepatite com  distribuição de material informativo sobre prevenção, diagnóstico e tratamento  da Hepatite&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; em vários locais da Catedral da Igreja Universal do  Reino da Deus (IURD) com a participação de jovens que compõe a Força Jovem da  IURD.&lt;BR&gt;Data da realização: 19.05.2009&lt;BR&gt;Local: &lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/SPAN&gt;Catedral da IURD em  Salvador.&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 85%"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: black"&gt;Endereço: Av. Antônio Carlos  Magalhães,4278 - Iguatemi Salvador - Bahia&lt;BR&gt;Será realizado durante o turno  matutino e vespertino. Os&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: red"&gt;  &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #000000"&gt;voluntários  ficarão em pontos estratégicos e  circulando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: 85%"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado  por atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/05/dia-mundial-da-hepatite-associacao-de.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt;  em 5/15/2009 04:50:00 AM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-2242119856838701595?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W2f56LLE0Jvepm1-TyTnla-sB4g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W2f56LLE0Jvepm1-TyTnla-sB4g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W2f56LLE0Jvepm1-TyTnla-sB4g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W2f56LLE0Jvepm1-TyTnla-sB4g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/2242119856838701595/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/05/atx-ba-em-campanha-educativa.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/2242119856838701595" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/2242119856838701595" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/05/atx-ba-em-campanha-educativa.html" title="ATX-Ba em campanha educativa" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_VcJZiDWmgmw/Sg1dxTlkXaI/AAAAAAAAACU/ziIhMXWMqho/s72-c/folder_interno+dia+mundial+das+hepatites+19.05.09.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-1406566034842374046</id><published>2009-05-15T10:06:00.001-03:00</published><updated>2009-05-15T11:38:30.237-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Notícias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Transplante ósseo</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;DIV id=dataNoticia class=dataNoticia&gt;13/05/2009 - 13:00&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=assNoticia&gt;&lt;IMG alt="Agência Estado"  src="http://www.abril.com.br/img/lgo_agestado.gif"&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=clear&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;!-- google_ad_section_start --&gt; &lt;H1 id=titNoticia class="titNoticia v2"&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Livro  alerta para artrite infantil rara que pode causar deformidades&lt;/SPAN&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV id=autNoticia class=autorNoticia&gt;Agência Estado&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=tamFonte&gt;Por Clarissa Thomé&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=tamFonte align=justify&gt;&lt;FONT size=2 face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;São Paulo -  &lt;STRONG&gt;Divulgar o transplante de ossos e tecidos passou a ser encarado como  missão pela jornalista Larissa Jansen, 31 anos. Diagnosticada aos 7 anos com  artrite idiopática juvenil (AIJ) - doença que atinge as articulações, causa dor,  edemas e limita movimentos - ela narra sua experiência em &lt;I&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #009900"&gt;Diário de um&lt;/SPAN&gt; &lt;SPAN  style="COLOR: #009900"&gt;Transplante Ósseo - Na Real Dois&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;, que  distribui gratuitamente&lt;/STRONG&gt;. Não há dados epidemiológicos sobre a doença no  Brasil, mas na América do Norte e na Europa a incidência chega a 1 com a doença  a cada 1 mil crianças.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A artrite idiopática juvenil é responsável por 5%  das operações no Centro de Cirurgia do Quadril do Instituto Nacional de  Traumatologia e Ortopedia. É a forma de artrite crônica mais comum na infância,  que deve ser diagnosticada e tratada rapidamente ou pode levar à incapacidade  funcional e causar deformidades, diz a presidente do Departamento de  Reumatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, Sheila Knupp. Ela acompanhou  450 pacientes em 20 anos no serviço de reumatologia do Instituto de Pediatria e  Puericultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Larissa conta na  obra a rotina em consultórios, a espera pelo doador, a demora para ter leito em  hospital público. A AIJ afeta principalmente mulheres com menos de 16 anos e tem  causa desconhecida (por isso o termo idiopático). Pode afetar várias  articulações. Ela desenvolveu a forma mais grave da doença, a AIJ poliarticular  sistêmica, que atinge mais de quatro articulações e pode afetar outros órgãos,  como coração e fígado. Se hoje anti-inflamatórios e imunomoduladores de última  geração ajudam a estabilizar o paciente, 25 anos atrás a realidade era outra. As  inflamações provocaram perda óssea e Larissa passou por cirurgia para colocação  de prótese nos quadris, aos 16 anos, quando a deformação não permitia que ela  andasse.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Viveu dez anos de "trégua", até ser informada que precisava  voltar à mesa de operação. Dessa vez, para um transplante ósseo. Larissa  descobriu que ela não precisava de um doador compatível. &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;"As pessoas doam coração porque sabem que vão salvar  vidas. Doar ossos é doar qualidade de vida", defende.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; O caso de  Larissa é extremo. Sheila Knupp lembra que o diagnóstico precoce e o tratamento  correto permitem que a criança leve vida normal. &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;"Muita gente acha que criança não tem reumatismo. Os pais  devem levar a sério se o filho estiver mancando, reclamar de dor. Pode ser o  início da artrite."&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;I&gt;Clarissa  Thomé&lt;/I&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado por atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/05/transplante-osseo.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt; em  5/13/2009 02:40:00 PM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-1406566034842374046?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Uy-zZZboyo-xajcbI4kYjtJa-70/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Uy-zZZboyo-xajcbI4kYjtJa-70/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Uy-zZZboyo-xajcbI4kYjtJa-70/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Uy-zZZboyo-xajcbI4kYjtJa-70/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/1406566034842374046/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/05/transplante-osseo.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/1406566034842374046" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/1406566034842374046" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/05/transplante-osseo.html" title="Transplante ósseo" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-6525553289248558334</id><published>2009-05-13T08:35:00.001-03:00</published><updated>2009-05-13T09:36:00.909-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bahia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Notícias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Autorizado novo centro de transplante na Bahia</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 130%"&gt;Quarta 13 de Maio de 2009 - O  Sollo&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600; FONT-SIZE: 180%"&gt;&lt;STRONG&gt;Saúde autoriza novo centro de  transplante na Bahia&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;H2&gt;Unidade contribuirá para o aumento no número de atendimentos no Brasil. Em  2008, foram realizados 363 procedimentos no estado&lt;/H2&gt; &lt;P align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #009900"&gt;O Ministério da Saúde  autorizou nesta quinta-feira, 7 de maio, um novo centro especializado em  retirada e transplante de tecido ocular humano na Bahia. Portaria publicada no  Diário Oficial da União credencia o Hospital dos Olhos da Conquista a realizar o  procedimento&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A unidade contribuirá para o aumento no  número de atendimentos na Bahia e no Brasil (veja quadro). Atualmente, há 937  hospitais e 1.282 equipes habilitadas para realizar transplantes em todo o país.  &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Na Bahia, são 32 centros e 39 equipes  transplantadoras cadastradas.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;Dados do Ministério da  Saúde mostram que, o estado realizou 363 transplantes de diversas modalidades em  2008, 28% a mais que no ano anterior. Em todo o país, foram 18.989 transplantes  em 2008. O número representa um aumento de 9% em relação a 2007, quando foram  feitos 17.428. Foi justamente a habilitação de novos centros, ao lado da  quantidade maior de doadores vivos, que impulsionou o crescimento do número de  atendimentos no Brasil.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;No mesmo dia em que o centro baiano foi  credenciado, o Ministério da Saúde autorizou o Hospital do Olho, em São Paulo, a  realizar retirada e transplante de tecido ocular humano. Já a Associação  Hospitalar de Proteção à Infância e a Rede de Assistência a Saúde Metropolitana,  ambas no Paraná, foram habilitadas a realizar busca ativa e retirada de  múltiplos órgãos e tecidos. &lt;STRONG&gt;A Bahia realizou 284 transplantes em 2007 e  363 em 2008.&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;EM&gt;Fonte: Agência  Saúde&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado por atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/05/quarta-13-de-maio-de-2009-o-sollo-saude.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt;  em 5/13/2009 01:23:00 AM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-6525553289248558334?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SFEnRyGpH2CvVMp5BkRWQzWwwHk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SFEnRyGpH2CvVMp5BkRWQzWwwHk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SFEnRyGpH2CvVMp5BkRWQzWwwHk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SFEnRyGpH2CvVMp5BkRWQzWwwHk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/6525553289248558334/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/05/autorizado-novo-centro-de-transplante.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/6525553289248558334" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/6525553289248558334" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/05/autorizado-novo-centro-de-transplante.html" title="Autorizado novo centro de transplante na Bahia" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-6223199912018995559</id><published>2009-05-12T07:55:00.001-03:00</published><updated>2009-05-12T08:49:06.493-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Nova técnica aumenta chances de transplante</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;DIV id=horaData&gt;11 de maio de 2009&lt;/DIV&gt; &lt;H6 class=tituloNoticia&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600; FONT-SIZE: 130%"&gt;Nova  técnica aumenta chances de transplante dos rins nos Estados Unidos&lt;/SPAN&gt;&lt;/H6&gt; &lt;H2 class=subTitulo_noticia&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #009900"&gt;Substância ajuda  organismo a tolerar órgão que não era compatível. Dados iniciais indicam que  estratégia é relativamente segura.&lt;/SPAN&gt;&lt;/H2&gt; &lt;DIV class=por_tamanhoFont&gt; &lt;DIV class=por align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 0px"&gt;Por &lt;/SPAN&gt;Antonio  Viana de Carvalho Júnior &lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=por&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;!-- .por_tamanhoFonte --&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;!-- .por_tamanhoFont --&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Quando Soraya Kohanzadeh sofreu falência renal, devido a uma  cirurgia para corrigir um defeito congênito no coração, sua mãe se ofereceu doar  o seu próprio órgão. No entanto, após exames, Kohanzadeh, professora do ensino  fundamental em Marin County, Califórnia, foi informada de que um transplante de  rim estava fora de cogitação naquele momento. Assim como três em cada dez  candidatos a transplante de rim, &lt;STRONG&gt;ela teve resultado positivo num exame  de sangue chamado PRA, para anticorpos reativos – proteínas preparadas para  atacar tecido estranho, inclusive o da mãe.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;"Eles disseram que  de maneira nenhuma eu poderia me submeter a um transplante, pois o rim seria  imediatamente rejeitado, dado os altos níveis de anticorpos", lembrou  Kohanzadeh, hoje com 32 anos, moradora de San Diego.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Então, ela pesquisou  na internet e descobriu que especialistas em transplante do Centro Médico  Cedars-Sinai, em Los Angles, estavam desenvolvendo uma estratégia para diminuir  os níveis de anticorpos em pacientes como ela. &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;O procedimento consiste na aplicação de altas doses da  droga IVIG antes da cirurgia. A IVIG (imunoglobulina intravenosa) é derivada de  um conjunto de amostras de sangue de centenas de doadores. Introduzida há cerca  de 30 anos, ela tem sido usada no tratamento de uma série de distúrbios do  sistema imunológico.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;Kohanzadeh começou esse protocolo,  conhecido como dessensibilização, no Cedars-Sinai, em 2006. Ela recebeu o rim da  mãe logo depois, e o órgão continua a funcionar de forma satisfatória. Até hoje,  o Cedars-Sinai realizou mais de duzentos transplantes de rim depois da  dessensibilização com a IVIG.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O número de americanos que sofrem de doença  renal crônica, impulsionada por altos índices de hipertensão e diabetes, tem  aumentado acentuadamente nos últimos anos. Assim como o número de doenças renais  em estágio terminal, que somente podem ser tratadas com diálise ou transplante.  Quase 80 mil americanos estão em listas de espera para receber um novo rim,  segundo a National Kidney Foundation.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;Transplantes  preferenciais&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Apesar das  melhorias nas tecnologias de diálise, os transplantes continuam sendo o  tratamento preferencial, com melhores resultados de longo prazo e qualidade de  vida.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Porém, até pouco tempo atrás, havia poucas possibilidades de  que pacientes com altos níveis de PRA pudessem se livrar da diálise. Transfusões  de sangue, gravidez, e um transplante anterior podem fazer os índices de PRA  subirem. "Há dez anos, essa era uma contraindicação absoluta para transplante de  rim", disse Dr. Mark D. Stegall, da Mayo Clinic, em Rochester, Minnesota – que,  junto com o Cedars-Sinai e o Johns Hopkins, é pioneira no tratamento desses  pacientes altamente sensíveis.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A Hopkins e a Mayo, ao contrário do  Cedars-Sinai, conta com a plasmaferese, um processo de limpeza do sangue, capaz  de eliminar os anticorpos perigosos, geralmente seguida de pequenas doses de  IVIG. A plasmaferese é usada somente em casos nos quais os pacientes contam com  um doador vivo. O Cedars-Sinai também aceita pacientes altamente sensíveis sem  doadores vivos para prepará-los com o IVIG antes do transplante de um doador  morto.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ambas as abordagens se mostraram eficazes em estudos de pequena  escala e em práticas clínicas. Os três centros rotineiramente recebem reembolso  do Medicare, que cobre a maioria dos transplantes de rim, não importando a idade  do paciente. Os protocolos de dessensibilização – também usados para evitar a  rejeição do órgão devido à incompatibilidade de tipo sanguíneo, outro grande  problema para potenciais recebedores – podem custar dezenas de milhares de  dólares a mais em relação aos transplantes convencionais, além de serem de  complexa administração.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ainda assim, apesar desses pacientes tenderem a  ter maiores possibilidades de complicações no curto prazo, o índice geral de  sobrevivência, no período de um ano, é só um pouco menor do que os índices de  90-95%, números ligados aos pacientes submetidos a transplantes convencionais.  Pesquisadores dos centros Cedars-Sinai, Hopkins e Mayo também estudam se  substâncias adicionais, dosagens e cronogramas de tratamento diferentes, além de  outras estratégias, podem aumentar o índice de sucesso, ao prevenir que os  anticorpos retornem.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;Popularidade crescente&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;As  técnicas estão ganhando popularidade. Entre os cerca de 250 centros de  transplante nos Estados Unidos, alguns começaram a oferecer seus próprios  protocolos de dessensibilização. Outros estão monitorando de perto pesquisas e  avanços clínicos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"Esse é um tipo de estratégia com boas perspectivas de  sucesso", disse a Dra. Amy L. Friedman, cirurgiã de transplantes do Centro  Médico SUNY, em Syracuse, e membro do conselho administrativo da Associação  Americana de Pacientes Renais. "Os resultados desses grupos são realmente  impressionantes. Estamos prestes a considerar o uso desses  procedimentos".&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Dr. Robert Montgomery, diretor de transplantes da Johns  Hopkins, disse que alguns pacientes encontraram o centro depois de receberem a  indicação sobre onde pacientes altamente sensíveis poderiam receber um  transplante. Pelo fato de tantos pacientes estarem há muito tempo em diálise, ou  terem perdido a chance de realizar um transplante de rim anteriormente, eles  apresentam desafios especiais. "Se você tem um paciente na diálise há vinte  anos, que desenvolveu um monte de condições co-mórbidas, e o coloca num desses  protocolos novos, é uma proposição muito mais difícil do que realizar o primeiro  transplante numa pessoa com trinta anos de idade", disse Montgomery.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O  primeiro centro de transplante de Kohanzadeh, o California Pacific Medical  Center, em São Francisco, não a indicou para dessensibilização, mas recomendou  outro exame PRA depois de alguns meses, para verificar se os níveis diminuiriam  naturalmente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Dr. Steven Katznelson, vice-presidente do departamento de  transplante do California Pacific, defendeu a recomendação. Kohanzadeh assinou  um termo de abdicação de privacidade, a fim de que o médico pudesse discutir seu  caso. Ele acrescentou que os protocolos de dessensibilização ainda eram novos há  três anos e que o hospital, desde então, indicou dezenas de pacientes com  problemas similares ao Cedars-Sinai.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Apesar do sucesso, cirurgiões de  transplantes estão preocupados com um novo e rigoroso esforço do Medicare para  rever operações e resultados em todos os centros de transplante do país,  iniciado após o amplamente divulgado relato de falhas em alguns centros de  transplante, há vários anos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Dr. Stanley Jordan, diretor de transplantes  do Cedars-Sinai, afirmou que essas revisões precisariam levar em consideração  fatores mitigantes, como altos níveis de PRA, que podem afetar o resultado dos  pacientes. Caso não levem, alertou Jordan, eles podem desmotivar os centros de  transplantes a introduzir protocolos de tratamentos mais complicados e aceitar  pacientes mais problemáticos. "A sensação, em muitos centros", disse ele, "é que  não queremos receber pacientes incapazes de trazer bons resultados e que nos  trariam problemas."&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fonte: g1.com &lt;/DIV&gt;&lt;!-- #texto --&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;BR&gt;Novo Internet Explorer 8: mais rápido e muito mais seguro. &lt;A  href="http://brasil.microsoft.com.br/IE8/mergulhe/?utm_source=MSN%3BHotmail&amp;amp;utm_medium=Tagline&amp;amp;utm_campaign=IE8"  target=_new&gt;Baixe agora, é grátis!&lt;/A&gt; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado por  atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/05/postagem.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt; em  5/11/2009 02:08:00 PM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-6223199912018995559?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VyBoO2gsXinZuPeXEm-z2loLe2s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VyBoO2gsXinZuPeXEm-z2loLe2s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VyBoO2gsXinZuPeXEm-z2loLe2s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VyBoO2gsXinZuPeXEm-z2loLe2s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/6223199912018995559/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/05/nova-tecnica-aumenta-chances-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/6223199912018995559" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/6223199912018995559" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/05/nova-tecnica-aumenta-chances-de.html" title="Nova técnica aumenta chances de transplante" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-3706044688333786383</id><published>2009-05-11T17:02:00.002-03:00</published><updated>2009-05-12T08:58:41.544-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Para pensar e sentir" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Antonio Pereira (Apon)" /><title type="text">Lhe caía tão bem...</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal  align=center&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: maroon; FONT-SIZE: 18pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Lhe  caía tão bem...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;Por: &lt;st1:PersonName  ProductID="Antonio Pereira (" w:st="on"&gt;Antonio Pereira  (&lt;/st1:PersonName&gt;Apon)&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;A  title="http://br.geocities.com/aponarte/&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"  href="http://br.geocities.com/aponarte/"&gt;http://br.geocities.com/aponarte/&lt;/A&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;Deixa que teu coração se  emocione,&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;no peito insone, que sua doação  salvou&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;Deixa teus pulmões se encherem do  ar, de quem&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;Eleva ao infinito, uma prece de  gratidão..&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;Deixa que o brilho dos teus  olhos, rebrilhem em outros olhos, no redescobrir da luz.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;Deixa que por teu fígado, rins...  outro sangue reencontre o fluxo saudável da vida.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;Deixa que a tua pele, vista a  nudez de outras peles.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;Deixa...&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;Seja qual for teu&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;destino. Seja qual for teu caminho:&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;O céu, o aguardar o juízo, o nada, a  reencarnação... De ti, terás apenas a ti mesmo e mais nada.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;Teu corpo foi aquela roupa  bacana, que lhe caía tão bem. Mas agora já não lhe veste mais. Você pode jogá-la  fora ou ajudar outros a continuarem bem vestidos.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal&gt;O apego é egoísta, o medo é  ignorante, a dúvida é vã... Informe-se, converse, pense... Não desperdice um  corpo que lhe serviu tão bem. Não despreze a possibilidade de transplantar vida,  doando esperança, felicidade, amor, solidariedade... Lembre. Nesse instante em  que você está lendo esse texto. Alguém sofre ou morre por falta da doação de um  &lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;outro alguém. No futuro, quando seu  tempo aqui na terra expirar. Faça a diferença para alguns alguéns. Doe órgãos,  doe vida! Comunique isso a seus familiares.&lt;/P&gt;&lt;br /&gt;&lt;P&gt;&lt;a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;&lt;img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/88x31.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. &lt;span xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" href="http://purl.org/dc/dcmitype/Text" rel="dc:type"&gt; Você    pode copiar, distribuir, exibir, executar, &lt;/span&gt; desde que seja dado crédito ao autor original: &lt;a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href="http://aponarte.blogspot.com/search/label/Antonio%20Pereira%20%28Apon%29" property="cc:attributionName" rel="cc:attributionURL"&gt;Antonio Pereira (Apon)&lt;/a&gt; (Além  do nome do autor, cite o link para o site http://aponarte.blogspot.com). &lt;a rel=" license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt; Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. &lt;/a&gt;&lt;/P&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-3706044688333786383?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jPCk5wTDI64SaYnEJ-4h7F0YFmE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jPCk5wTDI64SaYnEJ-4h7F0YFmE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jPCk5wTDI64SaYnEJ-4h7F0YFmE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jPCk5wTDI64SaYnEJ-4h7F0YFmE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/8674318375147212031/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/atx-ba-nos-onibus.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/8674318375147212031" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/8674318375147212031" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/atx-ba-nos-onibus.html" title="ATX-Ba nos ônibus" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_VcJZiDWmgmw/SfZNjZY7FmI/AAAAAAAAABc/Wl_QsQaWl8M/s72-c/ATX-BA+CAMPANHA+MIDIABUS+11.0527+%C3%BB+Esta%C3%BE%C3%92o+Piraj%C3%9F+x+Barra+1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-7151026599826363053</id><published>2009-04-28T08:51:00.001-03:00</published><updated>2009-04-28T10:32:59.178-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Carta aberta ao supremo</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;e-mail: &lt;A  title="mailto:hepato@hepato.com&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"  href="mailto:hepato@hepato.com"&gt;hepato@hepato.com&lt;/A&gt; - Internet: &lt;A  title="http://www.hepato.com/&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"  href="http://www.hepato.com/"&gt;www.hepato.com&lt;/A&gt; World Hepatitis  Alliance&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Carta aberta ao Supremo  Tribunal Federal &lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;A Vossas Excelências, Senhores Ministros do Superior Tribunal  Federal, Acontecem nos próximos dias seis audiências públicas para  &lt;STRONG&gt;discutir a Judicialização da Saúde.&lt;/STRONG&gt; &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Um tema de fundamental  importância por ser a saúde um direito do cidadão, garantido em Clausula Pétrea  da Constituição Federal. &lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Tomando conhecimento que  o CONASS, Conselho Nacional de Secretários da Saúde realizou no STF "lobby"  tentando convencer Vossas Excelências sobre a importância de "rasgar" a  Constituição Federal proibindo que o cidadão tenha acesso à Justiça quando  necessitar de um medicamento. Medicamento este autorizado na sua comercialização  no Brasil pela ANVISA, mas não constante da chamada Lista do SUS, tornando todos  aqueles que não possuem recursos para comprar o medicamento em qualquer  farmácia, em cidadãos de segunda classe, impedindo o acesso ao medicamento que  poderá salvar sua&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;vida.  &lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Se o STF acatar os argumentos do CONASS estará repetindo o  mesmo erro acontecido na África do Sul pelo ex-presidente Thabo Mbeki, o qual  vale a pena conhecer para que isso não aconteça no Brasil. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Segundo uma pesquisa da Universidade de Harvard estima que o  ex-presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, foi responsável pela morte  prematura de 365.000 Sul-Áfricanos. &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #009900"&gt;Durante  seu mandato ignorou o alerta de especialistas, sociedades médicas e organizações  da sociedade civil, acreditando somente nas informações de um pequeno grupo de  assessores e gestores públicos que afirmava não ser necessário diagnosticar e  tratar os infectados pela AIDS. Thabo Mbeki manteve essa opinião contra o  consenso científico sobre a necessidade de ações para combater a  epidemia.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; Apesar das denúncias, inclusive realizadas  publicamente por Nelson Mandela, o primeiro presidente negro da África do Sul,  os responsáveis pelo ministério da saúde perdiam seu tempo desdenhando e  tentando desprestigiar todos aqueles que denunciavam o genocídio que estava  sendo cometido ao ignorar a epidemia de AIDS que assolava o país. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;A pesquisa da Universidade de Harvard denuncia que, se Thabo  Mbeki tivesse proporcionado testes de detecção, realizado campanhas informativas  e fornecido medicamentos aos pacientes com AIDS e a mulheres infectadas com  risco de contaminar os filhos, a maioria das 365.000 mortes prematuras teriam  sido evitadas. Podemos considerar que o ex-presidente Thabo Mbeki é culpado  pelas mortes já que pelas denúncias devia estar consciente de que recebia  informações erradas? &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Em princípio todo gestor da saúde pública não tem a intenção  de matar ninguém, entretanto as boas intenções não bastam para justificar a  gestão, quando o que está em jogo e a vida de milhões de indivíduos. Thabo Mbeki  não é culpado por ter adotado no início da sua gestão uma visão sustentada por  um pequeno grupo, mas é culpado pela obstinação em manter o erro ignorando todos  aqueles que o alertavam sobre a gravidade da situação. &lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;Quando médicos e organizações não governamentais  denunciavam o erro que estava sendo cometido, as autoridades os acusavam de  estar defendendo os fabricantes de medicamentos, uma situação que se repete em  outras doenças em muitos países, inclusive no Brasil conforme o CONASS tenta  induzir Vossas Excelências, criando um escudo para justificar a inanição de  ações de saúde pública. O ensinamento do triste acontecimento com a AIDS na  África do Sul é um indicador do custo social que significa não enfrentar  responsavelmente uma epidemia ou doença, quando se conhece exatamente o seu  tamanho e gravidade. &lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #009900"&gt;&lt;STRONG&gt;Os responsáveis pela  saúde pública brasileira, em especial o CONASS, devem saber que proibindo o  acesso aos medicamentos estarão ocasionando a morte de milhões de pessoas  prematuramente, talvez ocasionando o maior genocídio da história&lt;/STRONG&gt;  &lt;STRONG&gt;no Brasil&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;. &lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Thabo Mbeki deve ser julgado e condenado pela sua política na  AIDS. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Os atuais gestores da  saúde e o CONASS estão tentando convencer Vossas Excelências a serem coniventes  com suas propostas nazistas, que limitam não somente o acesso a medicamentos,  mas que proíbem o acesso a Justiça, utilizando os mesmos argumentos dos  assessores do ex-presidente da África do Sul. &lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #000000"&gt;&lt;STRONG&gt;Vossas Excelências podem  e devem evitar que no futuro sejam citados em tribunais internacionais por serem  coniventes com o crime contra a humanidade que o CONASS está propondo. Peço para  que Deus os ilumine na decisão final, julgando em beneficio dos mais carentes,  maioria no Brasil. Façam respeitar os preceitos da Constituição Federal negando  o pleito do CONASS, mas antes da decisão escutem seus familiares, seus filhos, o  que a vossa consciência e seu coração tem a dizer sobre o direito à vida de seus  irmãos brasileiros. Rio de Janeiro, 27 de abril de 2009 Carlos Varaldo  Presidente do Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de HepatiteVice-diretor da  World Hepatitis&lt;/STRONG&gt; &lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado por  atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/04/grupo-otimismo-de-apoio-ao-portador-de.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt;  em 4/27/2009 09:17:00 AM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-7151026599826363053?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uRaw2jBXPbBa05uaD7Wj0S8sqYI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uRaw2jBXPbBa05uaD7Wj0S8sqYI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uRaw2jBXPbBa05uaD7Wj0S8sqYI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uRaw2jBXPbBa05uaD7Wj0S8sqYI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/7151026599826363053/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/carta-aberta-ao-supremo.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/7151026599826363053" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/7151026599826363053" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/carta-aberta-ao-supremo.html" title="Carta aberta ao supremo" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-6865411804809857451</id><published>2009-04-21T15:55:00.002-03:00</published><updated>2009-04-22T13:19:51.476-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Quatro pessoas recebem órgãos de estudante</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;BR&gt;&lt;A  href="http://www.opovo.com.br/"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #666666"  title="http://www.opovo.com.br/&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"&gt;O POVO  Online&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #666666"&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;A  href="http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #666666"  title="http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"&gt;Fortaleza&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #666666"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;Transplante&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;4 pessoas recebem órgãos  de estudante&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;BR&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;Quatro pessoas já  receberam os órgãos doados pela família da estudante universitária Nádia Brito,  22, que teve morte cerebral na última sexta-feira. O enterro da jovem, morta por  bala perdida, foi realizado no fim da tarde de sábado.&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;Tiago  Bragada Redação 20 Abr 2009 - 01h43min&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O metalúrgico aposentado Marco  Antonio Correa, 66, se emociona antes mesmo de pronunciar a primeira palavra.  Respira fundo e agradece pela vida nova. A única chance de cura para o câncer de  fígado era o transplante, realizado neste fim de semana. O novo órgão veio da  estudante universitária Francisca Nádia Nascimento Brito, 22, que teve morte  cerebral confirmada na última sexta-feira. &lt;SPAN  style="COLOR: #009900"&gt;&lt;STRONG&gt;"Fiquei muito agradecido com essa atitude  louvável. Parte da vida dela continua em mim"&lt;/STRONG&gt;,&lt;/SPAN&gt; diz, com os olhos  d?água, enquanto se recupera da cirurgia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI)  do Hospital Universidade Walter Cantídio (HUWC). &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;É que o gesto dos pais  de Nádia, que aceitaram doar os órgãos da filha, morta por bala perdida,  multiplicou vidas. Ao todo, serão beneficiadas cinco pessoas que estavam na fila  de espera por um transplante&lt;/STRONG&gt;.&lt;/SPAN&gt; &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Quatro delas já receberam o novo órgão neste fim de semana,  incluindo o metalúrgico aposentado, que recebeu o fígado após um mês de espera.  &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Os rins foram para uma mulher de 55 anos, que estava na fila  há um ano e quatro meses, e para um homem de 58, que esperava pelo transplante  há dois anos e sete meses. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Por fim, o coração foi transplantado em uma mulher de 46  anos, que estava na fila de espera há três meses. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Segundo a coordenadora da Central de Transplantes do Ceará,  Eliana Barbosa, todos os transplantados reagiram bem. Ela explica que ainda  falta o transplante da córnea. "Infelizmente, apenas uma foi captada. No outro  olho houve muito dano por causa da bala que atravessou o crânio (da estudante)",  diz. Ainda conforme a coordenadora, a córnea que está em bom estado será  encaminhada hoje para a Central de Transplantes, que irá definir o nome do  receptor. Nesse caso, será a pessoa com mais tempo na fila de espera. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Já no caso do fígado, além da compatibilidade sanguínea, o  critério é a gravidade do estado de saúde do paciente. "A gente sabia que não  tinha cura para a doença dele. Só mesmo o transplante. É por isso que agradeço a  família (da Nádia), que teve serenidade para fazer a doação em um momento de  dor", diz Francisca Aparecida, mulher de Marco Antonio.&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;O chefe do serviço de transplante de fígado do HUWC, Huygens  Garcia, confirma que o paciente está bem. "Como ele está respondendo bem, deve  receber alta em oito dias", informa. "Foi uma vitória muita grande, graças a  Deus e ao trabalho dos médicos, que me atenderam muito bem", agradece Marco  Antonio. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;"&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;O cearense é solidário.  Apesar da dor, a família de Nádia sabia que ela queria continuar fazendo o bem.  Era uma pessoa muito querida na universidade", avalia a coordenadora da Central  de Transplantes. Eliana Barbosa explica que os órgãos doados são distribuídos de  acordo com critérios como tempo na fila de espera, compatibilidade genética e  gravidade da doença. &lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;A estudante universitária Nádia Brito foi morta por um tiro,  depois da aula de quarta-feira à noite, enquanto esperava o ônibus de volta para  casa, em uma parada próximo à Universidade Estadual do Ceará (Uece). &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&amp;gt;Francisco Carlos Barbosa Ribeiro, 50, cabo da PM, foi  indiciado por homicídio doloso. Ele estava em uma van que transportava  torcedores do Fortaleza e foi apedrejada por torcedores do Ceará, na parada onde  Nádia esperava o ônibus. O cabo teria atirado três vezes. Um dos disparos teria  atingido Nádia na cabeça.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&amp;gt;Durante o enterro de Nádia, parentes e amigos evitavam  falar com a imprensa em repúdio à abordagem desrespeitosa que alguns veículos  adotaram em matérias e no contato com a família. Alguns noticiaram a morte da  menina no mesmo dia do incidente. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&amp;gt;Na noite de sexta-feira, amigos e estudantes da Uece  fizeram manifestação na avenida Dedé Brasil. Caminharam do campus do Itaperi até  a parada de ônibus onde a jovem foi morta. A manifestação parou o trânsito no  local por dez minutos. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&amp;gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;Morte cerebral (ou  encefálica)&lt;/STRONG&gt; &lt;/SPAN&gt;é a parada definitiva e irreversível do cérebro,  provocando em poucos minutos a falência de todo o organismo. Os médicos podem  manter os órgãos funcionando durante algum tempo por meio de medicamentos ou de  aparelhos. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&amp;gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;Transplante é um  procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um órgão ou tecido de um  pessoa doente (chamado de receptor) por outro órgão ou tecido normal de um  doador (que pode estar vivo ou morto).&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&amp;gt;&lt;STRONG&gt;Os transplantes do coração e do fígado  &lt;/STRONG&gt;foram realizados na última sexta-feira, no Hospital do Coração de  Messejana e no Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), respectivamente.  Os dos rins foram realizados ontem. Um deles foi transplantado no Hospital Geral  de Fortaleza (HGF) e o outro no HUWC. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&amp;gt;Inicialmente, a equipe da Central de Transplantes achava  que seis pessoas seriam beneficiadas com a doação dos órgãos de Nádia. Mas como  apenas uma das córneas pode ser aproveitada, esse número diminuiu para  cinco.&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado por atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/04/o-povo-online-fortaleza-transplante-4.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt;  em 4/20/2009 03:06:00 PM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-6865411804809857451?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASsMSuEzC1Tixox_3p4B6qP3xN4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASsMSuEzC1Tixox_3p4B6qP3xN4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASsMSuEzC1Tixox_3p4B6qP3xN4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASsMSuEzC1Tixox_3p4B6qP3xN4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/6865411804809857451/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/quatro-pessoas-recebem-orgaos-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/6865411804809857451" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/6865411804809857451" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/quatro-pessoas-recebem-orgaos-de.html" title="Quatro pessoas recebem órgãos de estudante" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-924198935311219893</id><published>2009-04-19T17:27:00.001-03:00</published><updated>2009-04-19T18:48:00.624-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bahia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Avanço nos transplantes</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;JORNAL DA MÍDIA&lt;BR&gt;Saúde&lt;BR&gt;Conquista avança na área de  transplante de órgãos&lt;BR&gt;Sexta-feira, 17/04/2009 - 17:26&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Salvador - Com a  implantação, nos próximos dias, da Comissão Intra-Hospitalar de Transplante de  Órgãos (CIHTO) do Hospital Geral de Vitória da Conquista, também conhecido como  Hospital de Base, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), por intermédio do  Sistema Estadual de Transplantes, contabiliza mais um &lt;A  style="BORDER-BOTTOM: 1px dotted; COLOR: #006600; CURSOR: hand; TEXT-DECORATION: underline"  oncontextmenu="return false;"  onmouseover="hw501854311725(event, this, '654776788'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';"  title="http://www.jornaldamidia.com.br/#&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"  onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; "  onclick="hwClick501854311725(654776788);return false;"  href="http://www.jornaldamidia.com.br/#"&gt;importante&lt;/A&gt; avanço no processo de  interiorização das atividades de captação e transplante de órgãos.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Segundo o coordenador do Sistema Estadual de Transplantes,  Eraldo Moura, a CIHTO funcionará como uma Organização de Procura de Órgãos  (OPO), atuando nas unidades hospitalares da região.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Esta semana, ele esteve no município, onde participou de  reunião com gestores e profissionais da secretaria municipal de Saúde, visando  estabelecer o fluxo para credenciamento do município para a realização de  transplante renal e de córnea.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;O médico manteve contato com &lt;A  style="BORDER-BOTTOM: 1px dotted; COLOR: #006600; CURSOR: hand; TEXT-DECORATION: underline"  oncontextmenu="return false;"  onmouseover="hw16115117910725(event, this, '654776788'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';"  onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; "  onclick="hwClick16115117910725(654776788);return false;"  href="http://www.jornaldamidia.com.br/#"&gt;diretores&lt;/A&gt; da TV Sudoeste, que se  prontificaram a veicular, na emissora, uma campanha de utilidade pública, com o  objetivo de divulgar &lt;A  style="BORDER-BOTTOM: 1px dotted; COLOR: #006600; CURSOR: hand; TEXT-DECORATION: underline"  oncontextmenu="return false;"  onmouseover="hw2976122512725(event, this, '654776788'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';"  title="http://www.jornaldamidia.com.br/#&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"  onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; "  onclick="hwClick2976122512725(654776788);return false;"  href="http://www.jornaldamidia.com.br/#"&gt;informações&lt;/A&gt; sobre doação, captação  e transplante de órgãos e, consequentemente, impulsionar as atividades de  transplante na região.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Também discutiu com os responsáveis pelos cursos da área de  saúde da Universidade Estadual do Sudoeste Baiano (Uesb) a organização do 1º  Congresso do Sudoeste Baiano, que acontecerá entre os dias 19 e 21 de maio, com  enfoque na atividade de transplante de órgãos.&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado  por atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/04/jornal-da-midia-saude-conquista-avanca.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt;  em 4/18/2009 04:31:00 AM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-924198935311219893?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2I4Vy85vk63ke63fx4_-4Gqy4bg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2I4Vy85vk63ke63fx4_-4Gqy4bg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2I4Vy85vk63ke63fx4_-4Gqy4bg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2I4Vy85vk63ke63fx4_-4Gqy4bg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/924198935311219893/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/avanco-nos-transplantes.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/924198935311219893" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/924198935311219893" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/avanco-nos-transplantes.html" title="Avanço nos transplantes" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-7731165197997208866</id><published>2009-04-19T17:07:00.001-03:00</published><updated>2009-04-19T18:49:16.561-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bahia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Coração de plástico e titânio</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT size=2 face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;A class=bahia  href="http://correio24horas.globo.com/24horas/24horas.asp?limpa=s&amp;amp;mdl=50"&gt;bahia  &lt;/A&gt;19.04.2009 - 09h47 &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT size=2 face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;Coração feito de plástico e titânio dá esperança para  pacientes baianos.&lt;BR&gt;Alexandre Lyrio Redação  CORREIO&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;Durante 15 dias, Misael Santos de Almeida, 23  anos, carregou um coração fora do próprio corpo. Um coração que simplesmente não  pulsava. A máquina movida por um sistema pneumático foi ligada ao seu músculo  cardíaco e o acompanhou até o momento em que realizou o transplante. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Como a Bahia não tem estrutura para o procedimento, fez tudo  em Fortaleza, no Ceará. Mas, a partir deste ano, o exemplo do primeiro baiano a  usar um coração artificial pode se estender a outros pacientes. Durante o II  Simpósio de Terapêutica Cardiovascular, realizado na última semana, em Salvador,  o Hospital Espanhol anunciou para este ano o implante dos chamados ventrículos  artificiais.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;O coração feito de plástico e titânio serve como uma espécie  de ponte para os transplantes cardíacos. Pacientes terminais, vítimas de  miocardio patias, podem recorrer ao equipamento e ganhar uma sobrevida antes de  conseguir um doador. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;A esperança para os baianos que estão na fila à espera de um  coração veio do coordenador do serviço de cardiologia do Espanhol, Fábio Vilas  Boas. "O coração artificial é uma ferramenta eficiente para os casos, de  pacientes mais debilitados. Vamos implantar o procedimento no hospital ainda em  2009", garantiu o especialista.&lt;BR&gt;Mas o programa de ventrículo artificial só  será possível porque a Bahia voltou a realizar transplantes após 16 anos. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;De dezembro do ano passado até hoje, a equipe médica do  Hospital Santa Izabel fez o procedimento em dois pacientes. "Não há como  implantar corações artificiais sem estrutura para transplante. Mas hoje já é  perfeitamente possível usar esse tipo de equipamento na Bahia. Poderia haver uma  parceria: enquanto o Espanhol implanta, o Santa Izabel transplanta", sugeriu o  diretor do programa de assistência ventricular do Incor (DF), Cristiano Faber,  que ministrou palestra sobre o assunto.&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Alto Custo&lt;BR&gt;O número de implantes de coração artificial no  Brasil ainda é tímido, mas não para de crescer. Segundo Faber, até hoje, em todo  o país, foram realizadas cerca de 15 cirurgias do tipo, metade delas nos últimos  três anos. Os tipos de aparelhos variam. O modelo AB5000, da americana Abiomed  Incorporate, apresentado no simpósio, é um dos dois ventrículos artificiais  fabricados no Brasil. É colocado fora do corpo. Custa R$100 mil, sem contar os  R$40 mil do console que o acompanha. Devido ao alto custo,não há previsão para  ser disponibilizado no SUS.&lt;BR&gt;'Coração original' O caso era gravíssimo e  necessitava de transplante urgente. Misael transferiu-se às pressas para  Fortaleza, onde havia estrutura adequada para pacientes na fila de espera por  órgãos. Mesmo assim, chegou a ouvir do médico que tinha poucos dias de vida.  Estava desenganado. "A única saída para ele era o coração artificial. Só assim  poderia ganhar tempo até a cirurgia definitiva", diz o cirurgião-chefe do  Hospital Messejana, no Ceará, onde o baiano foi submetido ao procedimento.  Passou 15 dias com o órgão junto ao abdome. Para onde ia, tinha que levar um  console que alimentava o aparelho. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;No dia 26 de novembro do ano passado, um motociclista de 28  anos sofreu um acidente nas ruas da capital cearense. Sua morte era a esperança  de vida para Misael. No mesmo dia, ele recebeu mais um coração humano. "Agora  meu coração não é mais artificial. É original", brincou. Misael é um jovem  humilde, natural da cidade de Santo Antônio de Jesus. Hoje mora com a irmã no  bairro do Retiro, periferia de Salvador. Só conseguiu ter acesso ao aparelho  porque um grupo de políticos e o governo do estado do Ceará adquiriram seis  corações artificiais para o Messejane. O Hospital é líder latino-americano nesse  tipo de procedimento, com três corações artificiais implantados. Além dele,  apenas os institutos do Coração de São Paulo e do Distrito Federal, o Hospital  Albert Einstein, também de São Paulo, e a Fundação de Cardiologia do Rio Grande  do Sul já realizaram a cirurgia. Misael ainda usa máscara, mas se recupera bem.  "Ele está Misael: primeiro baiano a usar um coração artificial ótimo", atesta o  médico.(Notícia publicada na edição impressa de 19/04/2009 do  CORREIO)&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado por atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/04/bahia-19.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt; em  4/19/2009 08:12:00 AM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-7731165197997208866?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kGJb-9wjZt1r-yZXRvduJ35Da9Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kGJb-9wjZt1r-yZXRvduJ35Da9Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kGJb-9wjZt1r-yZXRvduJ35Da9Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kGJb-9wjZt1r-yZXRvduJ35Da9Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/7731165197997208866/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/coracao-de-plastico-e-titanio.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/7731165197997208866" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/7731165197997208866" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/coracao-de-plastico-e-titanio.html" title="Coração de plástico e titânio" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-271792354571172011</id><published>2009-04-06T08:59:00.003-03:00</published><updated>2009-04-20T14:16:28.206-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Drauzio Varella e os transplantes</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;REVISTA EPOCA&lt;BR&gt;03/04/2009 - 15:52&lt;BR&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;Drauzio Varella e os  transplantes&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;BR&gt;O médico estreia uma nova série sobre o assunto e  descobre que o problema no Brasil não é a falta de órgãos, mas a falta de  recursos médicos para aproveitá-los&lt;BR&gt;Cristiane Segatto&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;CRISTIANE  SEGATTO &lt;A  title="mailto:cristianes@edglobo.com.br&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"  href="mailto:cristianes@edglobo.com.br"&gt;cristianes@edglobo.com.br&lt;/A&gt; Repórter  especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998.  Escreve sobre medicina há 14 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de  jornalismo&lt;BR&gt;No dia 12, o médico Drauzio Varella estreia mais uma de suas  ótimas séries exibidas no Fantástico, da TV Globo. Desta vez, o nome será  &lt;STRONG&gt;Transplante, o&lt;/STRONG&gt; &lt;STRONG&gt;dom da vida&lt;/STRONG&gt;. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Drauzio passou mais de um ano trabalhando no tema. Viajou  pelo Brasil e para países como China, Espanha e Estados Unidos para conhecer de  perto realidades que podem contribuir para a melhoria do sistema brasileiro.  &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Teve tempo e dinheiro à vontade para apurar o que fosse  necessário, um investimento raríssimo na imprensa brasileira. Conversei com ele  nesta semana para saber o que descobriu. Assim como os bons repórteres, Drauzio  acha que nada substitui o trabalho de campo. As ideias preconcebidas que temos  antes de começar a apurar uma reportagem e toda a discurseira que ouvimos na  redação costumam cair por terra quando encaramos a realidade como ela é.  &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Na área de saúde (e acho que nas outras também), isso  acontece o tempo todo. Drauzio tinha a convicção de que faltam órgãos para  transplante porque as famílias dos mortos não aceitam doar. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Durante a apuração das reportagens, aprendeu que estava  errado. &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Em São&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;  &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Paulo, 70% das famílias aceitam fazer a  doação.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; A cada ano, o estado registra 14 mil mortes encefálicas.  Isso significa que haveria quase 10 mil doadores potenciais a cada ano. Em 2008,  no entanto, o estado que concentra o maior número de transplantes do país  realizou apenas 1.317 procedimentos desse tipo. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;As filas não andam  porque a captação de órgãos&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;no Brasil é muito&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;deficiente&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;. A captação é o nome técnico  para a série de procedimentos necessários para que a retirada dos órgãos se  concretize. O cadáver precisa ser mantido num leito de UTI e receber uma série  de cuidados para que os órgãos não entrem em sofrimento. Além disso, o médico  que relata o óbito à central de transplantes precisa preencher uma papelada que  toma um tempo que ele simplesmente não tem. "Quando o médico tem dez doentes  para cuidar e ainda precisa zelar pelo cadáver, ele escolhe os vivos", diz  Drauzio Varella.&lt;BR&gt;Drauzio foi à Espanha para entender como os espanhóis  resolveram esse problema. É o país que tem o maior índice de doação por  habitante em todo o mundo. Descobriu que a solução pode ser simples. Em cada  hospital de grande movimento há um plantonista contratado exclusivamente para  cuidar dos cadáveres na UTI e preencher todos os papéis necessários para a  realização dos transplantes. "O custo de se manter um plantonista a mais em cada  hospital é infinitamente inferior ao benefício oferecido pelos transplantes a  tantas pessoas", afirma Drauzio.&lt;BR&gt;O médico viajou também aos Estados Unidos  para conhecer as técnicas mais avançadas e esteve na China. Foi a primeira  equipe de TV brasileira a filmar um transplante de rim intervivos no país. Os  transplantes desse tipo vem crescendo na China. Durante muitos anos, no entanto,  o país conseguiu reduzir a espera pelas cirurgias ao usar órgãos de condenados à  morte. O utilitarismo chinês é chocante. Uma ambulância estaciona ao lado do  local onde os presos são executados. O cadáver é levado para o carro e aberto  ali mesmo para a retirada dos órgãos. "Quando estive lá, os chineses disseram  que estavam deixando de usar esse sistema", diz Drauzio, sem muita convicção.  &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Ainda não assisti à série, mas imagino que tenha sido tão bem  feita quanto as anteriores. Durante meses, Drauzio acompanhou doentes  brasileiros que foram inscritos na lista de transplante e se tornaram reféns de  decisões alheias. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Entrar numa fila dessas  é uma das experiências mais devastadoras que uma pessoa pode  enfrentar&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;. Durante os últimos anos, entrevistei muitos  brasileiros nessa situação – principalmente os da fila do fígado, a lista mais  cruel. Seis mil brasileiros disputam um fígado. Dois em cada três inscritos  morrem antes de conseguir o transplante. Nunca esqueci um desses doentes.  &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Humberto Costa tinha 54 anos e morava na  Bahia quando outro Humberto Costa era o ministro da Saúde&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;. Com o  fígado destruído pela hepatite C, Humberto (o sem poder) foi inscrito na fila de  transplantes de São Paulo em 2000. Esperou cinco anos até se tornar o primeiro  da fila entre os pacientes com tipo sanguíneo B. Achou que sua vez havia  chegado.&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Mudou-se para São Paulo com a mulher e instalou-se num flat  apertadinho perto do hospital à espera do telefonema salvador. Quando o conheci,  ele estava há oito meses como o primeiro da fila. E o telefonema nunca  aconteceu. Reproduzo aqui um pouco de sua agonia:&lt;BR&gt;Humberto Costa usava  práticas orientais na tentativa de melhorar a qualidade de vida e sobreviver na  fila do transplante de fígado. Não conseguiu: morreu antes.&lt;BR&gt;"Sonho que meu  doador apareceu e acordo à noite achando que o telefone está tocando. Quando a  bateria do celular descarrega, fico tenso. Só estou aguentando esse drama porque  descobri uma prática oriental que contribui para a purificação física e  espiritual. Não quero perder meu lugar na fila depois de tanto tempo".&lt;BR&gt;A  preocupação de Costa era totalmente justificável. Naquele momento, em julho de  2005, o Ministério da Saúde pretendia mudar os critérios para inclusão de  pacientes na fila do fígado. Até aquela data, o que valia era a ordem  cronológica (os pacientes que entraram na fila primeiro eram operados primeiro).  As autoridades resolveram adotar o critério de gravidade (chamado de Meld). Por  esse critério, os pacientes em estado mais grave ganham pontos adicionais e  ocupam as primeiras posições na fila. Para alguns especialistas, a mudança foi  benéfica porque deu alguma chance aos pacientes graves que não resistiriam à  espera. Para outros especialistas, a mudança não será capaz de produzir  benefícios enquanto a oferta de fígados for imensamente inferior à quantidade de  candidatos. A discussão é infindável, mas a alteração de critérios mudou a  história de Humberto. As autoridades alteraram a regra com a bola em campo (como  se diz no futebol). Não houve uma fase de transição. De uma hora para outra, o  doente que permaneceu durante oito meses como o primeiro da fila perdeu dezenas  de posições na lista. Alguns meses depois, recebi um telefonema da Bahia. Do  outro lado da linha, um parente de Humberto me deu a notícia: – Ele morreu. Sem  conseguir o transplante. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Você tem algum conhecido  que está ou esteve na fila de transplante? O que você acha que o Brasil deveria  fazer para melhorar o sistema. Queremos ouvir a sua  opinião.&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;Comentários&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;A  class=chamadaNomeInternauta title="luiz kunimatsu wada"  href="mailto:wadakunimatsu103@hotmail.com"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;luiz kunimatsu wada&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt; SP / Araçoiaba da  Serra 05/04/2009 03:02 transplantes: primeira coisa os meu agradecimentos ao  reconhecimentos da precuridade do Brasil sobre os Tranplantes perdas de Órgaos  por falta de recursos primários que o nosso Brasil poderia ser um pais de  premeiro no mundo dos transplantes para mim os melhores médicos na medicina e  quimicos sao do Brasil mais os recurssos parassada pelo governa falta muito para  que seja realidade mais a realidade que o Brasil a a area social esta faltando  recurssos que o nosso presidente ve nos pobremas que tem o Brasil nao tem  hospitas e muito menos pessos enfermeiros e ajudantes com capacidadese amor ao  proximo falo isso porque moro no Japao a 18 anos e vejo como e aqui e talves  posso passar auguma coisa de util para o brasil aqui nao tem sus tudo e pago se  vc tiver seguro da prefeitura vc so paga 30% do valor real e nao tem sindicato  ou memos iss o qualquer desconto no salario e ai nos recebemos tudo com desconto  e nada vemos para nos aproveitar disso e temos que fazer um plano de saude que  tem carencia absudo isso por isso que o Brasil tem que melhorar muito as leis ou  melhor usa-la e cumprir para todos igual somos humanos sendo pobres ou ricos e  temos o direito de termos uma vida melhor na parte social obrigado desculpe os  erros de portugues. &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;BR&gt;&lt;A class=chamadaNomeInternauta title=Rafael  href="mailto:faels2@gmail.com"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;Rafael&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt; RJ / Rio de Janeiro  05/04/2009 02:28 A tal da corrupção...Sem falso pessimismo, mas em um país que a  lei para os ricos só ficam no papel e os políticos usam o dinheiro do estado  para os seus próprios bens.Com isso fica difícil acreditar que as listas de  transplantes não sejam corrompidas. Todavia, tirando o lado pessimista da coisa,  o governo deveria lança uma campanha de públicidade massisa para a  conscientização da importância doação de orgãos.&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;A class=chamadaNomeInternauta title=Brito  href="mailto:valdemirenfermagem_@hotmail.com"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;Brito&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt; BA / Itaparica&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; 05/04/2009 00:09 Muito  grato...Ficou muito agradecido pela reportagem, o dr. Drauzio, está de parabéns,  pois eu acompanho de perto alguns paciente com IRC - insuficiência renal  crôninca, que, na sua ansiedade se angustia fala falta de uma oportunidade em  sair de uma máquina de hemodiálise, alguns por sinal, tem parentes q nem se quer  ligam para os mesmos. Aí, de quem é a culpa? Provavelmente as informações estão  tão longe desses q nem sequer podem oferecer os seus órgãos para os seus  parentes, como o medo tem chegado a eles, creio eu q é preciso uma orientação  mais precisa, no entanto, essas pessoas em máquina de hemodiálise poderão assim  ficarem livre, pois, apesar da mesma ser uma das terapias q poder dar uma  sobrevivência aos pacientes com IRC. Mas, eles não querem ficar o tempo todo  nessa máquina, então é preciso esclarecer, abrir a cabeça de cada brasileiro  sobre a doação seja ela qual for.Dico isso, pois uma dia eu precisei de um rim,  e hoje estou livre da máquina, graças a Deus e a minha prima!Repito, a falta de  informação tem deixado a desejar..."NENHUM DE NÓS PODE CONSIDER-SE LIVRE DA  POSSIBILIDADE DE PRECISAR DE UM ÓRGÃO TRANSPLANTADO, O DESTINO APONTA PARA  QUALQUER UM." João Ubaldo &lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado por atxbahia.blogspot.com  no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/04/revista-epoca-03042009-1552-drauzio.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt;  em 4/05/2009 03:39:00 AM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-271792354571172011?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wipzqv2jhgu_rASc1HXirL9AwCk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wipzqv2jhgu_rASc1HXirL9AwCk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wipzqv2jhgu_rASc1HXirL9AwCk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wipzqv2jhgu_rASc1HXirL9AwCk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/271792354571172011/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/drauzio-varella-e-os-transplantes.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/271792354571172011" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/271792354571172011" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/04/drauzio-varella-e-os-transplantes.html" title="Drauzio Varella e os transplantes" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-2598948153409298658</id><published>2009-04-05T18:48:00.003-03:00</published><updated>2009-04-20T14:15:29.867-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Medicina muito além da cirurgia</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;REVISTA VEJA&lt;BR&gt;Medicina Muito além da cirurgia&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Nenhum procedimento  influenciou tantas especialidades médicas quanto os transplantes. Seus  benefícios estendem-se às mais diversas áreas – da infectologia à cardiologia,  da imunologia às pesquisas com células-tronco.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;Adriana Dias  Lopes e Naiara Magalhães&lt;BR&gt;Fabiano Accorsi&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;BR&gt;Suspense até o último instante Médicos do Incor, em São  Paulo, durante um transplante de coração realizado no início de março&lt;BR&gt;Na sala  11 do centro cirúrgico do Instituto do Coração de São Paulo, nove profissionais,  entre médicos, enfermeiras e instrumentistas, estão prontos para a realização de  mais um transplante cardíaco. Há pelo menos uma hora e meia, o paciente está na  mesa de operação, o tórax escancarado por espátulas de metal, já sem o seu  próprio coração, a circulação sanguínea a cargo de uma máquina pesadona,  colocada ao lado. O cirurgião Ronaldo Honorato Santos entra apressado. Nas mãos,  um pote branco. Dentro dele, o coração do doador – extraído uma hora antes do  corpo de um rapaz morto em um acidente de carro no interior paulista. Mergulhado  em compostos de preservação, em baixa temperatura, o coração, pálido e murcho, é  retirado do recipiente e entregue ao médico Alberto Fiorelli, cirurgião  responsável pela operação. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;O transplante começa. Fiorelli ajusta o tamanho dos vasos  sanguíneos do coração doador às medidas do receptor e acomoda o órgão no peito  do paciente. As vozes dos médicos misturam-se às conversas vindas do corredor.  Frequentemente, um celular toca. Algumas ligações são atendidas; outras,  ignoradas.&lt;BR&gt;Quase duas horas depois do início da cirurgia, 70% dos vasos  sanguíneos do novo coração já estão conectados aos do paciente. Agora, o  silêncio toma conta da sala. Pela primeira vez, os cirurgiões Fiorelli e  Honorato colocam os bisturis e tesouras de lado. Seus olhos estão fixos no novo  coração, ainda apagado no peito do doente. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;É o momento mais angustiante de um transplante: a espera pelo  instante em que o órgão doado volta a funcionar no corpo do receptor. Cerca de  um minuto se passa e nada. Fiorelli começa a massagear o novo coração com as  mãos. Aos poucos, o órgão perde a palidez e ganha volume. É sinal de que o  sangue circula por ele. O cirurgião rompe o silêncio com uma ordem:&lt;BR&gt;–  Adrenalina.&lt;BR&gt;Uma enfermeira lhe entrega uma seringa e ele injeta o medicamento  numa veia logo acima do músculo cardíaco. Três minutos depois, o coração  finalmente começa a bater. Seu ritmo ainda é descompassado. Para regulá-lo, os  médicos aplicam choques elétricos por meio de um desfibrilador. Só depois de  normalizados os batimentos é que se conecta o restante dos vasos  sanguíneos.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Os transplantes estão entre  os procedimentos mais complexos e fascinantes da medicina.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; A  doentes que já esgotaram todas as chances de cura para seus males, hoje é  oferecida a possibilidade de substituir, além do coração, rim, fígado, pulmão,  pâncreas, intestino, córnea, medula óssea, pele, valva cardíaca, ossos e esclera  ocular.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Setenta cirurgias do gênero são realizadas todos os dias no  Brasil – o que representa um aumento de 10% de 2007 para 2008. Esses números só  não são maiores porque, não bastasse o fato de as doações serem em quantidade  insuficiente, &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;o sistema de captação e  distribuição de órgãos no&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;país é falho&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Para contemplar os 70.000 brasileiros à espera de um  transplante seria necessário setuplicar o número de doadores (&lt;A  href="http://veja.abril.com.br/080409/p_110.shtml"&gt;veja reportagem&lt;/A&gt;). &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Apesar desses problemas, os transplantes salvam todos os anos  a vida de cerca de 5 000 brasileiros. Indiretamente, no entanto, eles beneficiam  um contingente muito maior de pessoas – impossível de ser mensurado. Isso  porque, para garantir a sobrevivência dos pacientes transplantados, foi  necessário esmiuçar ainda mais o funcionamento do corpo humano, refinar e  inventar técnicas cirúrgicas e aprimorar e desenvolver remédios antirrejeição.  &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;De tais pesquisas resultaram descobertas valiosas para as  mais diversas especialidades – da cardiologia à imunologia, da medicina  intensiva à infectologia. &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;"Nenhum outro  procedimento influenciou tantas áreas médicas quanto os transplantes", diz o  cirurgião hepático Silvano Raia,&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; professor emérito da  Universidade de São Paulo. Os transplantes exercem sobre as outras  especialidades o que se costuma chamar de "efeito Nasa". A expressão refere-se  ao impacto das tecnologias desenvolvidas pela agência espacial americana sobre o  nosso dia a dia.&lt;BR&gt;Um dos campos que mais lucraram com as conquistas da  medicina dos transplantes foi o da imunologia, graças ao estudo dos processos  envolvidos na rejeição de um órgão. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;O salto que essa área da medicina deu nas últimas cinco  décadas é comparável à passagem da idade da pedra para a idade das luzes. Até os  anos 60, acreditava-se que as principais células de defesa do organismo eram os  linfócitos B, responsáveis pela produção de anticorpos. As pesquisas com os  primeiros transplantados revelaram, porém, a existência de outro grupo de  linfócitos, os T, muito mais ativos e potentes do que os B. E, entre os  linfócitos T, verificou-se, em meados dos anos 80, que as células CD4 são as  verdadeiras comandantes do sistema imune diante da presença de um agente  estranho ao organismo. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Tal descoberta facilitou (e muito) o trabalho dos estudiosos  que desvendaram o mecanismo de ação do HIV, o vírus da aids – e,  consequentemente, agilizou a criação de medicamentos contra a doença.&lt;BR&gt;No  processo típico de rejeição a um transplante, os linfócitos T ativam a reação  contra o órgão doado – como se o novo coração ou fígado fosse um inimigo a ser  destruído. O mapeamento dos mecanismos envolvidos nesse ataque foi essencial  para o entendimento das doenças autoimunes. Entre elas, o diabetes tipo 1.  &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Em 1984, médicos da cidade americana de Minneapolis  realizaram um transplante de pâncreas (um pedaço dele) entre irmãs gêmeas  idênticas. Pouco tempo depois da cirurgia, apesar de o novo órgão não ter sido  rejeitado, a receptora voltou a apresentar os sintomas da doença. Uma  investigação mais aprofundada revelou que o sistema imune dela destruíra as  células pancreáticas produtoras de insulina. O problema surgido do transplante  entre as gêmeas americanas confirmou o que algumas pesquisas apenas indicavam: o  diabetes tipo 1 resulta do ataque do sistema imunológico do doente contra seu  próprio organismo. Abriu-se dessa forma um novo capítulo no tratamento do  distúrbio.&lt;BR&gt;Como o transplante é um recurso extremo, só os doentes em estado  gravíssimo entram na fila de espera por um novo órgão. E, não raro, os médicos  recorrem a tratamentos experimentais na tentativa de garantir a vida dos  pacientes até que eles cheguem à mesa de cirurgia. Lançados na década de 60, os  betabloqueadores eram indicados inicialmente apenas para o combate da  hipertensão. Vinte anos depois, médicos americanos passaram a usar o remédio  para vítimas de insuficiência cardíaca e hipertensão que aguardavam um coração  novo. Tal conduta era evitada por receio de que o medicamento reduzisse ainda  mais a contração do músculo cardíaco, piorando o quadro clínico do doente. Não  foi o que ocorreu. Mais: o uso de betabloqueadores possibilitou que 20% dos  pacientes saíssem da fila. Disseminou-se, assim, a administração desse tipo de  remédio entre as vítimas de insuficiência. Hoje, nove em cada dez o  tomam.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;De todas as contribuições dos transplantes para a medicina,  nenhuma é tão fascinante quanto a que deu origem às investigações sobre as  células-tronco. &lt;/STRONG&gt;Depois da II Guerra Mundial, ao estudarem os efeitos da  radiação em ratos de laboratório, médicos americanos e canadenses passaram a  suspeitar que havia na medula óssea células capazes de regenerar as células  sanguíneas destruídas pela contaminação radioativa. A tais células eles deram o  nome de primitivas. Veio dos primeiros transplantes de medula, nos anos 60, a  comprovação prática de que tal hipótese estava correta. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;A medula é uma fonte rica em células capazes de regenerar,  além do sangue, outros órgãos e tecidos. Estava aberto o caminho para que fossem  identificadas as células-tronco, a grande esperança da medicina para a cura dos  mais diversos males.&lt;BR&gt;A literatura médica registra que o primeiro transplante  de órgão bem-sucedido foi um de rim, realizado em 1954, em Boston, nos Estados  Unidos, entre irmãos gêmeos idênticos. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;A sanguinolência dos procedimentos pioneiros impressionava  até mesmo o mais frio dos cirurgiões. &lt;STRONG&gt;"Hoje, praticamente não há perda  de sangue durante uma cirurgia", diz o cirurgião Sergio Mies, chefe da equipe de  transplantes do Instituto Dante Pazzanese,&lt;/STRONG&gt; &lt;STRONG&gt;em São  Paulo&lt;/STRONG&gt;. Para se ter uma ideia, os primeiros transplantes de fígado  duravam até 24 horas (hoje levam em média cinco horas) e era preciso usar uma  bomba de infusão rápida que injetava quase 20 litros de sangue no decorrer da  cirurgia.&lt;BR&gt;Em que pesem todos os avanços, a rejeição continua a ser o grande  desafio da medicina dos transplantes. A descoberta, nos anos 80, de  imunossupressores mais precisos e potentes significou uma revolução, ao aumentar  drasticamente a sobrevida dos operados. &lt;STRONG&gt;Exemplo: o índice de pacientes  vivos um ano depois de um transplante de rim saltou de 70% para&lt;/STRONG&gt;  &lt;STRONG&gt;quase 100%&lt;/STRONG&gt;. Mas ainda se está longe do ideal. Tais remédios  devem ser tomados por toda a vida e oferecem reações adversas severas. A solução  pode vir dos estudos sobre imunorregulação. Os especialistas buscam um composto  capaz de evitar a rejeição sem que seja necessário deprimir o sistema imune do  paciente. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Há também, é claro, a aposta nas terapias com células-tronco.  Com elas, chegaria ao fim o problema da rejeição, uma vez que órgãos e tecidos  criados em laboratório poderiam ser programados com a genética do paciente. Se  tudo der certo nesse sentido, em um futuro não muito distante a medicina deve  encerrar um ciclo. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;As células-tronco, descobertas nas primeiras transferências  de medula, devem transformar os transplantes – do modo como os conhecemos hoje –  em procedimentos do passado.&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;Áreas beneficiadas pela  medicina dos transplantes&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #33cc00"&gt;Infecções em  geral.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; As pesquisas sobre a rejeição de órgãos transplantados  foram fundamentais para a compreensão do sistema imunológico. Graças a elas, nos  anos 80, descobriu-se que as células CD4, um tipo de linfócito T, regem a  resposta imune do organismo à presença de um agente agressor.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #33cc00"&gt;Aids.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; Os estudos em torno dos remédios  imunossupressores ajudaram a desvendar como o HIV aniquila as defesas do doente.  O vírus da aids inibe a ação das células CD4, levando-as à morte – processo  semelhante à ação dos remédios antirrejeição.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #33cc00"&gt;Diabetes tipo 1. &lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;Um transplante de  pâncreas realizado em 1984 entre irmãs gêmeas idênticas, nos Estados Unidos, foi  decisivo para a caracterização do diabetes tipo 1 como doença  autoimune.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #33cc00"&gt;Artrite  reumatoide.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; O estudo do processo de rejeição impulsionou a  criação dos remédios biológicos contra a artrite reumatoide. Eles inibem a ação  das citocinas, substâncias do sistema imunológico que estão envolvidas no dano  às articulações.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #33cc00"&gt;Insuficiência  cardíaca.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; Ministrados inicialmente apenas contra a hipertensão,  os betabloqueadores começaram a ser indicados para as vítimas de insuficiência  depois da constatação de que eles aumentavam a sobrevida dos pacientes à espera  de um transplante de coração.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #33cc00"&gt;Obstrução  coronária.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; A rapamicina, um imunossupressor desenvolvido na  década de 90, agora ajuda a desobstruir artérias entupidas por placas de  gordura. Quando usada para embeber o stent, a rapamicina previne novas  obstruções.&lt;BR&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #33cc00"&gt;&lt;STRONG&gt;Morte encefálica.  &lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #330033"&gt;Para&lt;/SPAN&gt; garantir que os órgãos  para doação se mantivessem em bom estado, foi necessário estabelecer, nos anos  60, protocolos médicos para o diagnóstico preciso da morte  encefálica.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #33cc00"&gt;Células-tronco.  &lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;Com os transplantes de medula óssea, comprovou-se a existência  de células indiferenciadas capazes de dar origem às células de diversos tecidos  e órgãos do corpo humano – depois chamadas de  células-tronco.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;27 horas de  cirurgia&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;Cristiano Mariz&lt;BR&gt;"Há 22 anos, eu recebi na mesma  cirurgia um fígado e um rim. Foi o primeiro transplante duplo realizado na  América Latina. Eu sofria de uma má-formação congênita do fígado que levou à  insuficiência renal. Às vésperas da operação, eu, que tenho 1,78 metro de  altura, pesava apenas 54 quilos. Era só pele, osso e nariz, como costumo  brincar. A cirurgia durou 27 horas. Eu fui anestesiado no sábado e só acordei na  segunda-feira. Fiquei quase dois meses no hospital, tamanho o medo que os  médicos tinham da rejeição. Depois da alta, não pude voltar para Campo Grande,  minha cidade natal. Tive de ficar em São Paulo, onde ocorreu o transplante, por  um ano, para que os médicos conseguissem acertar a dosagem dos  imunossupressores. Hoje, estou ótimo. Não sinto mais nada – a não ser o que todo  mundo sente: fome, sede, calor, frio... Trabalho normalmente e adoro pescar. Mas  meus filhos agora inventaram que eu estou ficando velho e querem me acompanhar.  E muita gente na beira do rio não dá – espanta os peixes."Alfredo Nimer 61 anos,  engenheiro civil, transplante duplo de rim e fígado em  1987.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Apreensão e  felicidade&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;Lailson Santos&lt;BR&gt;"Desconfiei de que as coisas não  estavam bem em 2000, quando passei a perder o fôlego em caminhadas curtas, de  quinze minutos. Meses depois, ficava ofegante só de subir as escadas da minha  casa. Ao identificar a insuficiência cardíaca, o cardiologista tentou controlar  a doença com medicamentos. Os remédios funcionaram muito bem por seis anos. Em  2007, no entanto, os sintomas voltaram. Quando soube que o transplante era minha  única esperança, fiquei atordoado. No dia 4 de fevereiro, minha mulher atendeu  ao telefonema do Instituto do Coração de São Paulo anunciando que havia chegado  minha vez na fila. Senti uma mistura de apreensão e felicidade. Mas deu tudo  certo. A sensação de ter minha vida de volta supera qualquer sentimento de  estranheza por ter um órgão de outra pessoa. Sei que nasci de novo."Hélio Fujita  61 anos, pediatra, transplante de coração em fevereiro deste  ano.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Novo  nascimento&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;Lailson Santos&lt;BR&gt;"Descobri que tinha hepatite C  por acaso, há quinze anos. Tomei remédios para tentar negativar o vírus, mas  depois de dez anos infectado comecei a me sentir muito mal: tinha falta de ar,  porque a doença afetou os pulmões, e engasgava com os alimentos, porque o  esôfago também já estava comprometido. Foi então que os médicos decidiram me  colocar na fila do transplante. A perspectiva é que eu esperaria quatro anos,  mas meu irmão resolveu me doar uma parte do fígado dele e, em menos de um ano,  eu fiz a cirurgia. Tirei a sorte grande. Não sinto mais falta de ar, passei a  fazer musculação para ficar mais saudável e voltei a cursar a faculdade de  História que eu tinha começado depois de me aposentar. O dia da cirurgia é  comemorado até hoje como meu novo nascimento."José Roberto Nunes 64 anos,  professor universitário aposentado, transplante de fígado em  2006&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;As vantagens do controle  on-line&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;O Brasil tem o maior programa público de  transplantes do mundo. De cada 100 cirurgias do gênero, 92 são pagas pelo  governo, que investe anualmente 530 milhões de reais no sistema&lt;/STRONG&gt;. No  entanto, para que o país se torne referência na área, &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;é preciso aprimorar&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;o sistema de doação, captação e distribuição de  órgãos&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;. Uma das iniciativas mais bem-sucedidas nessa direção foi  a da Secretaria da Saúde de São Paulo.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Em 2006, ela criou o &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;Webtransplante,&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; uma base de dados on-line  que permite aos médicos e ao governo acompanhar diariamente o resultado das  cirurgias realizadas no estado e, a partir daí, planejar melhorias. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Logo ao entrar no ar, o  Webtransplante detectou dois problemas: falhas nas notificações de morte  encefálica e poucos doadores efetivos. Muitos órgãos, por exemplo, eram  desperdiçados por falhas na manutenção do corpo do doador ou por causa da recusa  dos parentes em fazer a doação&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Na tentativa de reverter esse quadro, mais de 500  profissionais foram treinados para ajudar na identificação de doadores  potenciais e fazer contato com as famílias. Em um ano, o número de doadores  aumentou 29% e o de órgãos transplantados, 34%.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #33cc00"&gt;Em São Paulo, há ainda o acompanhamento dos pacientes  depois do transplante. Pelo Webtransplante, cada equipe médica informa  periodicamente à secretaria as condições de saúde dos operados. Como os  hospitais têm no máximo dois meses para fazê-lo, sob pena de não conseguir  cadastrar mais pacientes na fila, o governo consegue acompanhar o resultado de  todos os pacientes, de forma a aprimorar ainda mais o&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;  &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #33cc00"&gt;sistema.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;A partir desse monitoramento, é possível determinar até que  ponto um transplante é eficaz ou não – e também o grau de sucesso de cada  hospital e seus respectivos médicos. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;O chefe dos transplantes do Hospital Albert Einstein, Ben-Hur  Ferraz Neto, entusiasta do banco de dados on-line, considera que São Paulo tem  hoje um dos melhores sistemas de informação sobre transplantes do mundo. "As  decisões para melhorar o sistema são tomadas a partir de dados concretos, e não  de impressões", diz ele. "Se esse sistema fosse implantado no país inteiro, o  Brasil daria um enorme passo adiante."&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;Para fazer a fila andar melhor&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;Lailson  Santos&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Pioneirismo.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; O  cirurgião inglês Paul McMaster é um dos principais responsáveis pelos avanços  nos transplantes de fígado.&lt;BR&gt;O cirurgião inglês Paul McMaster é um dos  pioneiros dos transplantes hepáticos, o mais complexo de todos os transplantes.  &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Em 1980, juntamente com o médico Elwyn Elias, ele fundou a  Unidade de Fígado da Universidade de Birmingham, no interior da Inglaterra. De  lá para cá, o centro transformou-se num difusor de inovações. É de McMaster e  sua equipe, por exemplo, a descoberta de que algumas pessoas podem, sim,  beneficiar-se de um fígado não inteiramente perfeito. Com isso, as filas  passaram a andar mais rapidamente e muitas vidas foram salvas. Hoje, aos 65  anos, McMaster atua na organização humanitária Médicos sem Fronteiras,  coordenando equipes em áreas de conflito na África. Durante sua última visita ao  Brasil, McMaster falou à repórter Naiara Magalhães.&lt;BR&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;&lt;STRONG&gt;Órgãos não perfeitos&lt;/STRONG&gt;.&lt;/SPAN&gt; No começo  da década de 90, minha equipe em Birmingham percebeu que muitos órgãos antes  considerados impróprios para o transplante poderiam salvar vidas. Pouquíssimos  órgãos são "perfeitos", mas muitos são adequados e podem ser usados de maneira  bem-sucedida em alguns pacientes. Por exemplo: uma pessoa que tem o sangue  infectado pelo vírus da hepatite C, mas não tem a doença instalada no fígado,  pode ser um bom doador para um paciente com cirrose hepática também causada pelo  vírus da hepatite C. Ainda que esse receptor contamine o fígado transplantado,  ele provavelmente viverá muito bem entre dez e vinte anos sem comprometer o  funcionamento do novo órgão. Com essa mudança de abordagem, foi possível  aumentar o número de pacientes salvos. Há vinte anos, de 50% a 70% das pessoas à  espera de um transplante de fígado, em todo o mundo, morriam antes ser  atendidas. Hoje, esse índice fica em torno de 15%.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;Um em dois.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; A maior inovação dos últimos  anos, no campo do transplante de fígado, foi o desenvolvimento da técnica de  dividir um órgão para beneficiar duas pessoas: em geral, a menor parte vai para  uma criança e a maior fica com um adulto. É um procedimento difícil de ser  realizado, mas uma ótima maneira de aumentar o número de operados. Os avanços na  área cirúrgica permitiram, ainda, diminuir o sofrimento das pessoas que passam  por um transplante de fígado. Há vinte anos, essa operação durava de dezessete a  24 horas. Atualmente, leva cinco horas, em média. O tempo de recuperação  pós-operatória também caiu pela metade – de trinta dias para duas semanas ou até  dez dias, em alguns casos.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;A  cura.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; A maioria das pessoas que passam por um transplante de  fígado consegue, hoje, ter uma vida normal. Se o paciente ultrapassar o primeiro  ano, a chance de ele durar os próximos vinte, e com qualidade de vida, é maior  do que em qualquer outro transplante. Com moderação, ele pode fazer tudo – até  tomar uma taça de vinho no almoço. Uma das maiores contribuições para a melhoria  da qualidade de vida dos transplantados ocorreu a partir do momento em que  otimizamos o uso dos medicamentos antirrejeição, os imunossupressores. Tais  medicamentos são muito agressivos e costumam causar problemas graves, como  insuficiência renal, hipertensão, diabetes e colesterol alto. Minha equipe em  Birmingham começou a usar esses remédios em menor quantidade, de forma a  devolver às pessoas uma existência de fato normal. Nós diminuímos as dosagens ao  mínimo suficiente para evitar a rejeição e, ao mesmo tempo, reduzir seus efeitos  colaterais. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;De 15% a 25% dos pacientes, especialmente os mais idosos,  ainda sofrem com os efeitos da medicação. Mas o mais importante é que, para a  maioria das pessoas, o transplante de fígado representa a cura  total.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Informações  preciosas.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; O maior gargalo na área dos transplantes de fígado  ainda é o número de doadores. Os países com as melhores taxas de pessoas salvas  por esse tipo de cirurgia – a Espanha, em primeiro lugar, além de Inglaterra,  França e Bélgica – são aqueles que investiram em ações capilares para aumentar o  número de doações.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Uma das estratégias mais eficazes é criar uma rede de  coordenadores de transplantes em todo o país. Esses profissionais monitoram os  hospitais para identificar os potenciais doadores, fazem o contato (sempre  delicado) com as famílias, explicando que o diagnóstico de morte encefálica é  absolutamente preciso e esclarecendo os benefícios da doação de órgãos. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;Outra estratégia fundamental para incentivar o  aumento das doações é informar o maior número possível de pessoas sobre como  esse tipo de cirurgia é capaz de salvar milhares de vidas a cada ano. A  população tem de ter acesso a todos os dados do trabalho feito pelos médicos. Na  Inglaterra, por exemplo, essas informações estão na internet. Dessa forma, as  pessoas não precisam acreditar apenas num discurso edificante. Elas têm a  oportunidade de conferir os resultados e tirar suas próprias  conclusões.&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Os mais doentes,  primeiro&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;. Administrar a fila do transplante também é fundamental  para evitar desperdícios e salvar vidas. É crucial que o paciente mais  necessitado receba o órgão primeiro. Já adotado nos Estados Unidos e em boa  parte da Europa, esse modelo começa a ser posto em prática por um número  crescente de países. No Brasil, isso ocorre desde 2006. Até então, vigorava o  sistema da lista cronológica, em que a prioridade era dada a quem estava na  lista havia mais tempo. Sob a vigência dos critérios antigos, um paciente muito  doente morria antes de chegar a sua vez, enquanto outro, em estado menos grave,  era beneficiado. Além disso, o critério cronológico produzia listas muito  maiores. Os pacientes com doenças hepáticas costumavam entrar na fila antes de  precisar realmente do transplante, apenas por saber que o tempo de espera seria  muito longo.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Uma decisão  difícil.&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; Há situações em que a pessoa está tão doente que  receber um fígado novo não vai ajudá-la. Nesses casos, o melhor é não fazer o  transplante. Para receber um órgão doado, o paciente tem de ter mais de 80% de  chance de sobreviver por mais de cinco anos com o transplante e 70% de  probabilidade de morrer em um ou dois anos se não passar pela cirurgia.  &lt;STRONG&gt;Esse é um dos julgamentos mais difíceis que o médico tem de fazer, mas é  essencial: se o transplante não pode ajudar uma pessoa, é melhor usar o órgão  para melhorar a vida de  outra.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado por  atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/04/revista-veja-medicina-muito-alem-da.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt;  em 4/05/2009 04:19:00 AM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-2598948153409298658?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
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Entretanto, alguns  recordes foram obtidos e devem ser devidamente salientados, o mais significativo  foi que pela primeira vez um estado ultrapassou a barreira dos 15 doadores pmp  (Santa Catarina com 16,7 pmp), também, de forma inédita foram realizados mais do  que 3.500 transplantes renais e com doador falecido, foram superados os 2.000  transplantes de rim e os 1.000 de fígado.&lt;BR&gt;Houve aumento de 9,2% nos  transplantes renais, as custas principalmente do emprego de doador falecido  (16,1%) com mínimo aumento do transplante com doador vivo (2,2%) e de 15,8% nos  transplantes hepáticos, com incremento de 21,7% nos transplantes com doador  falecido e queda de 18,8% nos com doador vivo, o quenão é de se lamentar.  Também, ocorreu aumento nos transplantes de coração (25%), de pulmão (15,2%) e  combinado de rim e pâncreas (9,8%), entretanto, a taxa desses transplantes é  desproporcionalmente pequena quando analisada em relação ao número de doadores  efetivos. Está havendo uma queda nos transplantes de pâncreas isolado, revelando  um critério mais restrito para a indicação dessa modalidade de transplante, o  que é louvável, tendo sido realizados apenas 166 transplantes, a grande maioria  em São Paulo.&lt;BR&gt;Em relação aos estados, observou-se um acréscimo nas taxas de  doação no Espírito Santo (65%), Pernambuco (44%), Minas Gerais (39%), São Paulo  (29%), Goiás (27%), Ceará (19%), Rio Grande do Norte (18%), Paraíba (17%). Santa  Catarina (13%), Pará (13%), Distrito Federal&lt;BR&gt;(5%) e &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;Bahia (2%&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;), e queda no Mato Grosso (33%),  Paraná (15%), Rio de Janeiro (13%), Maranhão (9%), Rio Grande do Sul (10%) e  Mato Grasso do Sul (10%).&lt;BR&gt;No transplante renal, Santa Catarina (37,3 pmp) e  São Paulo (37,1 pmp) se destacaram, mas ao analisar os transplantes com doador  vivo, São Paulo (19,4 pmp) e Paraná (17,9 pmp) foram os mais ativos, muito acima  da média do Brasil (9,5 pmp) e próximos da meta para o país em 10 anos (20 pmp),  enquanto que com doador falecido os estados mais atuantes foram Santa Catarina  (29,5 pmp) e Rio Grande do Sul (19,7 pmp), muito superiores que a média do  Brasil (11 pmp) e Santa Catarina quase atingindo o objetivo previsto em 10 anos  (35 pmp).&lt;BR&gt;No transplante hepático destacaram-se Santa Catarina (15,5 pmp) e  São Paulo (13,2 pmp), sendo que em São Paulo foram realizados 11,2 pmp com  doador falecido e 2,0 pmp com doadror vivo, sendo o mais ativo nessa modalidade  de transplante, seguido pelo Rio de Janeiro (1,8 pmp).&lt;BR&gt;No transplantes de  coração destacam-se como no ano passado, apenas invertendo a ordem, o Ceará (3,8  pmp) e o Paraná (3,3 pmp), distante dos demais estados e da média brasileira  (1,1 pmp), enquanto que os transplantes pulmonares são realizados, na prática,  apenas no Rio Grande do Sul (2,5 pmp) e em São Paulo (0,6 pm).&lt;BR&gt;Os  transplantes simultâneos de rim e pâncreas são realizados principalmente em São  Paulo (2,2 pmp) e Paraná (1,8 pmp).&lt;BR&gt;Com relação aos transplantes de córneas  houve um crescimento de 12% e a taxa obtida (72,4 pmp) é em torno de 82% da  prevista para atender a necessidade do país (90 pmp). São Paulo (153 pmp),  Distrito Federal (146 pmp), Minas Gerais (102 pmp) e Paraná (97 pmp) realizaram  mais transplantes que a necessidade prevista, entretanto, apenas São Paulo está  se aproximando da "lista zero". Devem ser analisadas detidamente nesse ano o  grande número de pacientes em lista de espera, desproporcional ao número de  transplantes realizados e à necessidade prevista e, principalmente, a baixa taxa  de efetivação de transplantes em relação ao número de córneas removidas em  alguns estados.&lt;BR&gt;Enfim, 2008 foi um ano positivo para os transplantes no país,  e a ABTO está consciente de que participou dessa retomada, assim como outras  entidades, pois atuou efetivamente em 14 estados através de seus programas  educacionais, e nesse ano propoe-se a atuar em pelo menos 20 em estados, que  buscarem o seu apoio, para obter no final de 2009 o seu objetivo (8,5 doadores  pmp).&lt;BR&gt;Valter Duro Garcia&lt;BR&gt;Editor RBT&lt;BR&gt;Associação Brasileira de  Transplante de Órgãos – ABTO • www.abto.org.br&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado  por atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/02/associacao-brasileira-de-transplante-de.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt;  em 2/27/2009 02:36:00 AM&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;* * *&lt;BR&gt;Antonio Pereira (Apon) - Skype/MSN:  aponarte&lt;BR&gt;Visite nosso site: &lt;A  href="http://br.geocities.com/aponarte/"&gt;http://br.geocities.com/aponarte/&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;Para  receber diariamente as novidades do site, cadastre seu e-mail em: &lt;A  href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=aponhomepage&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=aponhomepage&amp;amp;loc=pt_BR&lt;/A&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-4608755976187690984?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
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Em dez anos, foram feitos  45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de  atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera  aumenta. &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;São quase 69 mil pessoas na fila.  &lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião  Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas  buscam o tratamento por meio de transplantes. "O Brasil é vítima do próprio  sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso  há uma procura e uma indicação maior&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt; &lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;por esse serviço&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;".&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha  Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de  crescimento da lista -que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a  cada dia- é maior do que a de transplantes.Paim, no entanto, diz que há uma  evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se  a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no  entanto, o Brasil ainda está longe", afirma. "&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #33cc00"&gt;A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes  maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar",  diz&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #ff6600"&gt;Entre os problemas  atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência  de neurologistas nos hospitais&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O  número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano,  é elevar o índice para 8,5.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de  habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 – é a primeira vez em que um  Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão. A maioria dos  transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 – um recorde. Há,  porém, cerca de 34 mil à espera de um rim, hoje. Os transplantes de córnea  também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na  fila).&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um  pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema  no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento  da fila pela rede foram algumas das medidas  divulgadas.&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado por atxbahia.blogspot.com no &lt;A  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/02/dobra-o-numero-de-transplantes-no.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt;  em 2/24/2009 04:08:00 AM&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;* * *&lt;BR&gt;Antonio Pereira (Apon) - Skype/MSN:  aponarte&lt;BR&gt;Visite nosso site: &lt;A  href="http://br.geocities.com/aponarte/"&gt;http://br.geocities.com/aponarte/&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;Para  receber diariamente as novidades do site, cadastre seu e-mail em: &lt;A  href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=aponhomepage&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=aponhomepage&amp;amp;loc=pt_BR&lt;/A&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-655687386151881014?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
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Foram programados mais de 400  mutirões em todos os estados para fazer gratuitamente exames de urina e de  creatinina no sangue, que ajudam a detectar a doença no estágio inicial.&lt;BR&gt;O  objetivo da campanha é alertar as pessoas sobre os riscos da doença que cresce  cerca de 8% ao ano no Brasil. De acordo com a SBN, cerca de 10 milhões de  pessoas são vítimas de complicações renais no país. Desse total, 2 milhões  sofrem com doenças renais crônicas e 60% não sabem que têm o problema. Nos casos  mais graves, as complicações nos rins podem levar à perda do órgão e à  morte.&lt;BR&gt;Em 2007, foram feitos no Brasil 3.397 transplantes de rins, contra  3.281 em 2006, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de  Transplante de Órgãos. Segundo a associação, atualmente os estados com mais  pessoas na fila do transplante são: São Paulo (9.583), Minas Gerais (3.931), Rio  de Janeiro (3.537), Paraná (2.471) e Bahia (2.345). Ao todo, a SBN calcula que o  país já realizou 25 mil transplantes de rins.&lt;BR&gt;Uma pesquisa feita pela SBN em  546 unidades de diálise do Brasil revelou ainda um aumento de 72% no número de  pessoas que fazem esse tipo de tratamento entre janeiro de 2000 e o mesmo mês de  2009. A diálise é um processo destinado a repor as funções dos rins, retirando  as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do  organismo.&lt;BR&gt;Segundo o presidente da SBN, Emmanuel Burdmann, atualmente 87 mil  pessoas fazem diálise no Brasil. "Existem cerca de 600 hemocentros, no país, o  que é insuficiente para atender a demanda. Além disso, o quadro de especialistas  não é suficiente para tratar todo mundo."&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: #ff6600"&gt;O médico disse que que a doença atinge com mais  freqüência três grupos de pessoas: pessoas que têm diabetes (doença metabólica  caracterizada por um aumento anormal da glicose ou açúcar no sangue),  hipertensos (pessoas que têm pressão arterial elevada) e pessoas com mais de 50  anos.&lt;BR&gt;Burdmann explicou que os sintomas mais comuns da doença renal são:  inchaços no corpo, mau hálito, palidez e coceiras. "É difícil as pessoas ligarem  esses sintomas à doença renal. Existem várias doenças com os mesmos sintomas, e  isso prejudica o diagnóstico precoce. Por isso, quando a pessoa chega para fazer  o exame, 50% do rim já está com o funcionamento  prejudicado."&lt;BR&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #000000"&gt;Da Agência  Brasil&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--&lt;BR&gt;Postado por atxbahia.blogspot.com no &lt;A  title="http://atxbahia.blogspot.com/2009/03/12032009-19h28-saude-campanha-alerta.html&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"  href="http://atxbahia.blogspot.com/2009/03/12032009-19h28-saude-campanha-alerta.html"&gt;ATX-BA&lt;/A&gt;  em 3/12/2009 06:18:00 PM&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-2873685040444375399?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u1Sxv8oTocTuaUjq0erGscgrj2U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u1Sxv8oTocTuaUjq0erGscgrj2U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/2873685040444375399/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/03/prevencao-de-doencas-renais.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/2873685040444375399" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/2873685040444375399" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/03/prevencao-de-doencas-renais.html" title="Prevenção de doenças renais" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-7114128467013137641</id><published>2009-03-12T10:06:00.002-03:00</published><updated>2009-04-20T14:10:11.521-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Notícias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Família usa outdoor</title><content type="html">&lt;DIV&gt;&lt;BR&gt; &lt;TABLE cellSpacing=7 cellPadding=2 width=valign=top border=0&gt;   &lt;TBODY&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD class=j vAlign=top&gt;&lt;FONT        style="FONT-SIZE: 85%; FONT-FAMILY: arial,sans-serif"&gt;&lt;BR&gt;       &lt;DIV style="PADDING-TOP: 0.8em"&gt;&lt;IMG height=1 alt="" width=1&gt;&lt;/DIV&gt;       &lt;DIV class=lh&gt;&lt;A        title="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/8-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/03/12/familia-usa-outdoor-para-conseguir-doacao-de-medula-ossea-para-adolescente-em-campinas-sp-754799756.asp&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=Egi5SaaVOIWEkQSd5fH4Cw&amp;amp;usg=AFQjCNF3SwChnDxhIQrnjY2H-Pwrg8y56Q&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"        href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/8-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/03/12/familia-usa-outdoor-para-conseguir-doacao-de-medula-ossea-para-adolescente-em-campinas-sp-754799756.asp&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=Egi5SaaVOIWEkQSd5fH4Cw&amp;amp;usg=AFQjCNF3SwChnDxhIQrnjY2H-Pwrg8y56Q"&gt;Família        usa outdoor para conseguir &lt;B&gt;doação&lt;/B&gt; de medula óssea para        &lt;B&gt;...&lt;/B&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT size=-1&gt;&lt;FONT color=#6f6f6f&gt;O        Globo&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT size=-1&gt;O número de ligações de pessoas        interessadas em &lt;B&gt;doar&lt;/B&gt; o &lt;B&gt;órgão&lt;/B&gt; aumentou. Qualquer pessoa entre        18 e 55 anos com boa saúde pode &lt;B&gt;doar&lt;/B&gt; a medula óssea, que é retirada        do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe        em apenas 15 dias  &lt;B&gt;...&lt;/B&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;* * *&lt;BR&gt;Antonio Pereira (Apon) - Skype/MSN:  aponarte&lt;BR&gt;Visite nosso site: &lt;A  href="http://br.geocities.com/aponarte/"&gt;http://br.geocities.com/aponarte/&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;Para  receber diariamente as novidades do site, cadastre seu e-mail em: &lt;A  href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=aponhomepage&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=aponhomepage&amp;amp;loc=pt_BR&lt;/A&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-7114128467013137641?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3tsZpYx51Dv1HzS8uU1LmDoQTK8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3tsZpYx51Dv1HzS8uU1LmDoQTK8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3tsZpYx51Dv1HzS8uU1LmDoQTK8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3tsZpYx51Dv1HzS8uU1LmDoQTK8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/7114128467013137641/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/03/familia-usa-outdoor.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/7114128467013137641" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/7114128467013137641" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/03/familia-usa-outdoor.html" title="Família usa outdoor" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-9186120945725582857</id><published>2009-03-03T15:41:00.002-03:00</published><updated>2009-04-20T14:08:15.710-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bahia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Notícias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Salvador" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Convite</title><content type="html">&lt;DIV&gt; &lt;H3 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: black; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/H3&gt; &lt;P class=MsoBodyText2 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial"&gt;Prezado  Senhor (a).&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial"&gt;É com  grande alegria e orgulho que a Associação de Pacientes Transplantados da Bahia  (ATX-BA) vem comunicar a outorga do Título de Cidadão de Salvador ao Dr. José  Osmar Medina de Abreu Pestana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial"&gt;Contamos  com a presença de todos para essa merecida homenagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 11pt; COLOR: #292526; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial"&gt;"Aos  18 anos ele saiu de Ipassu, município de 13 mil habitantes no interior de São  Paulo. Aos 53, José Osmar Medina Pestana ultrapassou a marca de 6 mil  transplantes na capital e em outras partes do mundo. Graduado pela Escola  Paulista de Medicina, atual Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em  1979, dez anos depois concluía o pós-doutorado em Oxford, Inglaterra. Há dois  anos, recebeu das mãos de seu orientador, Peter Morris, o título de &lt;I&gt;fellow  honorary do Royal College of Surgeons of England. &lt;/I&gt;Professor titular da  Disciplina de Nefrologia da Unifesp, dirigiu o Hospital São Paulo de  &lt;st1:metricconverter ProductID="1993 a" w:st="on"&gt;1993 a&lt;/st1:metricconverter&gt;  1999. Presidiu a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos de  &lt;st1:metricconverter ProductID="2001 a" w:st="on"&gt;2001 a&lt;/st1:metricconverter&gt;  2003, entidade que completou 20 anos em dezembro e na qual continua como  presidente do Conselho Consultivo. Em meio aos 15 transplantes por semana, ainda  preside a Sociedade Latino-Americana de Transplantes, é delegado da AMB e  suplente da Comissão de Transplantes de Órgãos e Tecidos desde  &lt;st1:metricconverter ProductID="2003"" w:st="on"&gt;2003"&lt;/st1:metricconverter&gt;.  (Jamb – JAN/FEV 2007)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;ATX-BA&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;CONVITE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;A Câmara municipal da Cidade do Salvador  tem a honra de convidar V. Exa. para a solenidade de outorga do Título de  Cidadão da Cidade do Salvador ao Dr. José Osmar Medina de Abreu Pestana, nos  termos da Resolução n.º 1.848/08, requerida pela Vereadora Eron Vasconcelos, a  ser realizada no dia 26 de março, às 19 horas no Centro Cultural da Prefeitura  da Cidade do Salvador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;Centro Cultural, março de 2009&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: center"  align=center&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;Alan  Sanches&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;Presidente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: black"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: black"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: black"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: black"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: black"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;* * *&lt;BR&gt;Antonio Pereira (Apon) - Skype/MSN:  aponarte&lt;BR&gt;Visite nosso site: &lt;A  href="http://br.geocities.com/aponarte/"&gt;http://br.geocities.com/aponarte/&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;Para  receber diariamente as novidades do site, cadastre seu e-mail em: &lt;A  href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=aponhomepage&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=aponhomepage&amp;amp;loc=pt_BR&lt;/A&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-9186120945725582857?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
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O que  predomina no meio sobre este assunto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;são "achismos" e desinformação de  espiritualistas teóricos e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;mal informados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt; É como eu disse, de forma  geral, pois aqueles que são&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;excessivamente materialistas e  egoístas, não devem doar, por causa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;de suas características  psicológicas e bioenergéticas. Eles&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;são apegados ao corpo e a doação  poderá trazer repercussões&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;desagradáveis (embora falsas ou  parapsicossomáticas) ao doador e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;possivelmente ao receptor. Este  despertaria uma possível obsessão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;de quem doou para quem  recebeu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt; Convém deixar claro que  independente de doar ou não, os&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;materialistas e egoístas sofrerão  imensamente ao desencarnar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt; Estes podem se tornar  "fantasmas" de si mesmos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt; Desencarnarão densos e  pesados e não conseguirão conexão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;com os bons espíritos amparadores  que não poderão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;resgatá-los, não porque não  queiram, mas porque não o&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;acessam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt; A projeciologia chama estes  recém desencarnados de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;parapsicóticos  post-mortem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt; Eles costumam não terem  consciência de que desencarnaram e ficam&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;"assombrando" os parentes. É aí  que os evangélicos e os&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;umbandistas dizem que há um  encosto. E há mesmo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt; É um princípio simples:  densidade ou peso específico. Se&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;você jogar uma pedra n'água ela  afunda, se jogar um isopor, ele&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;flutua. A pessoa materialista é  densa e pesada, por só viver pela&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;matéria, que é densa e pesada. O  ser espiritualista de fato, é&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;leve e sutil, pois a  espiritualidade sadia, também é. O&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;materialista desencarna como  pedra e o bom espiritualista como isopor. O&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;resultado disso é que o  materialista fica "assobrando" na crosta ou&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;afunda para colônias espirituais  densas e umbralinas, que vibram na&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;mesma freqüência energética de  corpo astral (psicossoma). O&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;espiritualista desencarna leve e  assim consegue ver, ouvir e sentir os&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;bons espíritos, que também são  leves e podem levá-lo as boas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;colônias  espirituais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt; O conselho final para  encerrar este assunto é: doe se você&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;quiser. Aí você descobre sua  sintonia pessoal. Quem deseja doar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;sem medo e de coração, já está  ficando leve e sutil, se você&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;não deseja com sinceridade e de  coração, não doe, você&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;está na sintonia que  escolheu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt; Sem recriminações ou  julgamentos, apenas relato os fatos para que&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;cada um se torne consciente de  seus atos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;gt; Dalton e Andréa - e do site  www.consciencial.org&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;* * *&lt;BR&gt;Antonio Pereira (Apon)&lt;BR&gt;Visite nosso  site: &lt;A  href="http://br.geocities.com/aponarte/"&gt;http://br.geocities.com/aponarte/&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;Skype/MSN:  aponarte&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-8255087857768826091?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rZ54YT3-HyJsEyEgc_fVHCLXpak/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rZ54YT3-HyJsEyEgc_fVHCLXpak/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.aponarte.com.br/feeds/8255087857768826091/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/02/devo-ou-nao-doar-meus-orgaos_898.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/8255087857768826091" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2607313002945814986/posts/default/8255087857768826091" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.aponarte.com.br/2009/02/devo-ou-nao-doar-meus-orgaos_898.html" title="Devo ou não doar meus órgãos" /><author><name>Antonio Pereira (Apon)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03963039737104185211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="07258460935907833301" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2607313002945814986.post-1690924252061469336</id><published>2009-02-09T10:55:00.006-03:00</published><updated>2009-04-20T14:00:43.193-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Espiritismo on line" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Educação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doa vida" /><title type="text">Doação de órgãos - um ato de amor</title><content type="html">&lt;DIV style="FONT: 10pt Tahoma"&gt; &lt;DIV style="BACKGROUND: #f5f5f5"&gt; &lt;DIV style="font-color: black"&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;FONT  face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 border=0&gt;   &lt;TBODY&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD vAlign=top&gt;       &lt;DIV class=postbody&gt;&lt;SPAN style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;FONT size=5&gt;&lt;SPAN        style="FONT-SIZE: 150%; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;FONT size=4&gt;Doação de órgãos        - um ato de amor&lt;/FONT&gt; &lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;Escrito por Victor Rebelo        &lt;BR&gt;09-Jan-2009&lt;BR&gt;&lt;IMG alt=Imagem        src="http://comps.fotosearch.com/comp/UNC/UNC265/simbolos-icones-medico_~u19014927.jpg"&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;SPAN        style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Cada pessoa tem o direito de escolher entre a        doação ou não dos órgãos. Mas o que ocorre, energeticamente, após a morte        e com o transplante dos órgãos?&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Um pacote de medidas do        ministério da saúde visa facilitar e incentivar a doação de órgãos. Uma        das medidas estabelece que os profissionais de saúde recebam bonificações        pelos transplantes realizados. Além disso, os critérios para fila de        transplante de órgãos deverão ser padronizados em todo o País, pois,        atualmente, há possibilidade de Estados adotarem critérios diferentes.        Será possível, inclusive, acompanhar o andamento da fila de espera por        doações através da Internet.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A nova regulamentação ainda prevê o        sistema de "doador expandido", que permite a doação de órgãos por        portadores de hepatites B e C, aids, doença de chagas e alguns tipos de        tumores, com o consentimento, é claro, do receptor.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Infelizmente, o        Brasil ainda tem baixíssimos índices de doações. Apenas 50% dos potenciais        doadores falecidos são notificados. Deste total, 20% se tornam doadores.        Para mudar este quadro, será realizada uma campanha de conscientização        para aumento do número de doadores.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na contramão, alguns espíritas        são contra a idéia de doação de órgãos. Alguns dos argumentos usados é o        de que o espírito, mesmo após a morte, pode vir a sofrer com a retirada        dos órgãos do seu cadáver. Isso, na minha opinião, demonstra um        conhecimento apenas parcial da doutrina espírita.. Vejamos, apenas de        passagem, alguns pontos:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;SPAN        style="COLOR: rgb(191,64,255)"&gt;Como ocorre o processo do        desencarne?&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Após a morte física, os laços energéticos que        uniam o espírito ao corpo material vão se desfazendo gradualmente. Porém,        ainda que seja gradativo, uma vez iniciado o processo do desencarne é        impossível o espírito voltar a "reencarnar" no mesmo corpo. Isso ocorre        também com a morte cerebral.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;SPAN        style="COLOR: rgb(64,64,128)"&gt;Então, os órgãos do corpo já não servirão        para mais nada...&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Exato. Entrarão em processo de        decomposição e irão alimentar microorganismos e vermes, ou então, poderá        ser cremado. Por outro lado, numa atitude caridosa, podemos autorizar o        transplante para que sirvam de instrumentos a um outro corpo físico,        melhorando a qualidade de vida desta pessoa. Se for do merecimento dela,        (Lei do Karma, ação e reação) haverá uma assimilação energética em torno        do órgão recebido e o transplante será bem sucedido.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;SPAN        style="COLOR: rgb(191,0,255)"&gt;Mas, o espírito desencarnado não poderá        sofrer?&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Talvez. Isso vai depender do apego material que esse        espírito tiver com o corpo físico. Mesmo assim, o sofrimento será nada        mais que uma impressão, ou no máximo, uma repercussão energética.        Geralmente não passa de um sofrimento moral, mas cada caso é um        caso.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(255,0,64)"&gt;Então, não seria        bom evitar a doação?&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Mas por que evitar esse ato de        caridade? Jesus disse que o amor cobre a multidão de pecados. O respeito e        a gratidão que o doador irá receber pelo ato servirão como um bálsamo de        energias amorosas. Sem contar que existem espíritos que ficam na        retaguarda, dando apoio durante o processo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Para finalizar, é        importante deixar claro que a doutrina espírita não dita regras de        comportamento, mas oferece diretrizes para a vida. Cabe a cada um decidir        o que fazer.&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;IMG alt=Imagem        src="http://comps.fotosearch.com/comp/SUE/SUE112/coracao-coluna_~HLBW0262.jpg"&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;SPAN        class=postbody&gt;&lt;BR&gt;       &lt;DIV align=center&gt;_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _        _ _&lt;BR&gt;&lt;SPAN style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;EM TUDO NA VIDA TENHO MAIS DÚVIDAS        QUE CERTEZAS, ISSO ÀS VEZES ME CAUSA ANGÚSTIA...MAS A VERDADE ESTÁ LÁ ...        NO FIM DO ARCO-ÍRIS !!!&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV style="CLEAR: both; COLOR: white"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-1690924252061469336?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZQNDTeaawhSh0BEg_mUr08Ejy8k/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZQNDTeaawhSh0BEg_mUr08Ejy8k/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype  id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" o:spt="75" o:preferrelative="t"  path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"/&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"/&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"/&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"/&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"/&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"/&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"/&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path o:extrusionok="f" gradientshapeok="t" o:connecttype="rect"/&gt;  &lt;o:lock v:ext="edit" aspectratio="t"/&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="" style='width:.75pt;  height:.75pt'/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;img  src="cid:part1.09050600.04000605@bol.com.br"  _base_href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/4-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.farolcomunitario.com.br/mg_005_0198.htm&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNEDU4OTgoEA6hQ5Ma_PEN-gDORsTg"  v:shapes="_x0000_i1025" height="1" width="1"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;a  href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/4-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.farolcomunitario.com.br/mg_005_0198.htm&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNEDU4OTgoEA6hQ5Ma_PEN-gDORsTg"  _base_href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/4-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.farolcomunitario.com.br/mg_005_0198.htm&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNEDU4OTgoEA6hQ5Ma_PEN-gDORsTg"&gt;&lt;b&gt;Transplantes&lt;/b&gt;: Minas Gerais &amp;eacute; o segundo Estado do pa&amp;iacute;s em capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;span style="color: rgb(111, 111, 111);"&gt;Farol Comunit&amp;aacute;rio&amp;nbsp;-&lt;/span&gt; &lt;nobr&gt;1 fev. 2009&lt;/nobr&gt;&lt;br&gt; As Comiss&amp;otilde;es Intra-hospitalares de &lt;b&gt;Doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/b&gt; de &lt;b&gt;&amp;Oacute;rg&amp;atilde;os&lt;/b&gt; e Tecidos para &lt;b&gt;Transplantes&lt;/b&gt;- CIHDOTTS, constitu&amp;iacute;das por meio da Portaria 1.752/GM, de 23 de setembro de &lt;b&gt;...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span  style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span  style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape  id="_x0000_i1026" type="#_x0000_t75" alt="" style='width:.75pt;height:.75pt'/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;img  src="cid:part1.09050600.04000605@bol.com.br"  _base_href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/3-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.comuniweb.com.br/%3Fidpaginas%3D20%26idmaterias%3D396284&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNG-vy50Q6g3WLf1zdqpB5eg-1lPdg"  v:shapes="_x0000_i1026" border="0" height="1" width="1"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;a  href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/3-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.comuniweb.com.br/%3Fidpaginas%3D20%26idmaterias%3D396284&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNG-vy50Q6g3WLf1zdqpB5eg-1lPdg"  _base_href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/3-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.comuniweb.com.br/%3Fidpaginas%3D20%26idmaterias%3D396284&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNG-vy50Q6g3WLf1zdqpB5eg-1lPdg"&gt;Telemedicina para &lt;b&gt;transplantes&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;span style="color: rgb(111, 111, 111);"&gt;ComuniWEB&amp;nbsp;-&lt;/span&gt; &lt;nobr&gt;5 horas atr&amp;aacute;s&lt;/nobr&gt;&lt;br&gt; O projeto visa estimular a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipes para atendimento de alta complexidade, inclusive capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &lt;b&gt;transplante&lt;/b&gt; de &lt;b&gt;&amp;oacute;rg&amp;atilde;os&lt;/b&gt;, nos estados que ainda n&amp;atilde;o &lt;b&gt;...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span  style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape  id="_x0000_i1027" type="#_x0000_t75" alt="" style='width:.75pt;height:.75pt'/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;img  src="cid:part1.09050600.04000605@bol.com.br"  _base_href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/2-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.cosmo.com.br/noticia/20572/2009-02-02/ribeirao-atinge-indice-de-doacoes-igual-aos-eua.html&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNGvIRqazooWInlNWfTvVCqsuyPFEA"  v:shapes="_x0000_i1027" border="0" height="1" width="1"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;a  href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/2-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.cosmo.com.br/noticia/20572/2009-02-02/ribeirao-atinge-indice-de-doacoes-igual-aos-eua.html&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNGvIRqazooWInlNWfTvVCqsuyPFEA"  _base_href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/2-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.cosmo.com.br/noticia/20572/2009-02-02/ribeirao-atinge-indice-de-doacoes-igual-aos-eua.html&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNGvIRqazooWInlNWfTvVCqsuyPFEA"&gt;Ribeir&amp;atilde;o atinge &amp;iacute;ndice de &lt;b&gt;doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/b&gt; igual aos EUA&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;span style="color: rgb(111, 111, 111);"&gt;Cosmo Online&amp;nbsp;-&lt;/span&gt; &lt;nobr&gt;4 horas atr&amp;aacute;s&lt;/nobr&gt;&lt;br&gt; No total foram 33 doadores vi&amp;aacute;veis (que tiveram pelo menos um &lt;b&gt;&amp;oacute;rg&amp;atilde;o&lt;/b&gt; aproveitado para &lt;b&gt;transplante&lt;/b&gt;) na regi&amp;atilde;o de Ribeir&amp;atilde;o Preto em 2008, representando 6,9% do &lt;b&gt;...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape  id="_x0000_i1028" type="#_x0000_t75" alt="" style='width:.75pt;height:.75pt'/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;img  src="cid:part1.09050600.04000605@bol.com.br"  _base_href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/0-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.opovo.com.br/saude/853096.html&amp;amp;cid=1281082540&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNFwerowWTE3PZYBApVs5CSJLkXntw"  v:shapes="_x0000_i1028" border="0" height="1" width="1"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;a  href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/0-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.opovo.com.br/saude/853096.html&amp;amp;cid=1281082540&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNFwerowWTE3PZYBApVs5CSJLkXntw"  _base_href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/0-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://www.opovo.com.br/saude/853096.html&amp;amp;cid=1281082540&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNFwerowWTE3PZYBApVs5CSJLkXntw"&gt;N&amp;uacute;mero de &lt;b&gt;transplantes&lt;/b&gt; tem que crescer tr&amp;ecirc;s vezes em dez anos&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;span style="color: rgb(111, 111, 111);"&gt;O POVO Online&amp;nbsp;-&lt;/span&gt; &lt;nobr&gt;4 horas atr&amp;aacute;s&lt;/nobr&gt;&lt;br&gt; &amp;#8220;O governo soma &lt;b&gt;transplantes&lt;/b&gt; de c&amp;oacute;rnea com os de f&amp;iacute;gado, de rim, de cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e tudo mais, independente delas serem feitas com [&lt;b&gt;&amp;oacute;rg&amp;atilde;os doados&lt;/b&gt; por] doadores &lt;b&gt;...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape  id="_x0000_i1029" type="#_x0000_t75" alt="" style='width:.75pt;height:.75pt'/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;img  src="cid:part1.09050600.04000605@bol.com.br"  _base_href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/6-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp%3FCodigo%3D611183&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNH6bm7jgLzXSPf7DrAiIBeZveV9RQ"  v:shapes="_x0000_i1029" border="0" height="1" width="1"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;a  href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/6-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp%3FCodigo%3D611183&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNH6bm7jgLzXSPf7DrAiIBeZveV9RQ"  _base_href="http://news.google.com/news/url?sa=T&amp;amp;ct=br/6-0&amp;amp;fd=R&amp;amp;url=http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp%3FCodigo%3D611183&amp;amp;cid=0&amp;amp;ei=rneHSYaxDJrUQfOy9IcJ&amp;amp;usg=AFQjCNH6bm7jgLzXSPf7DrAiIBeZveV9RQ"&gt;Dona Yolanda Queiroz recebe Pr&amp;ecirc;mio Amigo do &lt;b&gt;Transplante&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;span style="color: rgb(111, 111, 111);"&gt;Di&amp;aacute;rio do Nordeste (Assinatura)&amp;nbsp;-&lt;/span&gt; &lt;br&gt; &lt;nobr&gt;Em 2008, segundo dados da ABTO, o Cear&amp;aacute; ficou em quarto lugar no Brasil em n&amp;uacute;mero de &lt;b&gt;doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/b&gt; de &lt;b&gt;&amp;oacute;rg&amp;atilde;os&lt;/b&gt; e recebeu 18% de &lt;b&gt;doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/b&gt; a mais comparado ao ano &lt;b&gt;...&lt;/b&gt;&lt;/nobr&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2607313002945814986-7885618873401698002?l=www.aponarte.com.br'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qmbMh3HG3pW-6qvhnyV3mmyzLZ8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qmbMh3HG3pW-6qvhnyV3mmyzLZ8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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