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		<title>Notícias do Mercado</title>
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			<title>Governo prorroga IPI reduzido de carros, eletrodomésticos e construção</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Essa é a segunda renovação do IPI reduzido para automóveis.&lt;br /&gt;
Imposto menor vale também para eletrodomésticos, construção e pão.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em Brasília&amp;#160;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo decidiu prorrogar, por mais três meses, o Imposto sobre Produtos Industriais (IPI) reduzido para o setor automobilístico, informou nesta segunda-feira (29) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O benefício para este setor terminaria nesta terça-feira (30).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Em outubro, novembro e dezembro, volta gradualmente o tributo [IPI de automóveis], até estar totalmente reconstituído no fim do ano", disse Mantega. Para caminhões, o tributo reduzido vale até o fim do ano e, para motocicletas, terá validade por mais três meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, o governo também decidiu manter o IPI baixo para a aquisição dos produtos da chamada "linha branca" pela população, que abrange fogões, máquinas de lavar, geladeiras, até 31 de outubro. Também foi mantido o IPI reduzido de cerca de 30 grupos de materiais de construção até o fim deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ministro da Fazenda informou ainda que também foi mantido o PIS e a Cofins, com alíquotas menores, para farinha de trigo e para o pão até o fim de 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Automóveis &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A redução do IPI para carros foi autorizada, pela primeira vez, em janeiro deste ano, quando o setor, e também o resto da economia, sentia mais fortemente os efeitos da crise financeira. Em março, foi autorizada a primeira prorrogação do imposto reduzido. Com a medida, o governo deixou de arrecadar R$ 1,75 bilhão neste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para carros populares, de até mil cilindradas, o IPI caiu de 7% para zero e, para automóveis entre mil e duas mil cilindradas movidos à gasolina, recuou de 13% para 6,5%. Para carros flex (bicombustível) e movidos à álcool, o imposto caiu de 11% para 5,5%. Entretanto, não houve alteração para veículos com mais de duas mil cilindradas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Eletrodomésticos &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A redução do IPI para os eletrodomésticos da chamada "linha branca" foi anunciado pelo governo em 17 de abril, com validade de três meses, ou seja, até 17 de julho. Com a medida, o IPI das geladeiras caiu de 15% para 5%, o de fogões recuou de 5% para zero, enquanto o de máquinas de lavar foi diminuído de 20% para 10%. A alíquota de IPI para tanquinhos, por sua vez, caiu de 10% para zero. A expectativa do governo era de que o imposto reduzido, para este setor, representasse cerca de R$ 250 milhões a menos durante os três meses de vigência (até 17 de julho).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Materiais de construção &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em março deste ano, o governo anunciou a redução do IPI para mais de 20 grupos de produtos de materiais de construção, como revestimentos, tintas e cimento, entre outros. Em abril, porém, o governo incluiu novos grupos de produtos na lista de itens com IPI reduzido, como como telhas de aço, impermeabilizantes, revestimentos cerâmicos, cadeados e registros de gavetas, entre outros.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/Lb26o2FVoWg" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 17:25:36 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title> GM do Brasil vai fazer parte da 'nova GM', diz presidente</title>
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			<description>&lt;strong&gt;Subsidiária reforça independência e anuncia novos investimentos.&lt;br /&gt;
Executivo diz que empresa não será afetada pela reestruturação da matriz.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
Do G1, em São Caetano do Sul (SP)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Vamos mudar de dono, ser parte da 'nova GM'. Mas não somos parte do processo de recuperação judicial". Com essa afirmação, o presidente da General Motors do Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, garantiu nesta terça-feira (2) que a subsidiária não será afetada pelo processo de reestruturação da matriz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em entrevista concedida na fábrica da montadora em São Caetano do Sul, no ABC paulista, Ardila acrescentou que a GM do Brasil mantém os investimentos no país que chegam hoje a US$ 2,5 bilhões - que começaram a ser aplicados em 2007 e vão até 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O valor será voltado para o desenvolvimento de novos produtos e ampliação de fábrica. De acordo com o presidente da GM do Brasil e Mercosul, o Brasil além de ter recursos próprios para realizar os investimentos, vende serviços de engenharia e design para outras fábricas da montadora pelo mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, nos últimos três anos, arrecadou receita líquida de US$ 430 milhões. "Somente em 2008, tivemos renda de US$ 165 milhões em serviços tecnológicos prestados para fábricas em outros países", observou Ardila sobre a independência financeira da subsidiária. Desde 2005, quando as operações no país voltaram a lucrar, a GMB não recebe recursos da matriz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mercado brasileiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ardila reforça ainda que o mercado brasileiro continua a ser o terceiro mais importante para a montadora. Segundo ele, a marca Chevrolet registrou em maio a venda de 47.800 unidades, ou seja, superou em 2% as vendas de maio de 2008, que havia sido um dos melhores meses em vendas para a montadora, e 17% acima de abril de 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Temos uma confiança muito grande que o mercado brasileiro vá continuar forte", afirma Ardila. Segundo ele, a GM continua com participação de mercado acima de 20% no Brasil, o que é meta da montadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Reforço de US$ 1 bilhão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos US$ 2,5 bilhões que a GM investe no país, US$ 1 bilhão foi anunciado hoje como reforço que, segundo o executivo, a GM do Brasil tem recursos próprios para isso, entretanto, vai avaliar no futuro se irá financiar uma parte em bancos como o BNDES e o Banco do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que a GM pode divulgar agora é que US$ 500 milhões deste total já foram investidos no projeto Viva - uma nova linha de automóveis - que terá como base o conceito GPiX exibido no Salão do Automóvel de São Paulo de 2008. O primeiro produto da nova linha, um hatch nos padrões do Corsa, começa a ser fabricado na Argentina no segundo semestre deste ano. Este será o principal lançamento da General Motors no Mercosul. Para 2010, estão previstos mais quatro lançamentos, entre eles, mais um modelo da linha Viva. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra parte do investimento será destinada para a nova fábrica de motores de Joinville (SC), que aguarda autorização ambiental para terminar a terraplanagem e começar a construção das estruturas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros US$ 500 milhões serão voltados para o desenvolvimento de novas plataformas de veículos para projetos futuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Empregos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jaime Ardila afirma que as fábricas da GM no país produzem em capacidade máxima, mas isso não significa que a empresa vá fazer novas contratações no momento. Segundo o presidente da GM do Brasil, a montadora está em negociação com sindicatos do setor automotivo para aumentar as horas trabalhadas. "Para nós é mais interessante pagar horas extras do que fazer novas contratações porque o mercado está muito volátil", diz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Garantimos ao governo que iríamos manter os níveis de emprego até o momento em que o benefício da redução do IPI fosse prorrogado. Quando esse benefício acabar (a previsão é 30 de junho), vamos ver como o mercado vai se comportar e se iremos fazer novos contratos." &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Opel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação à venda de parte da Opel - 35% da filial europeia continuará sendo da GM, 10% serão dos funcionários da montadora, 20% da Magna e 35% do banco russo Sberbank - Ardila destaca que nada será mudado. Segundo ele, o Brasil trará apenas uma plataforma desenvolvida na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a engenharia da GM é globalizada, o país poderá tanto desenvolver novos produtos quanto importar de qualquer outro país que tenha um centro de engenharia. Ou seja, a Chevrolet não depende da engenharia da Opel para ter produtos. "O Meriva, por exemplo, foi desenvolvido no Brasil e logo depois foi para o mercado europeu", exemplifica Ardila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O executivo reforça que a GM do Brasil produzirá carros desenvolvidos na Coreia do Sul. Em relação às importações de produtos dos Estados Unidos, Ardila diz que é possível que cheguem veículos fabricados nas plantas norte-americanas apenas para complementar a linha de produtos. O volume importado de cada produto seria abaixo de 15 mil unidades por ano. "Para compensar a produção local, é preciso ter vendas acima de 20 mil unidades." &lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/UTrWjfgyi7U" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 17:37:01 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>GM pede concordata nos EUA</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/5g6Rmobut7k/gm-pede-concordata-nos-eua.html</link>
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			<description>&lt;img src="http://www.carz.com.br//images/stories/GM/Concordata/concordata_dest.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
Montadora receberá mais de US$ 30,1 bilhões do governo dos EUA, em troca de 60% do controle da “nova” companhia. Dê a sua opinião!&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/5g6Rmobut7k" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 18:53:55 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/gm-pede-concordata-nos-eua.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Falta de acordo deixa GM mais perto do pedido de concordata </title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/A1xUjynQZjU/falta-de-acordo-deixa-gm-mais-perto-do-pedido-de-concordata.html</link>
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			<description>&lt;em&gt;Quantidade principal de títulos oferecidos foi inferior à necessária.&lt;br /&gt;
Montadora está muito próxima do pedido de concordata.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do G1, em São Paulo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A General Motors (GM) informou nesta quarta-feira (27) que não seguirá adiante com a troca de dívida de US$ 27,2 bilhões, pois o interesse dos detentores de bônus ficou bem abaixo dos 90% desejados pela montadora norte-americana. A empresa disse que seu conselho se reunirá para discutir o próximo passo, uma vez que a decisão aumenta as chances de um pedido de concordata da montadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A GM vinha buscando trocar a dívida por uma participação de 10% em uma empresa reestruturada. A GM disse anteriormente que enfrentaria uma concordata se menos de 90% dos detentores de bônus aceitassem o acordo, um porcentual que já era considerado quase impossível de se atender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A montadora tem buscado se concentrar nas quatro marcas principais, enquanto fecha e venda linhas que estão abaixo da performance, na tentativa de se reerguer em meio ao forte declínio das vendas de automóveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A empresa pode pedir concordata antes do prazo estipulado pelo governo dos Estados Unidos, de 1º de junho, para se reorganizar em uma empresa viável. A GM espera passar pela recuperação judicial em apenas 30 dias, mas a corrida por uma concordata acelerada pode ter como obstáculo os investidores e revendedores da montadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A GM e o sindicato dos trabalhadores do setor automotivo dos EUA (UAW, na sigla em inglês) concordaram com um novo plano de reestruturação que daria ao sindicato uma participação significativamente menor na empresa do que o previsto anteriormente, e deixaria o governo norte-americano com ao menos 70% da montadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O plano do governo dos EUA também pede o pagamento integral aos credores assegurados da GM, incluindo os bancos Citigroup e JPMorgan, para quem a montadora deve cerca de US$ 6 bilhões. Isso removeria um potencial obstáculo a uma recuperação judicial acelerada. As informações são da Dow Jones.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/A1xUjynQZjU" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 27 May 2009 19:04:02 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Vendas de carros novos atingem a marca de 1 milhão</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/Sa_5ADzioNo/vendas-de-carros-novos-atingem-a-marca-de-1-milhao.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Foram necessários 91 dias úteis de licenciamentos para alcançar volume.&lt;br /&gt;
Em 2008, sem nenhum sinal de crise, foi necessário um dia a mais.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
Do G1, em São Paulo, com informações da Agência Estado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vendas de veículos novos no Brasil este ano chegaram a 1 milhão de unidades um dia antes de essa marca ter sido atingida em 2008, período recorde de vendas para a indústria automotiva. Foram necessários 91 dias úteis de licenciamentos para alcançar 1,02 milhão de unidades, volume registrado na última quinta-feira (14). No ano passado, sem nenhum sinal de crise financeira, foram 92 dias para atingir esse desempenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;#160;Na sexta-feira passada (15), as vendas acumuladas desde janeiro somavam 1,014 milhão de automóveis, comerciais, leves, caminhões e ônibus, ante 1,032 milhão de unidades no ano passado, uma queda de apenas 1,8%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somente na primeira quinzena de maio foram licenciados 111,4 mil veículos, 18,6% menos que em igual período de abril e 9,7% menor que o resultado do mesmo mês de 2008, de acordo com fontes do setor automotivo com base nos números do Registro Nacional de Veículos (Renavan).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mercado brasileiro de modelos zero-quilômetro tem sido mantido pelo corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a volta de planos de financiamento com prazos mais longos e juros mais baixos e descontos extras oferecidos pelas montadoras e concessionárias. Essas medidas, porém, não tiveram o mesmo efeito no segmento de caminhões e ônibus, que não está reagindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A indústria automotiva projeta para este mês vendas de 230 mil veículos, muito próximo do volume registrado em abril, de 234,4 mil unidades. Para o ano, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) prevê vendas totais de 2,7 milhões de unidades, 4% menos que em 2008, quando foram vendidos 2,82 milhões de veículos.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/Sa_5ADzioNo" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 19 May 2009 17:26:31 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/vendas-de-carros-novos-atingem-a-marca-de-1-milhao.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Preço do álcool cai 1,2% em abril</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/FoVwwhhN0S0/preco-do-alcool-cai-12-em-abril.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/preco-do-alcool-cai-12-em-abril.html</guid>
			<description>&lt;strong&gt;Em mais de 18 estados, etanol continua sendo a melhor opção para quem tem veículos flex &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O preço médio dos combustíveis no Brasil apresentou apenas pequenas variações no mês de abril em relação ao mês anterior. A maior delas foi verificada no valor cobrado pelo litro do álcool, que sofreu redução de 1,2%. O GNV (Gás Natural Veicular e a gasolina tiveram uma pequena queda, de 0,6% e 0,3%, respectivamente. Os preços do diesel e biodiesel permaneceram estáveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses são os dados da última pesquisa divulgada pelo Ticket Car, produto de gestão de despesas veiculares da Ticket.&amp;#160; Com as variações, o litro do etanol passa a custar R$ 1,809; gasolina, R$ 2,682; diesel, R$ 2,208; e biodiesel, R$ 2,207. O valor médio nacional do m³ do GNV está cotado a R$ 1,834.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo também indica em quais Estados o motorista deve optar pela gasolina e onde o derivado da cana-de-açúcar vale mais a pena. Em vinte deles, o etanol mostrou-se a melhor opção para os motoristas, sendo São Paulo o local com a maior diferença entre os dois combustíveis (47,2%), seguido por Paraná (42,8%) e Mato Grosso (41%). Os proprietários de veículos flex devem dar preferência à gasolina apenas no Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Marcelo Nogueira, gerente de Negócios Especialista do Ticket Car, o gasto com combustíveis é um dos principais custos de uma frota. “É preciso tomar cuidado, pois, apesar de mais barato, a autonomia do veículo com o álcool é em média 30% menor. Assim, para ser vantajosa a sua utilização, o preço do litro também precisa ser 30% menor”, informa o executivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/FoVwwhhN0S0" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 05 May 2009 18:49:15 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/preco-do-alcool-cai-12-em-abril.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Lucro da Volkswagen cai 74% no 1º trimestre</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/vAyXNXOo1E0/lucro-da-volkswagen-cai-74-no-1o-trimestre.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/lucro-da-volkswagen-cai-74-no-1o-trimestre.html</guid>
			<description>&lt;strong&gt;Montadora lucrou 243 milhões de euros no período.&lt;br /&gt;
Apesar da queda, especialistas esperavam números piores.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
Do G1, em São Paulo, com informações da EFE&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (22) na Alemanha uma queda no lucro líquido para 243 milhões de euros (US$ 316 milhões) no primeiro trimestre deste ano, 74% a menos que no mesmo período de 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, a venda da fábrica de caminhões brasileira contribuiu com 600 milhões de euros (US$ 780 milhões) ao ganho operacional de 312 milhões de euros (US$ 405 milhões), resultado 76,2% menor que no primeiro trimestre de 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No comunicado, a montadora informou que o faturamento caiu 11,2% entre janeiro e março, para 24 bilhões de euros (US$ 31,2 bilhões), frente ao montante conseguido nos três primeiros meses do ano passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vendas do grupo Volkswagen caíram no mesmo período 10,7%, para 1,4 milhões de unidades. O maior produtor automobilístico da Europa afirmou que "a crise econômica e financeira internacional prejudicou consideravelmente a Volkswagen".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, estes números superaram as expectativas de muitos especialistas e da própria companhia, que contemplava números vermelhos.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/vAyXNXOo1E0" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 19:01:16 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/lucro-da-volkswagen-cai-74-no-1o-trimestre.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Indústria de motocicletas prevê queda de 12% em 2009</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/aIuaxi-fppQ/ndustria-de-motocicletas-preve-queda-de-12-em-2009.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/ndustria-de-motocicletas-preve-queda-de-12-em-2009.html</guid>
			<description>&lt;strong&gt;Número de emplacamentos cairia de 2,10 milhões para 1,85 milhão.&lt;br /&gt;
Dados desta terça apontam baixa de 47,8% na produção do trimestre.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As previsões da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) para este ano partem de uma constatação: será muito difícil recuperar as perdas do primeiro trimestre. Como aponta os dados divulgados nesta terça-feira (7) pela entidade, a queda de produção no período foi de 47,8%. Já as vendas fecharam em baixa de 38,9% em relação ao acumulado de 2008. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para 2009, a Abraciclo estima uma queda de 12% no número de emplacamentos. Assim, o número despencaria de 2,10 milhões em 2008 para 1,85 milhão em 2009. Já a venda média mensal no próximo trimestre deve girar em torno de 164 mil unidades a partir de abril – a mesma média de 2008. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As previsões levam em conta incentivos do governo como a redução da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Estipulada em 30 de março para motocicletas de até 150 cc, a medida deve acarretar em uma queda de 3% no preço final da motocicleta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda no papel, uma proposta que vem sendo estudada pelo governo e que pode ajudar a alavancar as vendas no setor é a liberação de recursos federais para agentes financeiros a fim de melhorar o crédito para o consumidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Se dependesse de nós, esse crédito já estaria na praça, mas isso depende do governo. Existem poucas grandes financeiras para motocicletas e as exigências são muito grandes”, explica Moacir Alberto Paes. &lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/aIuaxi-fppQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 17:30:07 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/ndustria-de-motocicletas-preve-queda-de-12-em-2009.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Abastecer com álcool segue vantajoso em 16 estados</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/Ob1Ygwylxj0/abastecer-com-alcool-segue-vantajoso-em-16-estados.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Vantagem é mais significativa em São Paulo, Mato Grosso e Paraná.&lt;br /&gt;
Já abastecer com gasolina vale mais a pena em Roraima, Pará e Piauí.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Da Agência Estado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O álcool está competitivo no tanque dos carros flex fuel em 16 estados, de acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo referentes à semana terminada em 3 de abril. A vantagem é calculada considerando que a potência energética do motor a álcool é de 70% dos motores à gasolina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número de estados em que o álcool está competitivo ficou estável em relação à semana anterior. Abastecer com gasolina segue vantajoso em seis estados. Em cinco é indiferente o uso de álcool ou da gasolina pelo consumidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o levantamento, os estados onde a vantagem do álcool é mais significativa são: São Paulo (o preço é 54,87% do preço da gasolina), Mato Grosso (55,87%), Paraná (58,91%), Espírito Santo (61,81%), Alagoas (63,20%), Bahia (63,33%), e Mato Grosso do Sul (63,37%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gasolina continua mais vantajosa principalmente em Roraima (preço do álcool é 80,33% do valor da gasolina), Pará (75,43%) e Piauí (74,37%). É indiferente utilizar álcool ou gasolina no tanque no Ceará, Distrito Federal, Paraíba, Rio Grande do Norte e Rondônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O levantamento também mostra que os preços médios do álcool combustível caíram em 19 estados no período analisado. As cotações subiram em oito estados. As maiores quedas foram registradas na Amapá (-3,2%), Bahia (-1,97%) e Tocantins (-1,40%). As maiores altas foram registradas em São Paulo (0,84%) e Paraná (0,49%). &lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/Ob1Ygwylxj0" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 17:27:27 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title> Venda de veículos atinge melhor primeiro trimestre da história</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/WT7dHO1miQI/venda-de-veiculos-atinge-melhor-primeiro-trimestre-da-historia.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Negócios em março cresceram 36,1% sobre fevereiro.&lt;br /&gt;
Aumento foi 16,8% superior a março de 2008.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mistério que o governo fez ao redor do anúncio de prorrogação do desconto do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) nos veículos novos deu certo. Na pressa para aproveitar o desconto que, teoricamente, terminaria no dia 31 de março, os consumidores invadiram as concessionárias, especialmente na última quinzena do mês. Resultado, março fechou com 271.393 unidades vendidas de automóveis, comercial leves, caminhões e ônibus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A procura foi 36,1% maior em relação a fevereiro, quando foram emplacados 199.402 veículos e 16,8% superior a março de 2008, quando foram vendidas 232.177 unidades. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este foi o melhor primeiro trimeste da história da indústria automobilística nacional. Com o resultado de março, o primeiro trimestre deste ano fecha com a soma de 668.319 veículos emplacados, desempenho 3,13% acima do registrado no mesmo período do ano passado, quando foram vendidas 648.019 unidades. Ou seja, o melhor primeiro trimestre da história da indústria automobilística nacional. O melhor mês até agora continua a ser julho do 2008, com 288,1 mil veículos vendidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Os números estão um pouco da expectativa. É um volume equivalente ao que acontecia antes da crise, mas não é a realidade do que a gente prevê daqui para a frente. Março foi turbinado pela expectativa da redução do IPI e pelas promoções das concessionárias, ou seja, este volume não se sustentará", afirma o presidente da Fenabrave, Sérgio Reze.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora os números mostrem que o mercado se segura em meio à crise, os concessionários temem queda nas vendas de abril, mesmo com a prorrogação do desconto do imposto e a liberação de crédito para financiamentos, porque muitas compras de automóveis foram antecipadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cresce procura por automóveis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Justamente pelo desconto de IPI, a demanda que mais subiu foi por automóveis. Ao todo, foram emplacadas no mês 214.130 unidades, 37,7% a mais que em fevereiro. Os comerciais leves tiveram aumento de 30,5%, com volume de 46.829 unidades emplacadas. Juntos, eles somam 260.959 carros vendidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mercado de caminhões também mostrou reação. Ao todo foram 8.643 unidades emplacadas, crescimento de 33,5% sobre fevereiro. O segmento de ônibus registrou 1.791 unidades emplacadas, expansão de 12,8% em relação ao mês anterior. "A venda de caminhões foi um 'soluço'. Este volume de vendas foi provocado pela safra que está sendo colhida agora", analisa Reze.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Motocicletas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a ser a preocupação do setor. Sem incentivos até março, o setor caiu 15,1% no trimestre. Em março foram 139.230 unidades vendidas, crescimento de 30,4% sobre fevereiro. Agora, as fabricantes esperam que a demanda aumente devido à redução da alíquota de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), anunciada pelo governo federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O crescimento em março da procura por motos está mais ligado a uma reposição. As vendas caíram demais até fevereiro, porque há um problema de aceitação do cadastrado do comprador por parte das financeira, que ainda continua", diz Reze.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o presidente da Fenabrave, a redução de Pis/Cofins não trará solução para o problema do segmento de motos, já que representa apenas 3% do valor do produto. "É preciso agregar outras vantagens para estimular a venda de motos, como revitalizar o sistema de consórcio para facilitar o cadastro. Também vamos pedir ao governo que a lei de consórcio mude, para obrigar o contemplado a retirar o bem em no máximo 90 dias.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Fiat lidera vendas no trimestre&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Fiat fechou o primeiro trimestre em primeiro lugar na venda de automóveis e comerciais leves com 24,6% de participação no mercado. Em segundo lugar ficou a Volkswagen com 21,9%, seguida pela General Motors com 20,5%, Ford (9,7%), Honda (4,4%), Renault (4,3%), Peugeot (3,1%), Toyota (3,0%), Citroën (2,5%) e Hyundai (1,6%). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Confira os carros mais vendidos em março&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1º) Volkswagen Gol: 27.899 unidades&lt;br /&gt;
2º) Fiat Palio: 19.640 unidades&lt;br /&gt;
3º) Fiat Uno (Mille): 14.964 unidades&lt;br /&gt;
4º) Volkswagen Fox/ Crossfox: 13.481 unidades&lt;br /&gt;
5º) GM Celta: 11.370 unidades&lt;br /&gt;
6º) GM Corsa Sedan/Corsa Classic: 10.474 unidades&lt;br /&gt;
7º) Fiat Strada: 8.103 unidades&lt;br /&gt;
8º) Fiat Siena: 7.413 unidades&lt;br /&gt;
9º) Volkswagen Voyage: 7.402 unidades&lt;br /&gt;
10°) Ford Fiesta: 7.341 unidades&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/WT7dHO1miQI" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 17:15:55 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Venda de veículos importados cresce 5% em fevereiro</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/wyDoYpLmC20/venda-de-veiculos-importados-cresce-5-em-fevereiro.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Foram emplacadas 2.005 unidades, contra 1.909 veículos em janeiro.&lt;br /&gt;
Aumento é de 38% sobre fevereiro de 2008.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A venda de carros importados pelas empresas filiadas à à Abeiva – Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores cresceu 5,03% em fevereiro em relação ao mês de janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram emplacadas 2.005 unidades, contra 1.909 veículos em janeiro. Comparados aos dados de fevereiro do ano passado, os emplacamentos do mês passado significaram aumento de 38,1%, 2.005 unidades contra 1.451 veículos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Abeiva é composta pelas marcas BMW, Chana, Chrysler, CN Auto, Dodge, Effa Motors, Ferrari, Jeep, Kia Motors, Maserati, Pagani, Porsche, SssangYong e Suzuki. Juntas, elas representam 1,05% do mercado brasileiro de importados. O resto representa as importações feitas pelas montadoras instaladas no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o levantamento da associação, no primeiro bimestre as associadas à Abeiva emplacaram 3.914 unidades, 36,19% mais ante os 2.874 veículos de 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O relatório de desempenho de vendas, no atacado – a venda realizada das importadoras para a rede de concessionárias –, das empresas filiadas à Abeiva, em fevereiro, também anotou crescimento de 9,24%. Foram comercializadas 2.046 unidades contra 1.873 veículos de janeiro. Em relação a fevereiro de 2008, o total representa um crescimento de 13%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No varejo, o aumento foi de 3,36%: 1.998 unidades contra 1.933 de janeiro último. Na comparação com fevereiro de 2008, os números mostram aumento de 23,3% (1.998 unidades neste fevereiro contra 1.620 veículos em igual período do ano passado). &lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/wyDoYpLmC20" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 17:54:29 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/venda-de-veiculos-importados-cresce-5-em-fevereiro.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Venda de carros usados em SP cai 0,82% em fevereiro</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/tSw_bmPr7as/venda-de-carros-usados-em-sp-cai-082-em-fevereiro.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Ao todo, foram negociados 135.196 veículos usados.&lt;br /&gt;
Prazo médio do financiamento caiu de 51 para 48 meses.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A venda de carros usados no Estado de São Paulo teve queda de 0,82% em fevereiro em relação ao mês de janeiro, de acordo com os números divulgados nesta segunda-feira (9) pela Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e pelo Sindicato de Comércio Varejista de Veículos Usados do Estado de São Paulo (Sindiauto).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a pesquisa, 66% dos negócios foram financiados, contra 68% em janeiro. O prazo médio do financiamento caiu para 48 meses contra 51 meses em janeiro. As trocas ficaram em 48% contra 51% em janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mercado de motos usadas se manteve estagnado. Foram estimados 7.217 negócios com motos em fevereiro contra 7.212 em janeiro, um aumento de 0,07%. Em relação a caminhões, houve queda de 1,17% dos negócios de usados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/tSw_bmPr7as" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 18:59:01 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/venda-de-carros-usados-em-sp-cai-082-em-fevereiro.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>GM alerta sobre capacidade de continuar operando</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/NpvUu7geiBk/gm-alerta-sobre-capacidade-de-continuar-operando.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/gm-alerta-sobre-capacidade-de-continuar-operando.html</guid>
			<description>&lt;strong&gt;Empresa informou não haver ‘garantia de que o mercado vai se recuperar’.&lt;br /&gt;
As ações da montadora caíam quase 7%, para US$ 2,05 no pregão.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Da Reuters&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A General Motors tem dúvidas significativas sobre sua capacidade de continuar operando se não conseguir reduzir suas perdas e gerar caixa e acrescentou que pode ser forçada a pedir proteção contra falência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relatório anual de 2008 entregue à Securities and Exchange Commission (órgão regulador do mercado norte-americano), a empresa informou não haver "garantia de que o mercado automotivo global vai se recuperar ou que não irá sofrer uma queda mais significativa".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A GM pediu até US$ 30 bilhões em empréstimos do governo para sobreviver à crise do mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ações da montadora caíam quase 7%, para US$ 2,05 no pregão eletrônico. &lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/NpvUu7geiBk" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 17:54:37 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/gm-alerta-sobre-capacidade-de-continuar-operando.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Denatran inaugura banco de dados nacional sobre motorista</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/QEwCfTdPO_A/denatran-inaugura-banco-de-dados-nacional-sobre-motorista.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/denatran-inaugura-banco-de-dados-nacional-sobre-motorista.html</guid>
			<description>&lt;strong&gt;Sistema de consultas sobre carteira de habilitação está suspenso.&lt;br /&gt;
Paralisação foi programada para que se criasse um banco de dados.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Do G1&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) inaugura nesta terça-feira (3) um banco de dados nacional. O novo sistema deve conter o histórico completo de cada motorista brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O motorista profissional, Waldir Ferreira de Paula, precisa revalidar a carteira. Mas hoje ele não conseguiu nenhuma informação sobre o processo dele no Detran de Brasília. “Estou perdendo trabalho”, disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema de consultas sobre carteira de habilitação está suspenso em todo o país desde sexta-feira (27). Só volta a funcionar, na maioria dos estados, a partir de terça-feira. E quando for reativado vai trazer novidades para o dia a dia dos motoristas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A paralisação foi programada para que o Denatran criasse um banco de dados nacional sobre os motoristas. A partir de agora, além das informações pessoais, como CPF, identidade e filiação, o órgão vai ter o histórico completo de cada um com datas e locais onde foram realizadas as provas para a emissão da carteira, nome da auto-escola, do instrutor e do médico responsável pelos exames, detalhamento das multas e dos pontos acumulados no prontuário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na rotina de fiscalização vai ficar mais fácil, por exemplo, identificar um motorista que teve a permissão para dirigir suspensa em um estado, mas que circula tranquilamente em outro. O banco de dados nacional também vai dar mais agilidade para os processos de transferência de carteira quando o motorista tiver pendências administrativas no estado de origem. A abertura do processo, que podia demorar três ou quatro meses, vai ser feita na hora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O gerente de habilitação do Detran/DF, José Antônio Araújo, disse que “a pessoa simplesmente vai ser transferida com todas as informações do histórico do condutor. O Detran de destino tendo conhecimento do que ele tem a cumprir, simplesmente ele [o banco de dados nacional] vai facilitar a vida do usuário".&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/QEwCfTdPO_A" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 17:13:57 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/denatran-inaugura-banco-de-dados-nacional-sobre-motorista.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Vendas crescem e concessionárias têm falta de carros novos</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/yAN88ogM7xY/vendas-crescem-e-concessionarias-tem-falta-de-carros-novos.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/vendas-crescem-e-concessionarias-tem-falta-de-carros-novos.html</guid>
			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Redução do IPI alavancou as vendas de automóveis.&lt;br /&gt;
Clientes encontram falta de modelos novos nas lojas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aumento do crédito e a redução o IPI, o imposto sobre produtos industrializados, fizeram o consumidor voltar a comprar carro zero. O mercado registrou um aumento de 5,11% nas vendas em relação a dezembro de 2008. Mas, ao mesmo tempo, as montadoras estavam pisando no freio e dando férias coletivas aos funcionários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resultado: agora já faltam alguns modelos novos no mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É o segundo mês consecutivo de crescimento desde setembro, quando a crise financeira jogou água fria num setor que vinha registrando recordes de vendas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A gente recebe muito bem o fato de que esse setor, que é o de maior volume, que é o de automóveis, terminou a queda e continua com uma tentativa de crescimento. Mas ela é muito modesta ainda”, disse Sérgio Reze, presidente da Fenabrave.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estilista Tammy Saad comprou um, mas só viu o carro pela foto. “Está tendo uma semana, 15 dias de espera. Mas para quem não tem pressa, acho que é uma boa opção”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O gerente Marcos Menelau comemora. “O mercado afastou de vez a hipótese de crise no mercado de automóveis”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Em abril, teremos quadro totalmente diferente, passamos pela fase mais aguda, ela vai se amenizando. As fábricas vão estar produzindo aquilo que os consumidores estão querendo comprar”, disse consultor André Beer&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/yAN88ogM7xY" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 15:11:10 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/vendas-crescem-e-concessionarias-tem-falta-de-carros-novos.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Venda de carros sobe 5,11% em relação a dezembro</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/XXPTSPXhyHA/venda-de-carros-sobe-511-em-relacao-a-dezembro.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/venda-de-carros-sobe-511-em-relacao-a-dezembro.html</guid>
			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Redução do IPI e frequentes feirões impulsionaram alta de janeiro.&lt;br /&gt;
No balanço total, que inclui caminhões, ônibus e motos, queda foi de 5,2%.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mercado de automóveis e comerciais leves apresentou um aumento de 3,16% sobre dezembro, com 189.729 unidades vendidas. Entretanto, quem puxou o desempenho da categoria foi a venda de automóveis, com alta de 5,11% em relação a dezembro, para 158.255 unidades. Isso porque, a venda de comerciais leves caiu 5,63%, para 31.474 unidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os números foram divulgados nesta quarta-feira (4) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O mês de janeiro não ocorreu como estávamos desejando. Tivemos um ligeiro aumento no setor de automóveis”, afirma Sergio Reze, presidente da Fenabrabve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo ele, o resultado poderia não ter sido “tão bom”. “Boa parte das vendas ficou represada na substituição das notas fiscais. Muitas montadoras fizeram isso em janeiro”, diz Reze sobre a operação das notas fiscais devido ao desconto de IPI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caminhões e ônibus tiveram queda de 24,4% e 35,3% respectivamente, com um total de 7.795 unidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A queda na venda de caminhões é preocupante porque mostra o tamanho da crise. Quem compra caminhão é para transportar mercadoria e os financiamentos duram até sete anos. Ninguém assumirá uma dívida dessas sem ter o que transportar”, acrescenta Reze sobre a espera dos investidores para uma reação da economia à crise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na comparação com janeiro de 2008, a procura por automóveis e comerciais leves sofreu queda de 7,6%, de 205.401 unidades para 189.729. Já a demanda por motocicletas caiu 14,7%, de 145.590 unidades para 124.067.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Procura em baixa &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Apesar da recuperação na venda de automóveis, resultado esse influenciado pela decisão do governo de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e dos insistentes feirões realizados desde então, a procura por veículos novos continua em baixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fechamento do primeiro mês do ano aponta queda de 5,2% dos emplacamentos em relação a dezembro, com o total de 327.500 unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários. Na comparação com janeiro do ano passado, quando o setor já vivia o melhor momento da história, a queda chega a 11,6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No segmento de motocicletas houve redução de 13,4% no número de unidades vendidas em relação a dezembro, de 143,3 mil para 124 mil. Na mesma tendência de queda, os implementos rodoviários registraram 2.344 unidades emplacadas, 24,17% menor em relação a dezembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Participação de mercado &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;No segmento de automóveis, a Volkswagen mantém a liderança no mercado nacional com uma pequena diferença em relação à italiana Fiat. A montadora alemã ficou com 23,89% do mercado no primeiro mês de 2009, seguida da Fiat com 23,28%, General Motors (20,75%), Ford (10,97%), Renault (5,39%), Honda (5,37%), Peugeot (3,74%), Citroën (3,20%) e Toyota (1,51%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao considerar automóveis e comerciais leves, é a Fiat que lidera as vendas no Brasil, com 22,83% do mercado. Volkswagen fica em segundo lugar, com 21,62%, seguida de General Motors (20,11%), Ford (11,88%). Honda (4,83%) e Renault (4,64%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Confira o ranking dos automóveis mais vendidos em janeiro&amp;#160; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1º Volkswagen Gol (17.876 unidades)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2º Fiat Mille (11.697 unidades)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3º GM Corsa Sedan/ Classic (10.836 unidades)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4º Fiat Palio (10.766 unidades)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5º GM Celta (7.588 unidades)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;6º Volkswagen Fox/Cross Fox (6.319 unidades)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;7º Fiat Siena (5.747 unidades)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;8º Ford Fiesta (5.515 unidades)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;9º Ford Ka (5.337 unidades)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;10º Honda Civic (5.124 unidades)&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/XXPTSPXhyHA" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 15:48:02 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Inadimplência em compra de carros é a maior da história</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/_yCbk26o_Ao/inadimplencia-em-compra-de-carros-e-a-maior-da-historia.html</link>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empréstimos com atrasos superiores a 90 dias atingiu 4,3% em dezembro.&lt;br /&gt;
Neste caso, parcelas que bancos têm a receber já somam R$ 3,5 bilhões.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Da Agência Estado &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inadimplência no financiamento de veículos atingiu o maior nível da história em dezembro de 2008. De acordo com números divulgados nesta terça-feira (27) pelo Banco Central, o porcentual dos empréstimos com atrasos superiores a 90 dias atingiu 4,3% no último mês de 2008, ante 4,1% de novembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse é o maior patamar da série histórica iniciada em junho de 2000 e mostra que o total das parcelas com atrasos superiores a três meses que os bancos têm a receber já soma R$ 3,5 bilhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O levantamento do BC mostra que o porcentual dos empréstimos com atraso nos pagamentos entre 15 dias e 90 dias cresceu de 8% para 8,3%. O valor equivale a parcelas que somam R$ 6,7 bilhões e têm atraso de pelo menos duas semanas. Nesse caso, é o maior patamar desde julho de 2003, quando 8,4% dos financiamentos tinham atraso entre 15 e 90 dias. &lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/_yCbk26o_Ao" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 17:49:05 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Toyota fecha 2008 como a maior montadora do mundo</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/81Ea3R_CcWA/toyota-fecha-2008-como-a-maior-montadora-do-mundo.html</link>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Japonesa vendeu 8,92milhões de veículos no ano passado. &lt;br /&gt;
A ex-líder GM, em crise, registrou 8,35 milhões de carros vendidos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo, com agências &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O volume de vendas da General Motors caiu 26% no quarto trimestre, para 1,7 milhão de unidades. Em todo o ano passado, a queda foi de 11% e a maior montadora americana vendeu 8,35 milhões de veículos. Com esse resultado, a GM perdeu o posto de maior do mundo, ficando atrás da japonesa Toyota, que vendeu 8,92 milhões de unidades no ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A queda de vendas foi puxada pela piora do mercado na América do Norte, onde a comercialização de veículos do grupo GM diminuiu 21% em 2008, para 3,6 milhões. Na Europa, o recuo foi de 6,5%, para 2,04 milhões. O resultado negativo nesses mercados, os mais atingidos até o momento pela crise financeira, superaram o bom desempenho em países emergentes. No Brasil, as vendas da GM em unidades aumentou 10%, enquanto na Rússia subiram 30% e na Índia, 9%.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/81Ea3R_CcWA" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 15:52:48 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Venda de carros usados em SP cai 11% em dezembro</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/I1wJOVaUkjE/venda-de-carros-usados-em-sp-cai-11-em-dezembro.html</link>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Na comparação com dezembro de 2007, a queda foi de 15,92%.&lt;br /&gt;
Ainda assim, ano fechou com alta de 27,32% em relação a 2007.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&amp;#160;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A venda de carros usados no Estado de São Paulo teve queda de 11,08% em dezembro em relação ao mês de novembro, de acordo com os números divulgados nesta quarta-feira (14) pela Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e pelo Sindicato de Comércio Varejista de Veículos Usados do Estado de São Paulo (Sindiauto).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao todo, foram negociados 135.426 veículos usados, número inferior ao de novembro (152.299 negócios). A queda é ainda é maior em comparação a outubro (163.321 negócios), quando a crise financeira começou a mostrar seus efeitos no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na comparação com dezembro de 2007, a queda foi de 15,92%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Das vendas realizadas, 70,4% foram com carros populares. Em dezembro, 56% dos negócios foram financiados contra 59% em novembro. Prazo médio do financiamento foi de 43 meses em dezembro contra 47 no mês de novembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a associação, os carros, em média, desvalorizaram 5,13% no mês de dezembro. Os carros populares desvalorizaram 6,32%, os importados 4,16%, os carros somente a álcool desvalorizaram 3,15%, e os carros tipo flex desvalorizaram 4,52%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Balanço do ano &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar da queda das vendas impulsionadas pela crise, o ano de 2008 fechou com 2.045.218 unidades vendidas: uma alta de 27,32% em relação ao ano de 2007.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já os carros apresentaram desvalorização de 7,07%. Ao todo, foram 2.045.218 negócios com veículos automotores; bem abaixo das expectativas iniciais de 2,2 milhões. Do total de negócios, 69,6% foram realizados com veículos populares, que somaram 1.423.937 veículos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Valorização das marcas &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Das quatro principais marcas de veículos, a Fiat foi a que apresentou a menor desvalorização média: 3,30%. Em seguida, vem a Volks, com desvalorização de 5,24%, GM (8,27%) e Ford (11,66%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Motos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, o mercado de motos acompanhou o de carros. Foi estimado um total de 7.462 negócios com motos em dezembro contra 7.979 em novembro; o que representa um recuo de 6,48%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em contrapartida, 42% dos negócios com motos foram financiados em dezembro contra 30% em novembro. O prazo médio de financiamento foi de 34 meses em dezembro contra 24 em novembro. As motos usadas desvalorizaram, em média, 4,11% no último mês do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No acumulado de 2008, o mercado também encolheu com um total de 109.188 negócios contra 111.392 em 2007: uma queda de 1,98%. No mesmo período, as motos tiveram uma desvalorização média de 8,46%. &lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/I1wJOVaUkjE" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 15:26:59 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/venda-de-carros-usados-em-sp-cai-11-em-dezembro.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Redução de IPI reativa venda de carros no fim de semana</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/FCeWgHpqZdM/reducao-de-ipi-reativa-venda-de-carros-no-fim-de-semana.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/reducao-de-ipi-reativa-venda-de-carros-no-fim-de-semana.html</guid>
			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Feirão da GM registrou aumento de cerca de 25% na procura e negócios.&lt;br /&gt;
Os modelos 1.0, que tiveram isenção do IPI, foram os mais comprados.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo, com informações da Agência Estado &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A redução temporária do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), anunciada pelo governo na quinta-feira (11), levou o consumidor novamente às concessionárias e reativou as vendas neste fim de semana. Segundo o gerente-regional de Marketing e Venda da General Motors, Rodrigo Rumi, o feirão da montadora em São Caetano do Sul, no ABC paulista, registrou aumento de cerca de 25% tanto na procura por informações como nas vendas, em relação às últimas quatro semanas. "Somente neste domingo, vendemos o dobro de carros de sábado", afirmou Rumi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já prevendo o retorno dos consumidores, ele disse que foram chamados 100 funcionários a mais para atender o público, estimado em 17 mil pessoas. Os modelos mais procurados foram os veículos com motores 1.0, em especial o Celta e o Classic, que responderam por mais de 55% dos negócios fechados. "Muitos consumidores vieram no sábado para pesquisar e voltaram domingo para fechar a compra", garantiu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Rumi, os modelos 1.0 estão com descontos de aproximadamente R$ 2 mil, em relação aos cobrados antes da redução do IPI. A média de descontos em todos os carros à venda no feirão chegou a 6,5%. O maior volume nos negócios foi de compras financiadas em 60 meses, com entrada de 20% a 30% do valor do veículo. "O pacote do governo fez a diferença", afirmou. "Esperamos que as vendas permaneçam aquecidas nas próximas semanas."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Duas concessionárias Ford localizadas na zona norte de São Paulo informaram que o fluxo de consumidores e vendas também aumentou em relação às últimas semanas. "As pessoas estavam desconfiadas se realmente as promoções anunciadas na televisão eram verdadeiras. Mas chegando aqui estão se surpreendendo e fechando negócio", disse um vendedor, que preferiu não se identificar. Ele afirmou que os modelos 1.0 foram os mais procurados, mas alguns consumidores, diante dos novos preços, estão optando por veículos 1.6 ou incluindo outros itens de fábrica nos modelos básicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O IPI sobre os carros populares, com motor de até 1.000 cilindradas, caiu de 7% para zero. Os veículos médios, com motor entre 1.000 e 2.000 cilindradas, tiveram a tributação cortada de 13% para 6,5% nos modelos a gasolina e de 11% para 5,5% nos modelos flex e álcool. A redução do imposto vigora até o dia 31 de março.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/FCeWgHpqZdM" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 16:26:30 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/reducao-de-ipi-reativa-venda-de-carros-no-fim-de-semana.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Importados registram queda de 43% nas vendas em novembro</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/3DUkq9FFLJ8/importados-registram-queda-de-43-nas-vendas-em-novembro.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/importados-registram-queda-de-43-nas-vendas-em-novembro.html</guid>
			<description>As importadoras oficiais filiadas à Abeiva – Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores – BMW, Chana, CN Auto, Chrysler, Dodge, Effa Motors, Ferrari, Jeep, Kia Motors, Maserati, Pagani, Porsche, SsangYong e Suzuki – emplacaram em novembro 1.824 unidades, quantidade 43,6% inferior ao mês anterior, quando 3.236 veículos foram entregues aos consumidores finais. Em relação a novembro de 2007, porém, o índice de crescimento é de 33,2% - 1.824 unidades contra 1.369.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
No acumulado de janeiro a novembro de 2008 em relação a igual período do ano anterior, no entanto, os registros de emplacamento acusam aumento de 203,4%. São 28.026 unidades contra 9.237 veículos. &lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
Os números de vendas no atacado, por sua vez, mostraram uma queda menor. Com 2.046 unidades comercializadas, em novembro no atacado, a queda foi de 21,7% ante aos 2.616 veículos vendidos em outubro último. Assim como em emplacamentos, as vendas no atacado em novembro foram 12,4% superiores a igual período de 2007 – 2.046 unidades contra 1.819 importados.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
No acumulado do ano, as vendas no atacado em 2008 alcançaram 29.642 unidades, 173,8% mais em relação aos 10.825 veículos em 2007.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
Segundo Jörg Henning Dornbusch, presidente da Abeiva, “embora a crise esteja se mostrando mais acentuada nos Estados Unidos e na Europa, obviamente o mercado brasileiro ressentiu a onda de pessimismo. De qualquer forma, as nossas associadas estão se esforçando ao máximo para que os importadores oficiais cheguem às vendas totais em 2008, no atacado, em 32 mil unidades, como havíamos anunciado no início do segundo semestre. Para isso, todas as associadas estão mantendo seus preços inalterados, com exceção dos produtos 09/09 que receberam, por exemplo, atualizações tecnológicas, o chamado facelift, no caso de algumas importadoras”.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
Com a venda no atacado, em novembro, de 2.046 unidades, e o acumulado de janeiro a novembro de 29.642 veículos, as associadas à Abeiva significaram, respectivamente, uma participação de 1,45% e 1,14% do mercado interno brasileiro.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/3DUkq9FFLJ8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 15:25:25 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/importados-registram-queda-de-43-nas-vendas-em-novembro.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Venda de carros usados em SP cai 6,75% em novembro</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/u0ekoijMd7s/venda-de-carros-usados-em-sp-cai-675-em-novembro.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/venda-de-carros-usados-em-sp-cai-675-em-novembro.html</guid>
			<description>&lt;strong&gt;Queda em relação a outubro mostra retração do mercado. &lt;br /&gt;
Na comparação com novembro de 2007, a queda foi de 4,24%.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A venda de carros usados no Estado de São Paulo teve queda de 6,75% em novembro em relação ao mês de outubro, de acordo com os números divulgados nesta terça-feira (9) pela Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e do Sindicato de Comércio Varejista de Veículos Usados do Estado de São Paulo (Sindiauto).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao todo foram negociados 152.299 veículos usados, número inferior ao de outubro (163.321 negócios). A queda é ainda ainda maior (19,48%) em comparação a setembro (189.145 negócios), quando a crise financeira começou a mostrar seus efeitos no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na comparação com novembro de 2007, a queda foi de 4,24%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das vendas realizadas, 70,3% foram com carros populares. Em relação aos carros 1.0 litro houve uma redução de 4,77%. Em novembro, 59% dos negócios foram financiados contra 49% em outubro. Prazo médio do financiamento foi de 47 meses em novembro contra 45 no mês de outubro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a associação, os carros, em média, desvalorizaram 0,59% no mês de novembro. Os carros populares desvalorizaram 0,45%, os importados 1,38%, os carros somente a álcool desvalorizaram 0,66%, e os carros tipo flex desvalorizaram 0,79%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já o mercado de motos mostrou uma reação pequena. Foi estimado um total de 7.979 negócios com motos em novembro contra 7.787 em outubro, o que representa um aumento de 2,47%. Por outro lado, apenas 30% dos negócios com motos foram financiados em novembro contra 63% em outubro. As motos usadas desvalorizaram, em média,1,30% em novembro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/u0ekoijMd7s" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 16:53:24 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/venda-de-carros-usados-em-sp-cai-675-em-novembro.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Produção de veículos cai 28,6% em relação a novembro de 2007</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/qoiqQbhfGJs/producao-de-veiculos-cai-286-em-relacao-a-novembro-de-2007.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/producao-de-veiculos-cai-286-em-relacao-a-novembro-de-2007.html</guid>
			<description>&lt;p&gt;Produção de veículos cai 28,6% em relação a novembro de 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Segundo a Anfavea, 194,9 mil unidades foram fabricadas no mês.&lt;br /&gt;
No acumulado deste ano, há um crescimento de 13% sobre 2007.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&amp;#160;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora o governo tenha se esforçado por meio do Banco do Brasil e do Nossa Caixa, os R$ 8 bilhões em crédito aos bancos das montadoras ainda não refletiram na ponta da cadeia automobilística, o varejo. Assim, com recuo de 25,7% nas vendas em novembro sobre outubro, para 177,8 mil unidades, a produção de veículos no Brasil registra queda de 34,4% no mês. De acordo com dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), divulgados nesta quinta-feira (4), saíram das linhas de montagem 194,9 mil unidades em novembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na comparação com a produção de novembro de 2007, a redução chega a 28,6%. Como aconteceu em outubro, a queda do ritmo está diretamente ligada à produção de automóveis e comerciais leves (excluindo ônibus, caminhões e máquinas agrícolas). No último mês, foram fabricadas 176.774 unidades, queda de 35,7% sobre outubro, quando foram fabricadas 274.781 unidades. O resultado é o reflexo da restrição de crédito no setor, desencadeada pela crise financeira global.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como até o mês de setembro a demanda foi alta, no acumulado de janeiro a novembro, a indústria automobilística nacional soma produção de 3,11 milhões de veículos, o que considera automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e máquinas agrícolas. O aumento foi de 13% sobre o mesmo período do ano passado, quando chegaram aos pátios das fábricas 2,76 milhões de unidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exportações&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As exportações são afetadas diretamente pelas turbulências no mercado global. Em valores, as exportações caíram 23,1% de US$ 1,30 bilhão em outubro para US$ 1 bilhão em novembro. O setor já soma no ano US$ 13 bilhões em vendas externas, crescimento de 6,1% sobre o intervalo de janeiro a novembro de 2007, quando foram exportados US$ 12,3 bilhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em unidades, as exportações diminuíram 28,4% na passagem de outubro para novembro, de 68.633 unidades para 49.156 unidades. No acumulado, há queda de 6,4%, de 733.394 veículos exportados no ano passado para 686.820 veículos de janeiro a outubro deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Férias coletivas &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A produção foi ajustada para reduzir o volume dos estoques, tanto nos pátios das fábricas quanto nas concessionárias. Para isso, as férias coletivas foram antecipadas. A dúvida que fica no setor é se 2009 será um ano marcado por demissões. Os contratos em risco são os temporários, assinados para atender, principalmente, o terceiro turno e que vencem no primeiro semestre do ano que vem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira empresa a demitir foi a Volvo, que dispensou nesta segunda-feira (1º) 430 empregados da fábrica em Curitiba (PR), sendo 250 temporários e 180 efetivos. Uma das áreas mais atingidas foi a de produção de caminhões, que estava com dois turnos de trabalho desde agosto e voltará a ter apenas um turno. O segmento de cabines também perdeu um turno e, em vez de três, passará a trabalhar com duas equipes. Na divisão de blocos de motor serão mantidos três turnos de produção, já a de ônibus permanece com um turno.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/qoiqQbhfGJs" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 15:24:29 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Venda de veículos cai 22,2% em novembro, segundo Fenabrave</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Queda é conseqüência da restrição de crédito no mercado.&lt;br /&gt;
De janeiro a novembro número de emplacamentos subiu 17,3%.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&amp;#160;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Restrição de crédito e confiança do consumidor abalada pela crise financeira global renderam à indústria automobilística queda de 22,28% nas vendas de veículos em novembro, sobre o mês de outubro. Ao todo foram emplacadas 309.712 unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários. Na comparação com novembro do ano passado, quando o setor já vivia o boom de vendas, a queda chega a 23,44%. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta segunda-feira (1º).&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A queda registrada em novembro foi maior do que a obtida em outubro sobre os números de agosto, de 13,81%. "Sem dúvida a questão do crédito é o que pesa na situação. Ela não está tão grave quanto antes, mas nem todos os recursos anunciados pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica chegaram ao varejo", explica o presidente da Fenabrave, Sérgio Reze.&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Reze, a média diária de vendas teve uma recuperação "razoável" na última semana de novembro, o que representa um reflexo das medidas tomadas pelo governo e pelas montadoras para a recuperação das vendas. Entretanto, o presidente da Fenabrave acredita na recuperação lenta do mercado. "A situação não terá retomada rápida", afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por segmento, o que mais sofreu com a diminuição do ritmo do mercado foi o de automóveis e comerciais leves, com baixa de 26,1% sobre outubro, com 166.279 unidades vendidas. O emplacamento de motocicletas apresentou queda menor, porém significativa, de 17,28%, para 124.176 unidades. Caminhões e ônibus, juntos, tiveram queda de 20,28% (11.627) e os implementos rodoviários de 21,72% (3.702 unidades).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na comparação com novembro do ano passado, a procura por automóveis e comerciais leves sofreu queda de 26,34%, de 225.750 unidades para 166.279. Já a demanda por motocicletas caiu 22,85%, de 160.954 unidades para 124.176.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Acumulado em alta &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao comparar o acumulado de janeiro a novembro deste ano com igual período de 2007 as vendas de veículos permanecem em alta de 17,36%, de 3,8 milhões de unidades para 4,5 milhões, o que representa forte crescimento neste ano. Ou seja, o resultado positivo não será abalado caso o mês de dezembro também apresente queda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao levar em conta automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus já foram emplacadas 2,626 milhões de unidades só neste ano, expansão de 18,27% sobre o ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre o próximo ano, Sergio Reze pede cautela. "Este ano já foi para a gente, em termos de volume. Para 2009, com as férias coletivas, as montadoras vão reduzir os estoques, o que vai trazer o custo financeiro a patamares aceitáveis. Temos de esperar o primeiro trimestre para ver como o mercado irá se comportar", ressalta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na opinião de Reze, o que a indústria irá aguardar para 2009 é o gerenciamento da crise por parte do governo, com "medidas em maior profundidade" para evitar demissões na indústria e a desconfiança do consumidor no mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Participação de mercado &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No segmento de automóveis, a Volkswagen mantém a liderança no mercado nacional com uma pequena diferença em relação à italiana Fiat. A montadora alemã ficou com 25,06% do mercado nacional em novembro, seguida da Fiat com 24,91%, General Motors (17,7%), Ford (9,08%), Honda (7,05%), Renault (4,6%), Peugeot (3,77%), Citroën (3,27%) e Toyota (3,025).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, ao considerar automóveis e comerciais leves, é a Fiat que lidera as vendas no Brasil, com 24,73% do mercado. Volkswagen fica em segundo lugar, com 21,91%, seguida de General Motors (20,88%), Ford (9,55%) e Renault (4,32%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Confira o ranking dos automóveis mais vendidos em novembro &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1º Volkswagen Gol - 17.995 unidades &lt;br /&gt;
2º Fiat Mille - 9.931&lt;br /&gt;
3º Fiat Palio - 9.450 &lt;br /&gt;
4º Honda Civic - 6.535 &lt;br /&gt;
5º GM Celta - 6.175 unidades &lt;br /&gt;
6º Volkswagen Fox/Cross Fox - 6.072 &lt;br /&gt;
7º GM Corsa Sedan/Classic - 6.041 &lt;br /&gt;
8º Fiat Siena - 5.174 &lt;br /&gt;
9º Toyota Corolla - 3.949 &lt;br /&gt;
10º Ford Ka - 3.618&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/c1jIwseOnbI" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 15:44:55 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Volvo inicia demissões entre as montadoras do Brasil</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fábrica localizada em Curitiba (PR) cortou 430 empregados.&lt;br /&gt;
Multinacional sueca fabrica apenas caminhões em território nacional.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo, com informações do Valor OnLine &lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
A Volvo do Brasil demitiu segunda-feria (1º) 430 empregados da fábrica que possui em Curitiba (PR), sendo 250 temporários e 180 efetivos. Uma das áreas mais atingidas foi a de produção de caminhões, que estava com dois turnos de trabalho desde agosto e voltará a ter apenas um turno. O segmento de cabines também perdeu um turno e, em vez de três, passará a trabalhar com duas equipes. Na divisão de blocos de motor serão mantidos três turnos de produção e na de ônibus, a menos afetada, as encomendas serão atendidas em um turno, como já acontecia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diversos anúncios de férias coletivas foram feitos nas últimas semanas pelas montadoras de veículos instaladas no país, mas a Volvo foi a primeira a demitir. Na sexta-feira (28) a multinacional sueca já havia dispensado 102 empregados da unidade que possui em Pederneiras (SP), onde faz equipamentos de construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A direção da empresa não falou sobre o assunto, apenas informou por meio da assessoria de imprensa que as razões das demissões são o desaquecimento do mercado interno de caminhões, somado à diminuição das vendas na Europa (para onde exporta cabines) e nos Estados Unidos (para onde envia blocos de motor). A unidade brasileira é fornecedora global de componentes, mas as exportações diminuíram.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na semana passada, a diretoria da Volvo fez reuniões para tratar do ajuste da produção para os próximos meses. Além das demissões, ela decidiu ampliar o período de férias coletivas de 20 para 50 dias para os empregados que atuam na linha de produção de blocos de motor, de 20 para 30 dias para os que são da área de caminhões pesados e de 10 para 20 dias para os que são da divisão de semi-pesados. Os outros trabalhadores passarão 10 dias em casa no período de festas de fim de ano, como sempre acontece na montadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a empresa, não estão previstas novas demissões, embora os cenários estejam mudando com rapidez. No início de novembro, a Volvo previa redução de 10% do mercado brasileiro de caminhões para 2009, mas atualmente fala em queda de cerca de 20% nas vendas. No caso de Pederneiras, as exportações respondiam por 70% do que saía da unidade e, como as encomendas foram reduzidas, a produção será 30% menor em 2009 e os embarques externos somarão 55% do total. A fábrica paulista contava com 700 empregados e passará a ter 598. Em Curitiba, a Volvo chegou a contar com pouco mais de 2,8 mil trabalhadores, mas vai encerrar o ano com 2.410, apenas 17 a mais que os 2.393 de dezembro de 2007.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Nelson Silva de Souza, que também é funcionário da Volvo, ficou sabendo sobre as demissões ontem pela manhã. De acordo com ele, não há muito a ser feito, já que outras montadoras de veículos também já tiveram de adotar férias coletivas no Estado, como Volkswagen e Renault. Ele ainda teme pelo que vai acontecer no futuro. "A manutenção de pessoal vai depender do que acontecer no primeiro trimestre de 2009" , disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O presidente do Sindimetal, sindicato patronal, Roberto Karam, comentou que a decisão da Volvo foi o primeiro sintoma do que vem pela frente. "Gostaria de estar errado" , afirmou ele, que estima que cerca de cinco mil pessoas da indústria metal-mecânica na região de Curitiba podem perder os empregos nos próximos meses. "O que vai acontecer na volta das férias?" &lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/97pzid1BSkU" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 15:41:54 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Concessionárias rejeitam carros usados na compra de um zero km</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Falta de crédito e aumento dos estoques restringem os negócios.&lt;br /&gt;
Valores para a aquisição de usados chegam a R$ 8 mil abaixo da tabela.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há menos de um ano e meio, os consumidores brasileiros começaram a ser bombardeados por anúncios de taxa de juros abaixo de 2% ao mês, parcelamentos em até 84 vezes, vendas sem entrada e rápida liberação de crédito. As revendas travavam uma verdadeira batalha para o cliente sair da loja de carro zero quilômetro. Com tanto apelo, o setor de usados ficou em segundo plano e cresceu em ritmo mais lento, mas ainda era bem visto pelas concessionárias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A situação mudou. A falta de crédito e o excesso de veículos disponíveis fizeram com que as lojas perdessem o interesse por carros usados como parte do pagamento na compra de um novo. Quem chegar hoje na concessionária e oferecer o usado como entrada, provavelmente voltará para casa sem fechar negócio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para pegarmos um seminovo, ele precisa estar em um estado muito bom de conservação. Mesmo assim, o cliente tem que ter consciência de que ele não vende mais o carro usado pelo preço de tabela”, afirma o gerente comercial da rede concessionária Sabrico (Volkswagen), Marcelo Frasson.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Frasson, os valores praticados no mercado para a aquisição de veículos usados já estão entre R$ 5 mil a R$ 8 mil abaixo da tabela. “É complicado, um carro que valia R$ 20 mil há dois, três meses, hoje vale R$ 12 mil.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso acontece porque os estoques das concessionárias estão cheios. A Sabrico, que trabalhava com reserva de 450 carros, agora possui 700. Para conseguir vender tantos veículos usados, montadoras, concessionários e revendedoras independentes apelam para as promoções.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Temos de atrair o consumidor de alguma forma. Então, as montadoras trabalham com preços especiais, nós oferecemos valores atrativos nos usados utilizados como negócio para a compra de novo etc”, ressalta o gerente comercial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A General Motors, por exemplo, resolveu organizar neste fim de semana um grande feirão em São Paulo, com foco em veículos seminovos. Já a Ford, investiu em taxas de juros promocionais em toda a rede de concessionárias. No caso dos shoppings de automóveis, onze em São Paulo decidiram se juntar em um feirão até o dia 7 de dezembro. A investida envolve 18 mil veículos seminovos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tiro no pé &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O presidente da Associação das Revendas Independentes do Estado de São Paulo (Assovesp), George Chahade, explica que o giro de estoque no segmento de usados é mais rápido. Como neste momento há um excesso de oferta, o recuo no valor patrimonial do veículo é inevitável. “A euforia do setor acabou. Com mais cautela, as revendedoras procuram elitizar os estoques com veículos de melhor qualidade”, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O mercado deu uma encolhida. Não fechamos ainda os números de novembro, mas a situação não é muito boa. O problema é a falta de acesso ao crédito, já que o consumidor da classe C ficou impedido de participar do mercado pelos financiamentos”, destaca Chahade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, o presidente da Assovesp acredita que o segmento de usados irá se recuperar a partir do segundo trimestre de 2009. “Quem vai sofrer mesmo com o impacto da crise de crédito será o segmento de zero quilômetro, porque eles trabalham com uma política mais agressiva de crédito”, ressalta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Risco de aumento na inadimplência &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marcelo Frasson da Sabrico também acredita na recuperação de todo o&amp;#160; mercado a partir de março. No entanto, o diretor da Trevisan Consultoria e especialista no setor automobilístico, Olivier Girard, alerta para um possível aumento da inadimplência a partir do ano que vem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Em médio e longo prazo poderá haver um impacto maior no mercado de usados, se for confirmada uma recessão econômica. Isso porque se aumentar a inadimplência, haverá possibilidade maior de gerar uma crise ‘subprime’ no mercado de novos. Ou seja, muito carro usado ficará nas mãos das financeiras e o mercado será inundado por veículos usados”, argumenta Girard.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A retomada dos carros pelos bancos em função das dívidas dos consumidores também preocupa o presidente da Assovesp. “Muitos desses veículos têm valor patrimonial muito inferior ao valor da dívida. Esse é o problema e eu não sei como será equacionado”, afirma George Chahade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O impacto do segmento de usados na venda de veículos novos foi reconhecido pelo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, quando divulgou os dados de vendas e produção do mês de outubro. “Esse foi um dos efeitos que provocou a queda na venda de novos”, disse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preços dos populares podem cair&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, se o quadro não melhorar, os preços dos carros de entrada zero quilômetro podem cair. Na análise de Olivier Girard, a cotação das commodities em baixa vai gerar a redução dos custos das montadoras, já que 30% de um carro é aço. Isso implicará na redução de custos na cadeia automobilística, o que abrirá margem para descontos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Girard, o preço dos carros populares ficará mais barato e o valor dos importados aumentará, por causa do novo patamar de cotação do dólar frente ao real.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Marcelo Frasson, da Sabrico, o que começou a ser observado agora são as disputas promocionais. “A Volkswagen não sinalizou alteração de preços, mas no segmento de populares ela acompanha a concorrência. Se o carro de entrada de outra marca está mais barato, ela anuncia uma promoção para atrair clientes”, observa.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/ikKAvJ4rTRE" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 18:10:14 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Fornecedores de autopeças dão férias coletivas</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/lEopY9cojEE/fornecedores-de-autopecas-dao-ferias-coletivas.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Empresas suspendem produção para se adequar à queda de pedidos. &lt;br /&gt;
No ABC e em SP, avisos de férias ainda não são significativos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Da Agência Estado &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A decisão de grandes indústrias de automóveis e de eletroeletrônicos de reduzir a produção e dar férias coletivas causa um efeito cascata nos fornecedores de componentes. Só na região de Curitiba (PR), onde estão instaladas a Volkswagen e a Renault/Nissan, mais de 100 metalúrgicas pretendem suspender a produção entre dezembro e janeiro. Na região de Campinas (SP), uma única empresa de eletrônicos, a Foxconn, anunciou mil demissões esta semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Betim (MG), 12 fornecedores de peças suspenderam a produção por um períodos de 10 a 20 dias a partir deste mês para se adequar à queda de encomendas da Fiat, que já anunciou três períodos de férias coletivas. No ABC e em São Paulo, avisos de férias nas autopeças ainda não são significativos, informaram sindicatos locais. Pesquisa do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Paraná (Sindimetal) indica que, das 160 filiadas, 89% pretendem dar férias coletivas de uma semana a 30 dias em dezembro e janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desse total, 75% não previam a parada porque o setor vinha de um ano e meio de crescimento. O presidente do sindicato, Roberto Karam, já prevê demissões em janeiro. “Ainda temos o degrauzinho das férias, mas a estimativa é que, até o retorno, o cenário não será diferente e isso deve gerar desemprego.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Karam, durante o período de expansão, o setor ganhou 5 mil trabalhadores, que se juntaram aos outros 20 mil contratados. “Num cenário otimista, vamos voltar ao primeiro semestre de 2007.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/lEopY9cojEE" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 17:56:38 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>GM venderá participação que detinha da Suzuki</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/lNJtJnJ78wg/gm-vendera-participacao-que-detinha-da-suzuki.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/gm-vendera-participacao-que-detinha-da-suzuki.html</guid>
			<description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;A própria montadora japonesa comprará as ações por US$ 180 milhões.&lt;br /&gt;Negócio será fechado nesta terça-feira e não afetará parceria.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Do G1, em São Paulo, com informações da France Presse &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gigante americana da indústria automobilística General Motors (GM) venderá por US$ 180 milhões sua participação de 3,2% no capital da japonesa Suzuki, anunciou o grupo nipônico, que comprará todas as ações. A operação acontecerá na terça-feira (18) no mercado de valores.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Entendo a necessidade da GM de vender as ações para obter fundos e eu respondi", afirma em um comunicado o presidente da Suzuki Motor, Osamu Suzuki. "Esta venda não questiona a associação entre os dois grupos", acrescenta a nota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A associação, em vigor desde 1981, inclui vários acordos de cooperação em termos de tecnologia e distribuição. As duas empresas possuem em conjunto uma fábrica em Ingersoll (Canadá).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A GM, que chegou a possuir 20% das ações da Suzuki, já havia vendido grande parte de sua participação em março de 2006. A nova operação determina sua saída total do capital do grupo japonês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A General Motors admitiu estar ameaçada por uma crise imimnente de liquidez, que a levou a abandonar o projeto de compra da Chrysler e a pedir uma ajuda ao governo dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a ajuda, a maior montadora americana ficaria sem dinheiro suficiente para garantir seu funcionamento no início de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/lNJtJnJ78wg" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 17:06:43 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/gm-vendera-participacao-que-detinha-da-suzuki.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Venda de carro usado cai 13,65% em SP no mês de outubro</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/-q2v50kqKeU/venda-de-carro-usado-cai-1365-em-sp-no-mes-de-outubro.html</link>
			<guid isPermaLink="false">http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/venda-de-carro-usado-cai-1365-em-sp-no-mes-de-outubro.html</guid>
			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Volume de financiamento e prazo de pagamento também caíram. &lt;br /&gt;Revendas de motos e caminhões acompanham queda.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As vendas de carros usados no Estado de São Paulo caíram 13,65% em outubro, segundo levantamento da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e do Sindicato de Comércio Varejista de Veículos Usados do Estado de São Paulo (Sindiauto). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em outubro, as estimativas apontam para um total de 163.321 negócios realizados pelas Revendas Independentes do Estado de São Paulo, número menor ao registrado em setembro, uando foram estimados 189.145 negócios. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dos negócios realizados, 68,8% foram com carros com motor 1.0 litro. Os financiamentos caíram também: 49% dos negócios foram financiados em outubro, contra 82% em setembro. O prazo médio do financiamento foi de 45 meses em outubro contra 48 no mês de setembro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mercado de motos usadas também apresentou queda de 16,84%. Foram negociadas 7.787 motos em outubro contra 9.364 em setembro no Estado de São Paulo. A redução atingiu também o mercado de caminhões usados. Foram vendidos 5.871 caminhões usados em outubro, uma redução de 12,28%, em comparação aos 6.693 &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/-q2v50kqKeU" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 20:31:29 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/venda-de-carro-usado-cai-1365-em-sp-no-mes-de-outubro.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Frota de veículos cresce mais fora da capital paulista, diz estudo</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cidades do interior e da Baixada Santista estão cada vez mais 'inchadas'.&lt;br /&gt;Em 9 anos, capital ganhou 22,3% mais carros contra 32,84% do restante.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, com informações da Agência Estado &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A frota de veículos do Estado cresce mais no interior e na Baixada Santista que na capital. Além de São Paulo, há 11 municípios paulistas com frota superior a 200 mil veículos - eram cinco em 1998. Um levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, com base em dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP) e da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), mostra que o interior registrou, entre 2000 e 2008, crescimento maior em todas as modalidades de veículos, em comparação com São Paulo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre janeiro de 2000 e setembro de 2008, o número de carros licenciados fora da capital paulista passou de 12.425.781 para 18.495.820 - um crescimento de 32,84%. No mesmo período, na capital, o crescimento foi de 22,3% - eram 4.948.139 veículos em 2000 e agora são 6.270.651.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nas "capitais regionais" de Campinas, Santos e Sorocaba, os congestionamentos e as limitações do transporte público são desafios que já entraram na agenda das administrações municipais. Bilhete único, restrições a caminhões e garagens subterrâneas, projetos lançados na capital nos últimos anos, começaram a ser adotados por essas prefeituras. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Jurandir Fernandes, presidente da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa), a vantagem do interior é poder observar as medidas adotadas em São Paulo e se antecipar na adoção de políticas preventivas. "Duas medidas que já podem ser adotadas em cidades de médio porte são a proibição do estacionamento de veículos em espaços nobres e a mudança de terminais de ônibus de regiões centrais para os bairros", defende. "Não podemos permitir que um carro fique o dia inteiro parado em uma vaga no centro." &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/jscr3rKs6xA" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 20:09:00 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Vendas de veículos caem 13,81% no mês de outubro</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Foram 398.507 unidades vendidas no mês, contra 462.356 em setembro.&lt;br /&gt;Apesar da queda, ano registra 22,17% mais emplacamentos que em 2007.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Despertados pela crise financeira global, o aperto ao crédito e a insegurança do consumidor foram os fatores que puxaram o mercado de veículos novos no Brasil para baixo. De acordo com balanço da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), divulgado nesta quarta-feira (5), as vendas de veículos recuaram 13,81% em outubro, na comparação com o comportamento do mercado em setembro. Foram 398.507 unidades vendidas no mês, contra 462.356 no período anterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na comparação com outubro de 2007, quando 422.588 veículos foram emplacados, o recuo foi de 5,7%. Levando-se em conta apenas os automóveis e os comerciais leves, a retração foi de 3,36% - de 232.550 para 224.744 unidades. Na comparação com setembro deste ano, a queda chega a 11,58%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o presidente da Fenabrave, Sérgio Reze, depois de tudo que foi dito sobre a crise, as previsões de perda foram muito mais fortes do que realmente aconteceu. "O barulho da explosão foi muito maior que o resultado dela", afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora as montadoras já esperassem pela diminuição do ritmo de vendas no segundo semestre, o efeito psicológico da crise ampliou a queda das vendas em comparação com os outros meses do ano. Mesmo assim, no acumulado de janeiro a outubro, os emplacamentos de veículos somaram 4.191.072 unidades, expansão de 22,17% sobre igual período de 2007. Esse emplacamento divulgado pela Fenabrave, inclui automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A entidade já havia estimado para este ano um crescimento menor em relação ao ano passado, devido ao natural acomodamento do mercado. Para o fechamento de 2008, as expansão das vendas no mercado interno ficará entre 18% e 19%, segundo a Fenabrave. E a expectativa para 2009 é de crescimento de 9%, o que ainda é considerado elevado para o setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quadro pode inverter em novembro&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar da má notícia, as montadoras apostam na recuperação das vendas em novembro e dezembro, estimuladas pelo aumento da disponibilidade de crédito, em função das declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que o governo pode socorrer as financeiras ligadas à indústria automobilística federal, e pelo décimo terceiro salário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Novembro e dezembro não serão piores que outubro, esperamos a estabilidade das vendas", disse Reze. "Os clientes continuam chegando aos concessionários, mas agora a diferença é que não encontram tantas facilidades de crédito."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por esse motivo, o reprensentante dos concessionários considera tão importante a finalização de ajuda do governo. "Temos solicitado o governo para, por meio dos bancos de montadoras, levar crédito na ponta do varejo." A indústria de veículos movimenta cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Confira o ranking dos automóveis mais vendidos em outubro&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;1º VW Gol – 23.262 unidades&lt;br /&gt;2º Fiat Uno – 12.887&lt;br /&gt;3º Fiat Palio – 12.820 &lt;br /&gt;4º GM Corsa Sedan – 10.676 &lt;br /&gt;5º VW Fox/Crossfox – 9.833 &lt;br /&gt;6º GM Celta – 8.019 &lt;br /&gt;7º Honda Civic – 6.776 &lt;br /&gt;8º Fiat Siena – 6.574 &lt;br /&gt;9º Ford Fiesta Hatch – 5.561 &lt;br /&gt;10º Ford Ka – 5.309 &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ranking das montadoras (automóveis e comerciais leves)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;1º Fiat 24,75% &lt;br /&gt;2º VW 21,87% &lt;br /&gt;3º GM 21,1% &lt;br /&gt;4º Ford 9,55% &lt;br /&gt;5º Renault 4,35% &lt;br /&gt;6º Honda 4,12% &lt;br /&gt;7º Peugeot 3,11% &lt;br /&gt;8º Toyota 2,80% &lt;br /&gt;9º Citroën 2,56% &lt;br /&gt;10º Hyundai 1,67% &lt;br /&gt;11º Mitsubishi 1,51% &lt;br /&gt;12º Outros 2,59%&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/8sif8L_n10g" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 20:04:35 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Nissan vai cortar produção de veículos no Japão e Europa</title>
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			<description>&lt;strong&gt;Montadora quer reduzir gastos com queda nas vendas.&lt;br /&gt;Venda de veículos nos Estados Unidos caiu 34% em setembro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Da Reuters&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A montadora japonesa Nissan Motor informou nesta terça-feira (21) que reduzirá produção em fábricas no Japão, Grã-Bretanha e Espanha, em resposta à queda da demanda ao redor do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira maior montadora do Japão, onde a Renault detém 44% de participação, informou que cortará a produção em 65 mil veículos em suas unidades de Kyushu e Tochigi, no Japão, de novembro até março de 2009. A empresa já reduziu a produção, em 10 mil veículos, na planta de Tochigi a partir de setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nissan havia planejado uma produção doméstica total de 1,39 milhão de unidades durante o ano fiscal até março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desaceleração global na venda de veículos poupou apenas algumas montadoras. Algumas rivais da Nissan estão fechando ou reduzindo linhas de produção em diversas regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta da Nissan em Tochigi, ao norte de Tóquio, responde por 95% da produção dos veículos do modelo de luxo Infiniti que são exportados para a América do Norte. A unidade de Kyushu produz utilitários esportivos como o Murano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vendas da Nissan nos Estados Unidos caíram 34% em setembro, na comparação com o mesmo período do ano passado, para 59.565 veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A montadora informou ainda que suspenderá produção na fábrica de Sunderland, no nordeste da Inglaterra, por duas semanas e reduzirá o número de dias úteis de operação da unidade durante três semanas, entre o final de outubro e novembro, por conta de queda nas vendas dos modelos Micra e Note.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na fábrica de Barcelona, onde na semana passada a empresa informou que faria um corte de 1.680 empregos, a Nissan vai interromper a produção por uma semana e reduzir o número de horas trabalhadas por oito semanas, cortando assim a produção dos modelos Pathfinder, Navara 4 X 4 e da van Primastar.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/NroQWwa7C_A" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 15:02:02 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Metalúrgicos ganham férias "forçadas"</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/kIRAn4eL6-c/montadoras-dao-ferias-forcadas-a-metalurgicos.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;GM dá férias para 8,6 mil trabalhadores em três unidades.&lt;br /&gt;Em Manaus, Honda anuncia 'descanso coletivo' para 7 mil.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Da Agência Estado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metalúrgicos de várias montadoras tiveram as férias coletivas adiantadas em decorrência da crise financeira internacional. Esta segunda-feira (20) foi o primeiro dia de férias de 8,6 mil trabalhadores da General Motors do Brasil em três unidades da montadora: São Caetano do Sul, Mogi das Cruzes e São José dos Campos. Em Manaus, 7 mil trabalhadores de várias fábricas ficaram em casa, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta-feira (17), os trabalhadores assistiram a um vídeo gravado pelo presidente da General Motors do Brasil e Mercosul, Jaime Ardila. No material, Ardila explicou os motivos das férias coletivas. "Por causa da queda das exportações que estamos tendo pela situação de alguns de nossos clientes no México, África do Sul, Venezuela e Argentina seria importante para nós reduzirmos razoavelmente a produção. Fomos, como vocês sabem, os primeiros a tomar a decisão."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul, Aparecido Inácio da Silva, diz que o clima é de apreensão. "Não resta dúvida que isso é altamente desconfortável e ficamos preocupados, mas consideramos que a GM saiu na dianteira e se preparou para uma situação emergencial", afirma. Segundo ele, se essa iniciativa não fosse tomada agora, medidas mais drásticas poderiam ser tomadas no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Manaus, a previsão é que mais de 10 mil metalúrgicos entrem em férias coletivas até o fim do mês. Só o grupo Moto Honda, um dos maiores do pólo industrial, adiantou férias coletivas para 5 mil trabalhadores, da Moto Honda, Honda Lock e Honda Componentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Curitiba, a Volkswagen anunciou que vai conceder férias coletivas a 900 trabalhadores que fazem o terceiro turno na unidade de São José dos Pinhais, na região metropolitana, como uma forma de "adequação do processo produtivo". Os trabalhadores ficarão em casa durante dez dias, entre 3 e 13 de novembro. A empresa monta na unidade paranaense 810 veículos por dia nos três turnos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/kIRAn4eL6-c" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 14:59:53 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Chrysler pode se juntar à GM ou à Renault- Nissan</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/Cdh21T9gjo8/chrysler-pode-se-juntar-a-gm-ou-a-renault-nissan.html</link>
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			<description>Segundo fonte sindical, negociações começaram há uma semana. &lt;br /&gt;
Montadoras têm sofrido com brusca queda nas vendas nos EUA. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da France Presse
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;

A norte-americana Chrysler estuda várias possibilidades de associação que podem chegar, inclusive, a uma possível fusão com a General Motors ou com a franco-japonesa Renault-Nissan, informou uma fonte da própria empresa. &lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;

A Chrysler estuda "certo número de alianças mundiais com outras montadoras, em busca de oportunidades de crescimento no mundo", informou seu porta-voz Lori McTavish. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;

A GM é a maior montadora dos Estados Unidos e a Chrysler a terceira, ficando atrás da Ford. Todas têm sofrido com a brusca queda nas vendas, que já são consideradas as mais baixas dos útimos 15 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;

Segundo duas fontes, uma sindical e outra de um concorrente, a Chrysler, que desde 2007 está em mãos do fundo de investimentos Cerberus Capital Management, que detém 80,1% da empresa, iniciou conversações há uma semana com a Renault-Nissan. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;

"Acho que isso teria sentido, pois permitiria reunir Ásia, Europa e Estados Unidos no seio de uma só empresa", indicou um dirigente do sindicato de operários da indústria automobilística (UAW). &lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/Cdh21T9gjo8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 17:28:11 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Crise abala venda de importados, que cai 10% em setembro</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/5tdkVwc1Rdk/crise-abala-venda-de-importados-que-cai-10-em-setembro.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Foram vendidas 3.549 unidades no atacado, contra 3.969 em agosto.&lt;br /&gt;Em relação ao mesmo mês de 2007, porém, houve crescimento de 185,2%.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) anunciou nesta quinta-feira (9) que as empresas filiadas à entidade – BMW, Chana, Chrysler, CN Auto, Dodge, Effa Motors, Ferrari, Jeep, Kia Motors, Maserati, Pagani, Porsche, Ssangyong e Suzuki – fecharam o mês de setembro com vendas de 3.549 unidades no atacado, número 10,58% inferior ao mês anterior (3.969 veículos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação a setembro do ano passado, no entanto, o porcentual de crescimento permanece alto: 185,2% a mais em relação às 1.244 unidades de 2007. No acumulado, as associadas à Abeiva fecharam os primeiros nove meses do ano com a venda de 24.980, 230,9% mais em relação aos 7.549 veículos em igual período do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A três meses do fechamento de 2008, as marcas importadas mantêm a projeção de 32 mil unidades, mesmo diante da instabilidade cambial das últimas semanas. "Faltam apenas 7 mil unidades para se alcançar a previsão de 32 mil unidades em 2008. Nos próximos três meses, mesmo que o dólar suba, nossas associadas estão estimando comercializar no mínimo mais 10 mil unidades", afirma Marcel Visconde, vice-presidente da entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o desempenho de vendas no varejo, em setembro, conseguiu manter taxa de crescimento. Foram 3.726 unidades contra 3.572 veículos em agosto, alta de 4,31%. Ainda no varejo, no acumulado, as associadas à Abeiva contabilizam 24.049 unidades, este ano, contra 6.905 veículos em igual período de 2007, o que significa uma taxa de crescimento de 248,28%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números de emplacamentos, porém, mostram queda de 0,28% em setembro. Foram 3.537 unidades contra 3.547 veículos em agosto último. E, novamente, no acumulado, os emplacamentos mostram aumento de 242,32%, de 6.709 unidades em 2007 para 22.966 veículos este ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desempenho de vendas da Abeiva em setembro, no atacado, significou às associadas à entidade participação de 1,39% no mercado total de veículos de passageiros e comerciais leves. No mês anterior, a participação havia sido de 1,50%. O volume de vendas acumuladas dos primeiros nove meses do ano, de 24.980 unidades, no entanto, caiu para 1,12% de participação sobre o mercado interno total de autoveículos.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/5tdkVwc1Rdk" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 18:39:07 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/crise-abala-venda-de-importados-que-cai-10-em-setembro.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Honda Automóveis bate recorde de vendas no país</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/eSWJaT8egi0/honda-automoveis-bate-recorde-de-vendas-no-pais.html</link>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Setembro registra a melhor marca mensal da história da empresa no país. Já o modelo New Civic segue à liderança entre os sedãs médios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Honda Automóveis quebrou mais um recorde em setembro. A empresa registrou mais de 11 mil unidades (11.009) emplacadas num único mês. Trata-se de sua melhor marca em quase 11 anos de produção. Até então, o melhor mês da Honda Automóveis havia sido em julho passado, quando foram emplacadas 10.791 unidades. Com esse recente resultado, contabiliza 85.310 veículos vendidos no acumulado de janeiro a setembro. Isso representa 46,6% a mais do que o volume registrado no mesmo período do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte desse sucesso se deve ao excelente desempenho do New Civic. Somente em setembro, o sedã médio registrou 6.376 unidades vendidas mantendo a liderança de sua categoria. Além disso, é o 10º veículo mais emplacado entre todos os modelos comercializados em território nacional neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse número significa 48% a mais do que o alcançado no mês anterior, em agosto. E mais: no acumulado dos nove meses de 2008, o New Civic chegou à expressiva marca de 47.589 unidades emplacadas. Ou seja, 52% a mais do que foi registrado na somatória dos três primeiros trimestres do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros modelos da Honda Automóveis também tiveram salto em vendas. O Civic Si se aproxima das mil unidades (977) em 2008, enquanto o Honda Fit já ultrapassou a marca de 30 mil unidades (31.445), impulsionada em parte pelas 3.467 unidades emplacadas em setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crossover Honda CR-V atingiu mais de cinco mil unidades neste ano. Até o momento, a versão 4 x 2, que fez sua estréia em 2008 no país, tem 3.567 unidades emplacadas. A versão 4 x 4 obteve 1.561 unidades comercializadas. Também em expansão, a oitava geração do Honda Accord já soma 1.135 unidades vendidas na temporada com suas duas versões (LX e EX V6).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: Linkpress &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/eSWJaT8egi0" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 18:20:13 +0000</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.carz.com.br/Noticias/Mercado/honda-automoveis-bate-recorde-de-vendas-no-pais.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Produção de veículos cai 4,3% em setembro e vendas crescem 9,8%</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/OY9tVwugHy8/em-setembro-e-vendas-crescem-98.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Mais de 268,7 mil unidades foram comercializadas em setembro.&lt;br /&gt;Números foram divulgados nesta segunda-feira pela Anfavea.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Da Agência Estado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou nesta segunda-feira (6) que a produção de veículos caiu 4,3% em setembro de 2008 em relação a agosto, totalizando 298,4 mil unidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação a setembro de 2007, a produção foi 18% maior. Nos primeiros nove meses do ano foram produzidos 2,62 milhões de unidades com alta de 19,9% sobre igual intervalo do ano passado. No acumulado de 12 meses, houve crescimento de 20,8%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação às vendas, a comercialização de veículos no mercado brasileiro somou 268,7 mil unidades no mês passado, o que representa uma alta de 9,8% em relação a agosto. Na comparação com setembro de 2007, o crescimento foi de 31,7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No acumulado de janeiro a setembro de 2008, foram comercializadas 2,21 milhões de unidades no País, o que representa uma expansão de 27% ante igual período do ano passado. No período de 12 meses, foram vendidas 2,93 milhões de unidades, com variação positiva de 27,4%, sobre os 12 meses anteriores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Exportações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As exportações de veículos somaram US$ 1,26 bilhão no mês passado, segundo a Anfavea, o que significa uma queda de 7,3% em relação a agosto e um crescimento de 8,1% em relação ao mesmo mês do ano passado. De janeiro a setembro, as vendas externas somaram US$ 10,71 bilhões, com alta de 9% ante o mesmo período do ano passado. No acumulado de 12 meses, a expansão foi de 10,7%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Máquinas agrícolas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado somaram 5,5 mil unidades em setembro de 2008, o que representa alta de 7,5% em relação a agosto e de 52,4% sobre o mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano, de janeiro a setembro, foram comercializadas 41 mil unidades com expansão de 48,4% sobre o mesmo período de 2007. No acumulado de 12 meses, as vendas do setor registraram expansão de 52,1%.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/OY9tVwugHy8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 18:03:47 +0000</pubDate>
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			<title>Com "aperto" de crédito, consumidor deve poupar mais e financiar menos</title>
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			<description>&lt;strong&gt;Segundo economistas, operações estão ficando mais curtas.&lt;br /&gt;Para o consumidor, poupar mais e financiar menos é o melhor negócio.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Do G1, em São Paulo, com informações do Jornal Hoje&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bancos e financiadoras começam a se precaver da crise econômica que assola o mundo, principalmente os Estados Unidos, e que deixa o mercado brasileiro instável. Por isso, os prazos dos financiamentos estão menores e as exigências de garantia na hora de conceder crédito aumentaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, alguns consumidores correm para aproveitar o financiamento em 72 meses, que está com os dias contados. "A gente só poderia comprar desta maneira", diz a funcionária pública Edneide Bezerra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As concessionárias fazem de tudo para fechar negócio, indo na contramão do aumento de juros e da redução do crédito que chegam de carona na crise econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As operações estão cada vez menores, 24, 36 (meses), com algumas exigências a mais, como fiador, não pode estar ‘negativado’ no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito)", diz o economista Alexandre Moura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o desejo de comprar o carro novo for maior que o receio diante das incertezas em tempos de crise, os economistas aconselham: fuja dos financiamentos muito longos. Faça as contas e tente encaixar no orçamento o menor número de parcelas que puder pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais prestações, mais caro fica. Veja só a diferença de preço no financiamento de um carro popular de R$ 26.190. Em 24 meses, o consumidor vai pagar uma prestação de R$ 1.408,47. Em 36 meses, o valor mensal é de R$ 1.039,67. A diferença em relação ao preço à vista é de mais de R$ 11 mil, quase a metade do valor do carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cautela, se puder retardar, retarde. (Em) uma semana os juros já aumentaram em 30%. E o carro novo da sua mulher? Ela vai puxar a minha orelha, mas não vai comprar agora não", aconselha Moura.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/3fPQIYVq7e0" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 18:05:09 +0000</pubDate>
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			<title>Honda Civic volta a liderar entre os sedãs médios</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Carro superou o Toyota Corolla nas vendas em setembro.&lt;br /&gt;Entre os modelos de entrada, liderança é do Corsa Sedan.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após ser superado pelo seu principal concorrente nas vendas de agosto, o Honda Civic mostrou uma forte reação no mercado e voltou a ser o sedã médio mais vendido do país em setembro. Ao todo foram comercializadas 6.377 unidades do Civic (em agosto o número foi 4.308), superando a marca do Toyota Corolla, que teve 4.562 unidades comercializadas (em agosto foram 4.424). Os números foram divulgados nesta quarta-feira (1) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). &lt;br /&gt;saiba mais&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No acumulado do ano, o Civic lidera com 47.594 unidades vendidas (32,89% de participação de mercado na categoria), contra 30.815 (21,19%) do Corolla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reação do Civic se deve em parte ao aumento da capacidade de produção da fábrica da Honda em Sumaré (SP). A unidade que produz os modelos Fit, Civic e Civic Si teve a capacidade ampliada de 550 para 650 veículos por dia em agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na categoria dos sedãs médios, o Chevrolet Vectra aparece em terceiro lugar com 22.222 unidades vendidas no ano, seguido pelo Citroën C4 Pallas (14.166), Ford Fusion (7.806), Renault Megane (7.272), Nissan Sentra (5.703), Peugeot 307 Sedan (3.382) e VW Jetta (3.365). A categoria conta com um novo integrante, o Fiat Linea, lançado em setembro, mas ainda com inexpressivas 91 unidades comercializadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Corsa lidera entre os sedãs de entrada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na categoria dos sedãs de entrada (os mais baratos), a liderança é do Corsa Sedan, da Chevrolet, com 13.744 unidades comercializadas em setembro e 108.147 no ano. Em segundo lugar aparece o Fiat Siena com 8.771 unidades vendidas no último mês e 77.769 no ano. A lista segue com Chevrolet Prisma (40.109 no ano), Renault Logan (29.783) e Fiesta Sedan (28.678).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda pela lista da Fenabrave, o recém-lançado Voyage, da Volkswagen, aparece entrando na categoria dos sedãs compactos, que já conta com outro representante da montadora, o Polo Sedan, além do Chevrolet Astra Sedan e Ford Focus Sedan. A própria Volkswagen, no entanto, indica o Voyage como o seu carro para competir na categoria dos sedãs de entrada. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/2WQe0rOwKYs" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 17:48:21 +0000</pubDate>
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			<title>Volvo Automóveis reduz preços para a linha 2009</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/4k-ka0rxPL0/volvo-automoveis-reduz-precos-para-a-linha-2009.html</link>
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			<description>&lt;p&gt;A Volvo Automóveis anunciou nesta sexta-feira (19/09) a redução de preços para a linha 2009 da maioria dos modelos da marca comercializados no Brasil. Os valores tiveram decréscimo médio de 8%. A alteração mais acentuada foi a do sedã de luxo S80 3.2, que teve o preço reduzido em 20%, passando para R$ 198 mil.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com esta redução, visamos aumentar nossa competitividade e, conseqüentemente, as vendas", explica Marcos Saade, diretor de Vendas e Marketing da Volvo Automóveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linha 2009 da Volvo já pode ser encontrada em todas as revendas autorizadas distribuídas pelo território nacional. Atualmente, a marca conta com 17 pontos de atendimento nas cidades de São Paulo (cinco lojas), Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Londrina, Natal, Recife e Fortaleza, além de dois postos de serviços em Brasília e Joinville. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela de preços – Linha 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Série 30&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C30 2.0 - R$ 89.950,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;C30 2.4i - R$ 112.000,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;C30 T5 manual - R$ 127.900,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;C30 T5 automático - R$ 133.500,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Série 40&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;S40 2.4 - R$ 117.000,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;S40 2.4i - R$ 135.000,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;S40 T5 - R$ 155.000,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Série 50&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V50 2.4 - R$ 125.000,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;V50 2.4i - R$ 139.900,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;V50 T5 - R$ 159.000,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;Série 60&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S60 2.0T - R$ 131.000,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Série 70&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C70 - R$ 239.481,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;XC70 3.2 - R$ 193.000,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Série 80&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S80 3.2 - R$ 198.000,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;S80 4.4 V8 - R$ 255.000,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Série 90&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XC90 3.2 - R$ 209.000,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;XC90 4.4 V8 - R$ 249.000,00&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/4k-ka0rxPL0" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 17:36:06 +0000</pubDate>
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			<title> Hyundai confirma segunda fábrica no Brasil</title>
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			<description>&lt;strong&gt;Porta-voz da montadora anuncia construção no estado de SP.&lt;br /&gt;Linha de montagem produzirá modelos bicombustíveis compactos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo, com informações da Reuters&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Hyundai Motor confirmou nesta quarta-feira (17), em Seul, a construção de mais uma fábrica no Brasil, desta vez no estado de São Paulo, com capacidade anual de 100 mil veículos. A montadora sul-coreana, em parceria com o grupo brasileiro CAOA (importador oficial da marca), já possuiu uma planta na cidade de Anápolis (GO), inaugurada em abril deste ano, que produz o minicaminhão HR e de onde sairá o SUV Tucson nacional, a partir de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O porta-voz da Hyundai não confirmou o local específico da nova fábrica, mas as negociações com o governo federal indicam que a cidade de Piracicaba será a escolhida. A montadora também não informou detalhes sobre a nova unidade, mas o jornal Maeil Business publicou que a fábrica produzirá veículos bicombustíveis compactos e que a planta será completada em 2011. A expectativa é de que saiam 100 mil unidades por ano da nova linha de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nela, além de modelos da própria Hyundai, deverão ser fabricados carros da subsidiária Kia Motors. As duas marcas sul-coreanas juntas formam a quinta maior montadora do mundo. A decisão de ampliar a participação da empresa no Brasil aproveita o rápido crescimento latino-americano em um momento de recuo de mercados importantes como os Estados Unidos.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/37Xv-1Hf0lM" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 18:11:21 +0000</pubDate>
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			<title>Venda de carros importados se mantém estável em agosto</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/ADaj33_I7pg/venda-de-carros-importados-se-mantem-estavel-em-agosto.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Unidades no atacado – das montadora para as lojas – cresceu 0,51%.&lt;br /&gt;Enquanto isso, número de emplacamento teve queda de 5,46%.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) anunciou nesta quinta-feira (11) que as vendas de importados se mantiveram estáveis no mês de agosto. Empresas filiadas à entidade - BMW, Chana, Chrysler, Dodge, Effa Motors, Ferrari, Jeep, Kia Motors, Maserati, Pagani, Porsche e Ssangyong – registraram a venda de 3.969 unidades no atacado (das montadoras para as concessionárias) -, o que representa apenas 0,51% mais em relação ao mês anterior, quando foram comercializados 3.949 veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quando se faz uma comparação com agosto de 2007, quando foram vendidas 1.471 unidades, o salto é grande: 169,82%. No acumulado do ano, as montadoras fecharam os primeiros oito meses do ano com 21.431 unidades comercializadas - 239,90% a mais em relação aos 6.305 veículos em igual período do ano passado. As afiliadas à entidade mantêm a projeção de 32 mil unidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, o desempenho de vendas no varejo – das concessionárias para o público - registrou queda de 9%. Foram 3.569 unidades em agosto contra 3.922 em julho. Já o número de emplacamento, segundo dados do Renavan, teve queda de 5,46%, com 3.547 unidades em agosto versus 3.752 em julho.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/ADaj33_I7pg" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 17:08:14 +0000</pubDate>
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			<title>Corolla supera vendas do Civic em agosto</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/o3p2O4SnGdE/corolla-supera-vendas-do-civic-em-agosto.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Carro da Honda, no entanto, continua líder entre os sedãs médios.&lt;br /&gt;Segmento vai ganhar este mês o Fiat Linea e o novo Ford Focus Sedan.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez desde o seu lançamento, no final de março, o novo modelo do Toyota Corolla superou as vendas do Honda Civic em um mês. De acordo com os números divulgados nesta quarta-feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram vendidos em agosto 4.424 unidades do Corolla, contra 4.308 unidades do Civic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado revela uma evolução nas vendas do Corolla. O carro da Toyota teve 3.937 unidades vendidas em junho, 4.788 em julho e 4.424 em agosto. Já o Civic apresentou 5.408 unidades comercializadas em junho, 5.684 em julho e 4.308 em agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No acumulado do ano, no entanto, o Civic, que é vendido a partir de R$ 66,5 mil mantém a vantagem com 41.217 unidades vendidas. O Corolla, com preço inicial de R$ 62,1 mil, já vendeu 26.253 unidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A briga dos dois carros das montadoras japonesas é histórica. No ano passado, o carro da Honda superou o rival em venda com o sucesso do seu novo modelo, o New Civic. A Toyota começou a mostrar a sua reação com as vendas do novo Corolla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Corolla é vendido a partir de R$ 62,1 mil. O Civic tem preço inicial de R$ 66,5 mil. Os dois veículos comandam a disputa do mercado de sedãs médios que conta ainda com o Chevrolet Vectra (R$ 63,9 mil) em terceiro lugar com 20.016 unidades vendidas no ano, e o Citröen C4 Pallas (R$ 66,5 mil) em quarto, com 12.826 unidades comercializadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este mês, o segmento dos sedãs médios vai ganhar mais dois concorrentes, o Fiat Linea e o novo Ford Focus Sedan.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/o3p2O4SnGdE" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 17:27:56 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Venda de veículos registra queda de 14% em agosto</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/1KGp9m5MSK8/venda-de-veiculos-registra-queda-de-14-em-agosto.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Resultado mostra estabilização do mercado após um ano de euforia.&lt;br /&gt;Fiat segue na liderança entre as montadoras, com avanço da Volkswagen.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com queda em todos os segmentos, o mês de agosto mostra a estabilização do mercado de veículos. No mês foram vendidos 231.063 unidades de automóveis e comerciais leves. A redução foi de 15,34% em relação a julho, que registrou 272.926 unidades. Contando veículos em geral, que incluem também ônibus, caminhões, motos e implementos rodoviários, foram comercializadas 427.696 unidades, uma queda de 14% em relação a julho, quando foram vendidos 497.311 veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Para o presidente da Fenabrave, Sérgio Reze, o que aconteceu no mês de agosto foi o início da acomodação do mercado. Segundo ele, isto não significa queda no fechamento do ano, já que a previsão é de que a indústria automobilística feche o ano com patamar acima de 3 milhões de veículos comercializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este patamar não vai cair como aconteceu no 'boom' de 1997, quando logo em seguida veio a crise no setor", disse Reze. De acordo com ele, o potencial do Brasil é de venda de 10 milhões de veículos por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redução da demanda já era esperada pelas montadoras. Nesta semana, o presidente da General Motors do Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, havia declarado que o mês de agosto seria de queda. Mas os números da Fenabrave mostraram que a queda foi mais forte do que o esperado pelos executivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desaceleração não é justificada pelo aumento da taxa de juros, já que as taxas para financiamento de automóveis são um dos componentes de menor peso para o mercado financeiro. "O que acontece hoje é que você não consegue repor dois milhões de clientes a mais todo ano", justificou Reze. "Essa acomodação é boa. É bom que não haja mais excesso de demanda para não gerar distorções no mercado. No caso da distribuição de veículos, por exemplo, é muito difícil formar vendedores para atender com qualidade os clientes", observa Reze sobre o estresse causado em toda a cadeia automotiva pelos seguidos recordes de vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aumento de 3,2% sobre agosto de 2007&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos resultados do mês, na comparação com agosto de 2007, quando começou o forte aquecimento da procura por veículos no Brasil, houve um aumento de 3,2% para automóveis e comerciais leves e na comparação de janeiro a agosto deste ano em relação aos oito primeiros meses do ano passado, o crescimento foi de 26,3%, com 1.842.062 unidades comercializadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no mercado total de veículos, o crescimento foi de 7,6% na comparação de agosto deste ano com agosto de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o acumulado de janeiro a agosto deste ano em relação aos oito primeiros meses do ano passado, o crescimento foi de 25,4%, de 2.653.956 unidades para 3.330.219 unidades de veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fiat e Volkswagen acirram disputa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as montadoras, a Fiat segue na liderança do mercado de automóveis e comerciais leves com 24,9% de participação de mercado, contra 21,8% da Volkswagen no acumulado de janeiro a agosto. No mês de agosto, a Fiat teve 25,1% do mercado e a Volkswagen teve 24,9%, encostando na líder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal mudança no cenário se deve, principalmente, ao lançamento da nova geração do Gol, em julho, e aos preços promocionais praticados para a versão anterior – que continua a ser vendida como modelo de entrada, a partir de R$ 25,20 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fiat adotou o mesmo procedimento, ao lançar a linha 2009 do Mille com preços cerca de R$ 500 mais baixos que os modelos anteriores. A disputa entre os dois fabricantes deve ficar ainda mais acirrada com os lançamentos este mês dos sedãs Linea, da Fiat, e do sedã do Gol, que deverá se chamar Voyage.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/1KGp9m5MSK8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 17:19:13 +0000</pubDate>
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			<title>Capacidade de produzir etanol subirá 80% em seis anos, diz governo</title>
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			<description>&lt;strong&gt;Reunião ampliada do CDES tem como foco os investimentos na economia.&lt;br /&gt;Governo argumenta que o ciclo de investimentos é 'amplo e robusto'.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em Brasília&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capacidade de produção de etanol subirá 80% nos próximos seis anos, segundo documento divulgado pelo Palácio do Planalto nesta quinta-feira (28) antes da reunião ampliada do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008/2009, a produção, ainda segundo o governo, atingirá a marca de 26,5 bilhões de litros, volume que saltará para 30,7 bilhões em 2009/10, para 35 bilhões de litros em 2010/11, para 38,5 bilhões em 2011/12, para 42 bilhões de litros em 2012/13, para 46 bilhões de litros em 2013/14 e, finalmente, para 49 bilhões em 2014/15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na reunião do CDES desta quinta-feira, o foco será os investimentos previstos pelos setores público e privado para os próximos anos. Na apresentação, o governo argumenta que virá, pela frente, um ciclo de investimentos "amplo e robusto", com base no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e na política industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo avalia ainda que o padrão de crescimento da economia brasileira será virtuoso, visto que o emprego e os salários crescem com um "aumento firme" de produtividade, ao mesmo tempo em que o setor produtivo estaria disposto a investir. O sistema de crédito, diz o governo, está saudável e "apto à expansão".&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/arLAiSUz35g" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 19:34:58 +0000</pubDate>
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			<title>Gigante do setor de autopeças investe R$ 753 milhões no Brasil</title>
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			<description>&lt;strong&gt;ZF comemora 50 anos de atividade na América do Sul.&lt;br /&gt;Empresa quer ampliar as vendas na região em mais de 65%.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as comemorações de 50 anos de atividade na América do Sul, nesta quinta-feira (28), a fabricante alemã de autopeças ZF anunciou investimento de R$ 753 milhões no Brasil até 2013, o maior do setor nacional. O montante ajudará a empresa na ampliação da capacidade das quatro fábricas que possui no país e no desenvolvimento de novos produtos. Assim, a empresa pretende aumentar as vendas na região em mais de 65% e superar os R$ 2,5 bilhões em faturamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fazer o anúncio, o presidente da ZF América do Sul, Wilson Bricio, afirmou que os novos projetos envolvem os segmentos de veículos de passeio, comerciais leves e pesados e máquinas agrícolas. Também permitirá o crescimento das exportações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A previsão da ZF é aumentar os R$ 302 milhões em exportações, registrados em 2007, para mais de R$ 660 milhões em 2010. Com isso, a empresa deverá elevar de 19% para 30% a participação das vendas externas no seu volume total de vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 45% das exportações da ZF brasileira são para a Europa, seguida pela América do Sul, com 27,9%, América do Norte, com 22,1%, e Ásia e Pacífico, com 3,8%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os novos produtos recentemente lançados e em fase final de desenvolvimento estão a embreagem com compensação automática de desgaste X-Tend – utilizada em veículos europeus —, a transmissão automatizada ZF AS-Tronic, que já equipa o recém-lançado ônibus Volksbus V-Tronic (da Volkswagen), e o ZF Intarder, um sistema ifreio hidrodinâmico, que contribui para manter velocidade de segurança para os caminhões em descidas, sem comprometer os freios. O produto tem lançamento previsto para os próximos meses em veículos comerciais pesados. A ZF também desenvolve sistemas híbridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As operações da ZF vão muito além da fabricação de transmissões para veículos comerciais. Os nossos negócios na região cresceram e se diversificaram nos últimos anos. Entre as divisões com maior aumento estão a ZF Lemförder, dedicada à produção de componentes de chassis e suspensão, e a ZF Sachs, fabricante de embreagens, ambas com foco também no segmento de veículos leves”, explica Bricio.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/wq01Dg-cLK8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 19:28:35 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Pesquisa aponta que 48% das compras em feirões são do primeiro carro zero</title>
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			<description>&lt;strong&gt;Levantamento foi feito em São Paulo entre junho e agosto.&lt;br /&gt;Maior parte dos compradores pertence à classe C.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Da Agência Estado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com a alta dos juros e ameaças do governo de frear o financiamento, o número de consumidores que compraram um automóvel pela primeira vez continua crescendo. Muitos deles pertencem à classe C, que vem aproveitando os prazos longos para adquirir bens em parcelas acessíveis. Pesquisa realizada entre junho e o início deste mês em seis grandes feirões de automóveis em São Paulo mostra que 48,3% dos consumidores compraram carro zero pela primeira vez. Igual amostragem feita no fim de 2007 apontava para um índice de 43%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o porcentual de clientes que adquiriram o primeiro carro usado passou de 8% no fim do ano passado para 21% este ano. A amostragem da pesquisa feita pela agência de varejo automotivo MSantos ouviu 1.320 consumidores. Em todo o ano passado, uma pesquisa nacional feita pelas montadoras indicava que 246 mil pessoas realizaram o sonho do carro novo, o equivalente a 10,5% das vendas totais de automóveis e comerciais leves no período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ayrton Fontes, economista da MSantos, "a migração das classes mais baixas que entraram para a classe média explica o fato". Segundo ele, a maior parte dos que tiveram acesso ao primeiro carro tem renda mensal entre R$ 1,4 mil e R$ 2 mil e optou por modelos populares para pagamento em até 60 meses (cinco anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O que atrai esse entrante no mercado é o plano longo, que permite ao cliente realizar o desejo ou necessidade de ter um automóvel", confirma Dirceu Variz, diretor comercial da Finasa, uma das maiores financeiras do País, pertencente ao Bradesco.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/Jpg7FU2Gdqo" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 18:57:29 +0000</pubDate>
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			<title>Suzuki voltará ao mercado brasileiro em outubro</title>
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			<description>&lt;p&gt;Em nota oficial enviada à imprensa na manhã desta quarta-feira (20/08), a Suzuki anuncia a volta da comercialização de seus veículos no mercado brasileiro a partir de outubro deste ano. A montadora japonesa, por meio da Suzuki Veículos Brasil (SVB), distribuidora oficial no País, inicia as vendas de seus produtos já a partir deste mês de outubro, com concessionárias autorizadas nas principais capitais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; “O mercado brasileiro é muito importante e temos aqui muitos apaixonados pelos veículos Suzuki”, afirma Toshihiro Suzuki, Membro do Conselho e Senior Managing Executive Officer da Suzuki Motor Corporation. “Nosso objetivo é estabelecer as bases para um relacionamento duradouro, com a oferta de produtos de última geração e a prestação de serviços de assistência técnica de alta qualidade”, complementa o executivo, que fala com entusiasmo sobre a operação brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi informado no comunicado quais serão os primeiros modelos comercializados por aqui, mas, de acordo com a assessoria de imprensa da marca, os nomes serão conhecidos em 18 de setembro.&lt;br /&gt;A Suzuki Motor Corporation iniciou suas operações em 1920 no Japão. Hoje, conta com 23 fábricas ao redor do mundo e atua em 192 países. No ano fiscal findado em março, produziu 2,411 milhões de carros.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/eyK1QvFFqzE" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:45:39 +0000</pubDate>
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			<title>Venda de carros importados sobe 15% em julho</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/KQCGIHEnyh8/venda-de-carros-importados-sobe-15-em-julho.html</link>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em relação ao mesmo período do ano passado, a expansão foi de 310,9%&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Balanço foi divulgado nesta quinta-feira (14) pela Abeiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Da Agência Estado&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) informou nesta quinta-feira (14) que as vendas no atacado das suas filiadas - BMW, Chrysler, Dodge, Effa Motors, Ferrari, Jeep, Kia Motors, Maserati, Pagani, Porsche e Ssangyong - cresceram 14,8% em julho de 2008 em relação ao mês anterior, totalizando 3,949 mil unidades. Na comparação com igual período do ano passado, a expansão foi de 310,9%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No acumulado dos primeiros sete meses do ano, as associadas à Abeiva comercializaram 17,462 mil unidades, com alta de 261,23% em relação aos 4,834 mil veículos vendidos em igual período do ano passado. A entidade mantém a projeção de encerrar o ano com 32 mil unidades comercializadas. O presidente da entidade, Jörg Henning Dornbusch, afirma, em nota, que, com a possibilidade de chegada de novas associadas neste semestre, a associação pode rever para cima as estimativas para o ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desempenho de vendas da Abeiva em julho no atacado permitiu às associadas chegarem a 1,47% de participação no mercado total de veículos de passageiros e comerciais leves. O volume de vendas acumuladas dos primeiros sete meses do ano, de 17,462 mil unidades, no entanto, ainda significa 1,02% de participação sobre o mercado interno total de automóveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No varejo e no emplacamento, o desempenho de vendas manteve comportamento muito similar ao do atacado. No varejo, foram comercializadas em julho 3,922 mil unidades e licenciados 3,752 mil veículos. No acumulado de sete meses, o varejo apresentou 16,751 mil veículos e foram emplacadas 15,882 mil unidades.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/KQCGIHEnyh8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 19:15:56 +0000</pubDate>
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			<title>Honda bate recorde de vendas em julho</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Moto Honda e Honda Automóveis alcançam o melhor desempenho mensal desde a chegada da marca no Brasil. Produtos de Força também têm crescimento&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mês de julho foi histórico para o grupo Honda no Brasil, pois representou o melhor desempenho mensal em vendas em dois de seus pilares de atuação. Motocicletas e automóveis bateram recordes em setores cada vez mais competitivos da economia nacional. O segmento de produtos de força também atingiu números expressivos no mês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Moto Honda quebra recorde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Líder no segmento, a Moto Honda da Amazônia também comemorou os resultados. Desde sua chegada ao país, na década 70, jamais havia alcançado números tão expressivos. Apenas em julho, comercializou 130.695 unidades – 29,8% a mais que o número alcançado no mesmo período do ano passado. &lt;br /&gt;Tudo isso é reflexo da grande aceitação dos produtos da marca. A família CG, por exemplo, com 82.748 motocicletas comercializadas em julho deste ano, obteve aumento de 41,3% comparando-se ao mesmo mês do ano anterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse resultado foi impulsionado pela CG 125 Fan, com incremento de 69,8% (total de 35.591 unidades). Também cresceram em comparação a julho do ano passado a CG 150 Titan ESD (30,3%), a CG 150 Titan ES (26,3%) e a CG 150 Titan KS (24,1%). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na linha on-off road, a NXR 150 Bros atingiu a marca das 8.489 motocicletas vendidas, tendo desempenho 10,9% melhor em comparação ao mesmo período de 2007. Vale destacar ainda a NX4 Falcon, com 1.438 unidades comercializadas e crescimento de 32,2% em relação a julho do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os modelos CRF 230F, CBX 250 Twister e XR 250 Tornado alcançaram um incremento de 23,9%, 21,4% e 31,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2007. A motoneta Biz 125 +, por sua vez, obteve aumento de 29,5% (total de 2.224 unidades) quando comparada a julho do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segmento de importadas teve suas vendas acrescidas em 25,8% comparando-se com o mesmo período do ano passado. A GL 1800 Gold Wing obteve o resultado mais expressivo – incremento de 142,9% –, enquanto a VTX 1800C saltou 71,4%, as duas em relação a julho de 2007. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Honda Automóveis em constante ascensão &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segmento de automóveis, a Honda obteve a melhor marca de comercialização num único mês nesses mais de dez anos de atuação. Enquanto a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) anunciou o recorde histórico de vendas mensais (270.497 unidades), a empresa emplacou 10.791 unidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.carz.com.br/images/stories/Noticias/F%EF%BF%BDbrica_autos_baixa.jpg" border="0" /&gt;&lt;img src="http://www.carz.com.br/images/stories/Noticias/fabrica_autos.jpg" border="0" hspace="5" vspace="5" align="left" /&gt;Com isso, contabiliza 66.360 automóveis vendidos no acumulado entre janeiro e julho de 2008. Isso representou acréscimo de 53% em comparação com o mesmo período do ano passado. Os modelos nacionais foram os principais destaques. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em julho, o Honda Fit teve 3.930 unidades vendidas. Ou seja, 40% a mais se comparado com o mesmo período de 2007. Os 31 dias de julho também impulsionaram as vendas do sedã New Civic, o 9º carro mais emplacado nacionalmente. Foram 5.683 veículos comercializados (59% a mais que em 2007). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os modelos importados chamaram a atenção. A versão 4x2 do importado CR-V, lançada no primeiro semestre deste ano, por exemplo, emplacou 840 unidades somente em julho. Com apenas cinco meses de comercialização, contabiliza 2.064 veículos comercializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quadriciclos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vendas da linha ATV (All Terrain Vehicle) tiveram crescimento de 117,6% em relação ao mesmo período de 2007. Parte desse resultado se deve à boa aceitação do público brasileiro ao modelo TRX 420 Fourtrax, lançado em março desse ano e que, em julho, comercializou 190 unidades. O novo veículo é símbolo da evolução tecnológica e chegou ao mercado para consolidar a liderança da Honda no segmento de quadriciclos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produtos de Força&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro pilar de atuação da Honda no Brasil – o segmento de produtos de força – (tais como geradores, motores estacionários, roçadeiras, cortador de grama e motores de popa) acompanhou o crescimento visto nos setores de duas e quatro rodas. Em relação a julho do ano passado, a linha obteve um incremento total de 31% nas vendas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cortadores de grama tiveram o desempenho mais expressivo: melhora de 396%. Em segundo lugar no ranking de crescimento ficaram os motores de popa, que saltaram 133% em relação ao mesmo período de 2007. As motobombas, duráveis e com alta vazão, sofreram um acréscimo de 116% em vendas. Geradores (86%) e motores estacionários (10%) também contribuíram para o bom desempenho dentro do setor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: Linkpress &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/-ByFktlfGS8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 17:58:42 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Citroën estuda ampliar fábrica no Rio de Janeiro</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/jcASnOEEI3o/citroen-estuda-ampliar-fabrica-no-rio-de-janeiro.html</link>
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			<description>&lt;strong&gt;Marca conta com aval da matriz francesa para novos investimentos&lt;br /&gt;Brasil é o mercado em que a Citroën mais cresce atualmente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Da Agência Estado &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das últimas a se instalar no Brasil na leva de novas montadoras que chegaram ao País a partir do fim dos anos 90, num período em que o mercado dava sinais de saturação e de que não haveria espaço para tantas fábricas, a PSA Peugeot Citroën já fala em ampliar a fábrica de Porto Real (RJ), que opera em três turnos e no limite da capacidade produtiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Citroën do Brasil, o francês Jean Louis Orphelin, no cargo há um mês, diz que em 2010 - quando o primeiro carro da marca desenvolvido no Brasil começar a ser produzido - serão necessários novos investimentos para ampliação da fábrica, inaugurada em 2001. Naquele ano, as vendas somaram 1,6 milhão de veículos, volume que nos três anos seguintes despencou ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora detenha 2,5% do mercado brasileiro, a marca conta com aval da matriz francesa para novos investimentos, já que o Brasil é o mercado em que a Citroën mais cresce atualmente. As vendas este ano aumentaram 80%, enquanto na Rússia cresceram 45%, na China 12% e na França 5%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O segundo semestre será mais fraco, por isso apostamos que fecharemos o ano com aumento de 55%, ainda assim o mais alto do grupo", diz Orphelin. A expectativa é de vendas de 78 mil a 80 mil carros até dezembro.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/jcASnOEEI3o" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:11:07 +0000</pubDate>
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			<title>Carro zero fica mais barato em julho</title>
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			<description>&lt;strong&gt;Levantamento do Preço de Verdade mostra primeira queda do ano: o preço do carro zero caiu 0,41% no mês; no ano registra alta de 1,88% &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de quatro altas mensais seguidas, entre janeiro a abril, e de dois meses de estabilidade, o preço do carro ficou mais barato pela primeira vez no ano. Em julho os preços registraram uma queda de 0,41%, conforme apurou a pesquisa mensal da Agência AutoInforme, com cotação Molicar. O estudo é feito com base no Preço de Verdade, o preço realmente praticado no mercado. O resultado favorece ainda mais o consumidor, que busca a compra do carro zero. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe no gráfico, que mostra os índices mensais, que é clara a tendência de acomodação nos preços para o segundo semestre. A maior alta ocorreu em abril, mas foi seguida por dois meses de estabilidade e agora a queda de preço em julho. No acumulado do ano, entre janeiro a julho, o preço do carro acumula alta de 1,88%, resultado que fica bem abaixo da inflação medida pelo IPC da Fipe, que foi de 4,27% no período. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado da pesquisa mostra a maior queda de preço nos carros da Citroën que na média ficaram 1,17% mais baratos, seguidos pelos modelos da Peugeot com queda de 0,98%. Os carros importados da BMW tiveram queda média de 0,91%. Ford e Honda tiveram os preços reduzidos em 0,86% e 0,80%, respectivamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucas marcas fecharam o mês com os preços em alta. As maiores foram da Mercedes-Benz, Nissan e Jeep. Os carros da Mercedes subiram 0,98%, Nissan teve alta de 0,89% e a Jeep 0,54%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por modelo, o Honda Fit EX 1.5 com câmbio manual foi o carro que teve a maior queda de preço, ficando 4,63% mais barato. O preço caiu de R$ 54 mil para R$ 51,5 mil. O BMW 760iL teve o preço reduzido de R$ 587 mil para R$ 560 mil e foi o segundo na lista das maiores quedas de preço, seguida pelo Volvo XC 70 e o Chrysler 300C.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: Agência AutoInforme &lt;/em&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/TlHSG9LxL94" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:06:57 +0000</pubDate>
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			<title>Vendas em junho ampliam vantagem da Fiat no mercado</title>
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			<description>Com um novo recorde mensal de vendas – 68.763 veículos emplacados em julho – a Fiat foi novamente a marca líder no mercado automobilístico brasileiro, atingindo um volume acumulado de 404.649 automóveis e comerciais leves vendidos nos sete primeiros meses de 2008. O desempenho mensal da Fiat representa um crescimento de 11,4% em relação a junho e, no total do ano, de 26,4% sobre o mesmo período anterior. A participação da Fiat no mercado brasileiro é de 25,1%, com 53,9 mil unidades à frente do segundo colocado no “ranking” das montadoras. Os dados são do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), divulgados hoje (06/08) pela Anfavea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o volume de produção da Fiat no Brasil é recorde. Em julho, foram produzidas 69.558 unidades, elevando o total produzido no ano para 468.365 veículos, um crescimento de 18% sobre o período de janeiro a julho de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os modelos com maior destaque, o Fiat Stilo continua com vendas em alta. Em julho, foram emplacadas 1.924 unidades do modelo, com crescimento de 11% sobre junho. No acumulado do ano, as vendas somam 10.390 unidades, 53% acima do registrado no mesmo período de 2007. Também o Fiat Siena mantém a sua trajetória de crescimento. No ano, já são 60.214 veículos emplacados, 30% acima do volume vendido nos sete primeiros meses do ano passado. E o Fiat Punto, ao completar 12 meses de presença no mercado brasileiro, atinge a soma de 40.372 veículos vendidos, superando as expectativas de sucesso do modelo.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/iiQlzlSvDSs" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 20:17:57 +0000</pubDate>
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			<title>Leasing ultrapassa pagamento à vista na compra de veículos</title>
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			<description>&lt;strong&gt;No período, 66% das aquisições foram a prazo e as carteiras de Leasing e CDC atingiram R$ 129,8 bilhões &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo levantamento da Anef, Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras, o Leasing ultrapassou o CDC (Crédito Direto ao Consumidor) como opção de pagamento na aquisição de veículos no primeiro semestre de 2008. A modalidade atingiu 38% do total de veículos comercializados no período, contra 34% negociados à vista, 25% por meio de CDC e 3% por Consórcio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O saldo total das carteiras de CDC e Leasing para pessoa física apresentou crescimento de 43,6%, saltando de R$ 90,4 bilhões em junho de 2007, para R$ 129,8 bilhões no mesmo mês deste ano. Se analisadas separadamente, a carteira de Leasing aumentou 135,7%, passando de R$ 19,3 bilhões para R$ 45,5 bilhões. Já o saldo da carteira de CDC cresceu 18,6%, indo de R$ 71,1 bilhões para R$ 84,3 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As taxas de juros praticadas em junho de 2008 apresentaram pequena elevação em comparação ao mês anterior, chegando a 21,7% ao ano (1,65% ao mês). Em maio de 2008, os juros estavam em 21,27% ao ano (1,62%). Em junho de 2007, as taxas praticadas pelos bancos das montadoras atingiram 19,42% ao ano (1,49% ano mês). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A elevação de 0,25 pontos percentuais na taxa Selic frente a junho de 2007 refletiu nos juros praticados pelas instituições financeiras, que elevaram suas taxas um pouco acima da Selic. Este cenário, porém, não impactou nas vendas a prazo de veículos, que já são 66% do total comercializado”, afirma Luiz Montenegro, presidente da Anef. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os planos de financiamento (CDC) ofertados pelo sistema financeiro neste semestre apresentaram queda em relação ao segundo semestre do ano passado, quando atingiam prazos de até 84 meses. O plano máximo oferecido no 1º semestre de 2008 foi de 72 meses, o mesmo registrado no 1º semestre de 2007. Porém, enquanto na época o plano médio era crescente e atingia 39 meses, neste semestre o plano médio alcança 42 meses. “É importante ressaltar que desde fevereiro deste ano, os planos máximos e médios se mantêm estáveis, fruto de uma acomodação natural do mercado”, completa Montenegro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leasing &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carteira de Leasing para aquisição de automóveis (pessoa física e jurídica) cresceu 105,2% sobre o mesmo período de 2007, alcançando R$ 90,7 bilhões ante R$ 44,2 bilhões em junho do ano passado. O saldo das operações destinadas às pessoas físicas, de R$ 45,5 bilhões, ultrapassou pela primeira vez desde 2.000 o saldo das operações direcionadas às pessoas jurídicas, que alcançou R$ 45,2 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Inadimplência &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O índice de inadimplência acima de 90 dias para financiamento de veículos por meio de CDC apresentou leve queda em relação ao registrado em maio, chegando a 3,56% da carteira. Em junho de 2007 este valor estava em 3,23%. “A inadimplência registrada no período vem apontando um leve declínio, além de estar abaixo do índice de 7%, correspondente a inadimplência do total do crédito concedido à pessoas físicas”, ressalta Montenegro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: PrinterPress&lt;/em&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/z665sbvpHcg" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 21:35:19 +0000</pubDate>
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			<title>Inflação do Carro tem segunda menor alta do ano</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aumento dos preços de uso e manutenção do carro foi de apenas 0,26% em julho. Alta no ano é de 4,1% &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa notícia para o consumidor: o IMC, Índice de Manutenção do Carro, que mede o custo para o motorista andar e manter o seu carro, calculado pela Agência AutoInforme – mais conhecido com Inflação do Carro - fechou julho com alta de 0,26%, a menor desde fevereiro e a segunda menor do ano. O custo de manutenção ainda está elevado no ano, com alta acumulada de 4,10% (patamar próximo da inflação oficial do País), mas o fato positivo é o ritmo menor de aumentos, dando indícios de que o pior já passou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os preços dos combustíveis, que representam a maior parte do gasto do motorista, têm se mantido estáveis e no acumulado de janeiro a julho estão em queda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gasolina fechou julho com queda de 0,16% e entre janeiro a julho está 0,68% mais barata. O álcool chegou a impulsionar a alta de julho, ficando 1,1% mais caro, mas no acumulado do ano está custando 2,31% menos. Os estoques de álcool estão elevados e o período da entressafra, a partir de dezembro, não deve afetar de forma agressiva os preços na bomba. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator que indica uma provável estabilidade na Inflação do Carro é a queda de preço dos serviços, setor que mais subiu neste ano. Apesar de acumular alta de 8,24% de janeiro a julho, os serviços ficaram 0,51% mais baratos no mês passado, uma clara inversão da tendência de alta que vinha sendo observada no primeiro semestre. Por sua vez, as peças de reposição apresentam aumentos abaixo da inflação: o aumento foi de apenas 1,71% nos primeiros sete meses do ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O item da cesta de produtos e serviços que mais subiu no mês passado foi o filtro de ar, que ficou 7,1% mais caro. No acumulado do ano, no entanto, o filtro teve uma alta de apenas 5,67%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lona de freio, ao contrário (segundo item que mais subiu de preço em julho), subiu 5,39% no mês passado mas acumula aumento expressivo no ano: 35,9%. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: AutoInforme &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/FnyjQLvN5A8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 16:22:51 +0000</pubDate>
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			<title>Nissan inicia produção da Nova Frontier no Brasil</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nova Nissan, que vinha da Tailândia, passa a ser produzida no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Nissan do Brasil inicia em agosto a produção da Nova Nissan Frontier nacional. A linha de montagem de São José dos Pinhais (PR) foi preparada durante o mês de julho para receber os novos equipamentos e ferramentas para a fabricação do novo produto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.carz.com.br/images/stories/Nissan/Frontier/novafrontier.jpg" border="0" hspace="5" vspace="5" align="left" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Nova Nissan Frontier nacional será lançada até o final de 2008 e substituirá a Frontier SEL, importada da Tailândia, e as antigas versões da Frontier que deixam de ser produzidas no país. O utilitário Xterra também teve a produção descontinuada. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A Nova Nissan Frontier é mais um produto associado ao Plano SHIFT_mercosul”, afirma Thomas Besson, presidente da Nissan Mercosul. “É um veículo que reúne a tecnologia Nissan e toda a experiência da marca no desenvolvimento e fabricação de modelos off-road”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Besson complementa que os planos da Nissan para o Brasil são bastante promissores. “Além da produção nacional da Nova Nissan Frontier, até o final de 2009 produziremos localmente dois carros de passeio, posteriormente anunciaremos os projetos”, declara. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Nissan está investindo US$ 150 milhões no Brasil com base no Plano SHIFT_mercosul, que tem entre outros pilares, o crescimento da rede de concessionárias de 65 para 120 pontos em 2009.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/as93VL86CeM" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 13:24:56 +0000</pubDate>
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			<title>Vendas no Brasil fazem lucro mundial da Fiat crescer 6,5% no semestre</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/rGNR33lDk9Y/vendas-no-brasil-fazem-lucro-mundial-da-fiat-crescer-65-no-semestre.html</link>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fabricante italiana de veículos vendeu 1,2 milhão de unidades no mundo&lt;br /&gt;Crescimento no mercado brasileiro foi de 30,5%&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, com informações da Efe&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grupo Fiat fechou o primeiro semestre deste ano com lucro líquido de 1,073 bilhão de euros, aumento de 6,5% em relação ao mesmo período de 2007, graças em parte ao aumento de 30,5% nas vendas de automóveis no Brasil, informou nesta quarta-feira (23) a montadora italiana em comunicado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado da gestão ordinária aumentou 23,1%, até alcançar 1,897 bilhão de euros, e o faturamento cresceu 10,9%, até chegar a 31,992 bilhões de euros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O grupo comunicou que o endividamento estava em 510 milhões de euros em 30 de junho, em comparação aos 873 milhões de euros registrados no mesmo período do ano passado apesar dos gastos com a compra de ações ordinárias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Fiat Group Automobiles registrou aumento de 11,6% nas vendas de automóveis, tendo comercializado 1.208.300 unidades, sobretudo graças ao aumento de 30,6% no Brasil, enquanto houve queda de 6,8% na Itália e de 26,3% na Espanha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado da gestão ordinária para o Fiat Group Automobiles foi de 436 milhões de euros, 13,2% a mais do que na mesma época de 2007.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A filial de veículos industriais Iveco auferiu ganhos de 6 bilhões de euros, com crescimento de 12,5% frente ao primeiro semestre de 2007, e vendeu 117.097 veículos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nota acrescenta que estes resultados foram possíveis graças ao forte crescimento das vendas na América Latina (38,8%) e no Leste Europeu (38,6%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado da gestão ordinária da Iveco no primeiro semestre foi de 470 milhões de euros, expansão de 7,8%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O grupo automobilístico também divulgou separadamente o resultado do segundo trimestre, quando registrou lucro líquido de 646 milhões de euros, aumento de 3% em relação ao mesmo período de 2007.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado da gestão ordinária entre abril e junho avançou 19,6%, até alcançar 1,131 bilhão de euros, superando pela primeira vez em um trimestre a marca de 1 bilhão de euros. Além disso, o faturamento aumentou 12%, chegando a 16,967 bilhões de euros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Fiat explicou que, com estes resultados, cumprirá as metas anunciadas para 2008, de forma que o lucro líquido deverá se situar entre 2,4 bilhões e 2,6 bilhões de euros no final do ano. Além disso, o resultado da gestão ordinária ficará entre 3,4 bilhões e 3,6 bilhões de euros e a receita será de 63 bilhões de euros. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/rGNR33lDk9Y" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 17:26:50 +0000</pubDate>
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			<title>Preço do carro usado sobe 1% no semestre</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Distorção é causada pela grande procura. É a primeira valorização dos últimos quatro anos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O carro usado ficou 1% mais caro nos primeiros seis meses do ano, conforme apurou a pesquisa mensal da Agência AutoInforme, que acompanha a evolução do mercado com base na cotação da Molicar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A alta apurada ainda é pequena e bem abaixo da inflação, mas é importante do ponto de vista de mudança da tendência dos preços: o resultado do semestre mostra um cenário bem diferente daquele registrado no ano passado, quando o preço do carro usado seguia em queda acentuada. No mesmo período de 2007, o preço do usado acumulou queda de 5,1%. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde 2004 não era registrado aumento de preço de carro usado. Isso mostra que o setor está aquecido. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mercado funciona assim: as vendas de novos crescem e a maioria dos compradores de carros novos dá o seu usado como parte de pagamento. Isso faz com que o volume de oferta de usados aumente. Ora, se mesmo com tanto carro usado no mercado o preço continua subindo, é sinal de que a procura está muito grande, que as camadas mais baixas da população também estão estimuladas a comprar um carro graças ao aumento do poder aquisitivo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O comportamento dos preços dos carros usados é bastante distinto quando separamos os modelos nacionais dos importados. Considerando apenas os carros nacionais a alta é mais expressiva, 1,81%. Já os preços dos importados estão em forte queda: -5,55% no período de janeiro a junho. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por marca, as diferenças também são grandes. Os carros da Fiat foram os que mais subiram de preço no semestre, alta de 8,51%. Em seguida vieram os da Ford, que ficaram 7,13% mais caros. Os veículos Mercedes subiram 2,82% e os Chevrolet 1,30%. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os carros da Renault, Toyota, Citroën , Honda e Audi fecharam o semestre mais baratos. Veja na tabela a evolução dos preços por montadora no semestre. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Junho &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em junho o preço do usado fechou praticamente estável, com queda de 0,08% na média. Os nacionais tiveram leve alta de 0,04% e os impostados fecharam o mês com queda de 0,42%. O estudo da AutoInforme acompanha mês a mês a evolução do preço do carro usado e avalia os preços dos modelos fabricados entre os anos 1999 a 2008. No total são mais de quatro mil cotações de carros e comerciais leves, usados e importados. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/93VUA0N_9xM" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 18:02:02 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Restrição para caminhões impulsiona venda de comerciais leves</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Picapes, furgões e caminhonetes ajudam a 'driblar' restrição paulista.&lt;br /&gt;Somente na primeira quinzena de julho, os emplacamentos subiram 2,49% no Brasil.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Picapes, furgões e caminhonetes viraram a melhor opção de compra para os consumidores que precisam 'driblar' a restrição de circulação de caminhões na cidade de São Paulo. A mudança do perfil de compra já é refletida no desempenho do setor. De acordo com balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), na primeira quinzena de julho foram vendidas 21.188 unidades de comerciais leves, crescimento de 2,49% sobre igual período de junho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A restrição para caminhões em São Paulo, além de forçar a renovação de frota, faz com que as empresas que trabalham com transporte de cargas comprem um volume maior de veículos menores, para compensar a capacidade de transportado de um caminhão grande. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na quinzena, as picapes pequenas somam 6.421 unidades vendidas — o modelo mais procurado é o Fiat Strada (3.187) — e as grandes acumulam 4.316 unidades emplacadas, com liderança da Chevrolet S10 (1.247). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na categoria furgões a tendência de alta é a mesma, com 3.201 unidades vendidas até agora, segmento liderado pela Volkswagen Kombi (1.267) e o Hyundai HR (714). Já os furgões pequenos somam 1.111 unidades, vendas puxadas pelo Fiat Fiorino (959). Também foi registrada a venda de 6.056 utilitários esportivos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A expansão do segmento era prevista pelo presidente da Fenabrave, Sérgio Reze, ao fechar o levantamento de junho. O representante das revendedoras acredita que o mês de julho irá registrar um crescimento significativo nos emplacamentos dos veículos utilizados comercialmente, em função da lei que passou a vigorar neste mês. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Caminhões pequenos &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;De acordo com o diretor de vendas da Iveco, Alcides Cavalcanti, as vendas do caminhão pequeno Daily 35S14 — que está no segmento de 2,8 t PBT (Peso Bruto Total), 3,49 t PBT — já aumentou 30%. Com o aumento da demanda, a programação de entrega varia de 30 a 45 dias. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Essa lei faz a alteração em planejamento de muitas empresas e força a renovação da frota. E isso reflete nas empresas de todo o Brasil, que atuam em São Paulo. Além disso, a tendência é que a lei se estenda ao longo dos próximos meses para outros grandes centros, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife etc”, prevê Cavalcanti. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marcas asiáticas&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Por causa do aquecimento econômico, a expansão dos chamado comerciais leves é observada desde o início do ano.  O resultado foi um volume recorde de vendas no primeiro semestre deste ano, de 228.656 unidades. De acordo com a Fenabrave, o recorde anterior havia sido o do primeiro semestre do ano passado, quando 153.632 unidades foram emplacadas, ou seja, o crescimento em 2008 chega a 48,8%. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Somente a faixa que abrange os veículos de 2,8 t PBT a 3,49 t PBT registrou alta de 181% no primeiro semestre, passou de 4.011 unidades, em 2007, para 11.275. Resultado bem acima do crescimento total da venda de caminhões, de cerca de 30%. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Alcides Cavalcanti, o aumento da procura de veículos como Daily, Bongo e HR também é justificado pela migração de consumidores de Kombi e Fiorino, que passaram a adquirir produtos com maior valor agregado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;E é justamente nesse nicho de mercado que as marcas asiáticas passaram a liderar: a Hyundai tem 53,6% de participação e a Kia Motors, 15,5%. O Kia Bongo, por exemplo, teve crescimento de 244% no primeiro semestre deste ano, segundo a fabricante, com 477 unidades vendidas. Já o Hyundai HR teve 6.045 unidades emplacadas de janeiro e junho deste ano. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A vez dos chineses&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Chana e Effa Motors colocam no mercado opções mais baratas de vans, furgões, picapes e caminhonetes e já ganham participação no mercado. O Chana Chagan registrou a venda de 221 unidades no acumulado e, agora, conta com a participação de 2,04% na categoria furgões pequenos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso da Effa Motors, que apostava na venda de furgões e vans, a surpresa foi a maior procura pela versão picape do modelo ULC. “Sem dúvida a nova lei ajuda a impulsionar as vendas desse tipo de produto”, afirma o diretor-superintendente da empresa, José Geraldo Sampaio Moura. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A perspectiva é tão positiva, que a Effa pretende trazer até o final do ano mais dois produtos para atender o segmento: um caminhão pequeno, para competir com o Hyundai HR, e uma picape cabine dupla.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/AdvKDAsb7Ts" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 15:30:51 +0000</pubDate>
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			<title>Toyota confirma a Lula criação de nova fábrica em Sorocaba</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Montadora anunciou decisão nesta terça-feira (15) ao presidente Lula&lt;br /&gt;Investimento estimado é de aproximadamente US$ 700 milhões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em Brasília&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, informou nesta terça-feira (15) que a Toyota construirá uma nova fábrica no Brasil. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A unidade será em Sorocaba (SP) e produzirá um veículo de pequeno porte, que ainda será lançado pela montadora nos próximos anos. A decisão foi comunicada pelo presidente da Toyota no Mercosul, Shozo Kasebe, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o ministro, a nova fábrica será capaz de produzir cerca de 150 mil automóveis no final do seu primeiro ano de operação. “Serão gerados 2.500 empregos diretos e cerca de 12.000 mil indiretos. A produção será destinada principalmente para a exportação”, revelou o ministro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As obras começam em 2009 e o início da produção em 2011. A Toyota já tem uma fábrica no Brasil, em Indaiatuba (SP), onde produz o Corolla. O presidente pediu aos dirigentes da Toyota que direcionem suas exportações principalmente para a América do Sul e a África. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes de escolher Sorocaba, a Toyota se reuniu com os governos da Bahia e do Rio de Janeiro para ouvir suas propostas. Contudo, a empresa preferiu privilegiar a logística de fornecedores e transporte de São Paulo, que detém um grande centro automobilístico.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/yrjT8HrxVvo" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 18:43:37 +0000</pubDate>
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			<title>Honda Automóveis cresce 52% no primeiro semestre de 2008</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empresa atingiu 55.569 unidades emplacadas nos primeiros seis meses do ano e comprova bom desempenho no concorrido setor automotivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O fechamento semestral do concorrido setor automotivo nacional registrou mais um número histórico nesses mais de dez anos de atuação da Honda Automóveis. A empresa atingiu a expressiva marca de 55.569 unidades emplacadas no acumulado entre janeiro e junho, o que significou acréscimo de 52,2% em comparação com o mesmo período de 2007 (36.519 unidades vendidas). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Parte desse bom desempenho se deve à crescente aceitação do New Civic pelo público nacional. Líder absoluto em sua categoria, o sedã médio da Honda teve mais de 31 mil unidades vendidas no primeiro semestre. Junho, por exemplo, foi o segundo melhor mês em vendas do veículo (5.409 unidades) em 2008. Até o momento, é o 12º automóvel mais comercializado no país. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outros modelos vendidos no país também tiveram alta em comparação com os seis primeiros meses do ano passado. Com 21.667 unidades comercializadas, o monovolume Honda Fit cresceu 41,5% e se manteve entre os mais emplacados de sua categoria. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os importados, a Honda também deu salto no gráfico de vendas. Exemplo disso é o Honda CR-V. A versão EXL, ou 4 x 4, teve 20,4% de aumento. Já a versão 4 x 2 (LX 2WD), lançada recentemente, acumula 1.224 unidades emplacadas num espaço de apenas quatro meses. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A oitava geração do Honda Accord ganha cada vez mais espaço. A versão EX V6, considerada como top linha, atingiu 450 unidades vendidas nesse período. Esse número representou mais de 200% de crescimento em comparação com o primeiro semestre de 2007. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/7TjLVDt44aQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 19:01:00 +0000</pubDate>
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			<title>Fiat reduz preço da Idea e de kit da família Palio</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt; background: #f4f4f4; color: #444444; font-family: Tahoma"&gt;&lt;strong&gt;Fiat Automóveis anuncia redução de preço para toda a linha Idea e também para o opcional Kit Elétrico que equipa a família Palio&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt; background: #f4f4f4; color: #444444; font-family: Tahoma"&gt;A Fiat anunciou uma redução de até R$ 1.700 reais no preço do Idea e de até 43% do valor do kit elétrico que equipa os modelos Palio, Siena, Palio Weekend e Strada. A versão ELX 1.4 do Idea teve uma redução de R$ 1.000 e passou a custar R$ 42.180; a HLX 1.8 está R$ 1.500 mais barata, e agora está sendo vendida por R$ 50.840; a top de linha Adventure Locker ganhou o mais desconto, de R$ 1.700, e passou a custar R$ 55.250.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt; background: #f4f4f4; color: #444444; font-family: Tahoma"&gt;Composto de vidros elétricos dianteiros, travas elétricas e trava automática das portas a 20 km/h, o Kit Elétrico que equipa os modelos Palio, Siena, Palio Weekend e Strada ganhou uma redução em seu preço, que varia de 39% a 43%, dependendo do modelo. Por exemplo: a redução no preço do Kit Elétrico do Palio Weekend Trekking foi de R$ 550,00 (42,97% a menos), passando de R$ 1.280,00 para apenas R$ 730,00.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt; background: #f4f4f4; color: #444444; font-family: Tahoma"&gt;Além do desconto, agora os vidros elétricos passam a contar com as funções one-touch e antiesmagamento, muito importantes para a segurança dos ocupantes do veículo (não disponíveis para as versões Fire).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/Xq-2N8V-eic" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 13:41:40 +0000</pubDate>
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			<title>Vendas do Sandero e Logan fazem Renault subir no ranking</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Montadora fecha o semestre como líder de vendas entre as 'newcomers'.&lt;br /&gt;Fiat lidera o ranking geral da Fenabrave, seguida por VW, GM e Ford.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças ao sedã Logan e ao hatch Sandero, a Renault foi a montadora que mais ganhou posições no ranking das vendas de automóveis do primeiro semestre de 2008, divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os números registraram um novo recorde da indústria automobilística nacional, com 1.338.078 unidades (crescimento de 30,16% em relação ao mesmo período de 2007).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Renault, que chegou a amargar o sétimo lugar no fechamento do ano passado (com 69.907 unidades – 3,54% de participação), subiu para quinto no semestre (com 58.612 unidades – 4,38%). A liderança é da Fiat (335.815 – 25,10%), seguida pela Volkswagen (290.060 – 21,68%), GM (287.372 – 21,48%) e Ford (126.376 – 9,44%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois da Renault, completando as dez primeiras montadoras, vêm: Honda (55.566 – 4,15%), Peugeot (41.238 – 3,08%), Toyota (34.566 – 2,58%), Citroën (34.437 – 2,57%) e Hyundai (21.248 – 1,59%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a boa aceitação dos modelos desenvolvidos pela Dacia (subsidiária romena da Renault) e fabricados na planta de São José dos Pinhais (PR), a montadora de origem francesa se consolidou na liderança entre as “newcomers” – como são chamados os fabricantes instalados no país a partir dos anos 90.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lançado há um ano, o Logan conquistou admiradores graças à funcionalidade e, principalmente, ao amplo espaço interno (o maior da categoria). Mesmo com um design antiquado, que acaba de ser reformulado na Europa, o sedã deu novo fôlego à montadora – que caminhava a passos lentos por causa da baixa aceitação do sedã Mégane e do envelhecimento da linha Clio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Comparado aos best sellers do segmento, o Logan ainda está longe: vendeu 19.348 unidades no primeiro semestre, contra 50.650 do Fiat Siena (o Corsa Sedan lidera com 69.165 unidades, mas a GM soma as vendas do novo e do antigo modelo, rebatizado de Classic). Mas, para se ter uma idéia da façanha do Logan, o modelo francês ultrapassou o Fiesta Sedan (18.473).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a chegada do Sandero, no final de 2007, a Renault ganhou ainda mais força na busca pela liderança entre as “newcomers”. E o hatch, construído na mesma plataforma do Logan, repetiu o relativo sucesso. Vendeu 18.473 unidades de janeiro a junho e chegou a ultrapassar o terceiro colocado, o Chevrolet Corsa (23.346) no mês de maio. Os mais vendidos são o Volkswagen Fox (incluindo o CrossFox, 60.763) e o Ford Fiesta (28.588).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Sandero foi o quarto de um total de seis novos modelos que serão lançados pela Renault até o final de 2009: os três primeiros foram Mégane, Mégane Grand Tour e Logan. Essa estratégia da montadora contou com um investimento de US$ 360 milhões no Brasil, dos quais US$ 230 milhões somente na plataforma B0, que além do Logan e do Sandero, ainda terá um novo modelo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/ALGJcvjY05A" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 14:22:48 +0000</pubDate>
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			<title>Manter um carro está 3,83% mais caro</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Índice de junho (+ 0,89%) foi o maior do ano, mas álcool e gasolina tiveram queda de preço no ano.&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O motorista está gastando 3,83% a mais este ano (em relação ao primeiro semestre do ano passado) para colocar combustível, fazer a manutenção e pagar seguros e impostos. A Inflação do Carro, medida pela Agência AutoInforme, teve aumento expressivo este ano em relação ao primeiro semestre do ano passado: de janeiro a julho de 2007 os preços para o motorista andar e manter o seu carro subiu 2,48%, 1,35 ponto percentual a menos que neste ano. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O combustível - item mais importante da cesta de produtos e serviços da Inflação do Carro - com 32% de participação – desta vez não foi o responsável pelo aumento dos preços. Ao contrário, álcool e gasolina fecharam o semestre com queda de preço. A gasolina ficou 0,52% mais barata e o álcool teve queda de 3,37%. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Várias peças e serviços, no entanto, tiveram aumentos expressivos de janeiro a junho, caso da lona de freio, que subiu 28,9%. Além da lona, mais cinco itens subiram mais de 20% no semestre, como balanceamento de rodas e bateria. Outros cinco subiram mais de 10%, entre eles o estacionamento, a lavagem e o óleo do motor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Historicamente, no entanto, o índice não é recorde. No primeiro semestre de 2004 Inflação do Carro chegou a 6,16% (o índice é apurado desde 2003). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar da grande alta, o índice caminha próximo ao da inflação oficial. O IPC – Índice de Preços ao Consumidor, que mede a inflação no varejo em São Paulo, medida pela Fipe, acumula alta de 3,91% no período de janeiro até a terceira quadrissemana de junho. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Filtro e correia, as maiores altas no mês &lt;br /&gt;Em junho, a Inflação do Carro teve a maior alta do ano, com + 0,89%, impulsionada principalmente pelo aumento do preço da correia dentada e do filtro de combustível. A correia subiu 8,39% e o filtro de combustível 8,33%. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alguns dos itens que mais subiram no ano &lt;br /&gt;Lona de freio                         28,92% &lt;br /&gt;Balanceamento                      24,63% &lt;br /&gt;Bateria                                 20,45% &lt;br /&gt;Estacionamento                    16,67%&lt;br /&gt;Lavagem simples                   11,21% &lt;br /&gt;Óleo motor                          10,78% &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: AutoInforme.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os três itens que mais subiram em junho &lt;br /&gt;Correia dentada                       8,39% &lt;br /&gt;Filtro de combustível                8,33% &lt;br /&gt;Limpeza do bico injetor            6,90% &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: AutoInforme.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/rlXpuHkUrq4" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 14:09:19 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Venda de carros tem o melhor primeiro semestre da história</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/oR-Y1M6gUvA/venda-de-carros-tem-o-melhor-primeiro-semestre-da-historia.html</link>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Crescimento foi de 30,16% em relação ao mesmo período de 2007. &lt;br /&gt;Modelo antigo do Gol segue sendo o carro mais vendido do país.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A venda de carros teve o seu melhor primeiro semestre da história da indústria automobilística nacional, segundo dados apresentados nesta quarta-feira pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). De janeiro a junho foram comercializadas 1.338.078 unidades - um crescimento de 30,16% em relação ao primeiro semestre de 2007, quando foram vendidas 1.028.043 unidades. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foi também o melhor mês de junho da indústria no que diz respeito à venda de automóveis e comerciais leves. Foram emplacados no mês 242.880 unidades, um aumento de 5,62% em relação a maio, quando foram comercializadas 229.961 unidades. Os números mostram que as vendas continuam com mesmo ritmo, uma vez que maio teve menos dias úteis que abril, e refletem uma estabilidade mês a mês neste patamar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em relação a junho de 2007, o crescimento da venda de carros foi de 28,65%. Em junho de 2007 teve 188.786 unidades vendidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na disputa entre as montadoras, a Fiat manteve a liderança, com 23,9% do mercado brasileiro de veículos leves - 335,8 mil unidades -, seguida por Volkswagen (22,1%), GM (20,4%) e Ford (9,7%). Em seguida aparece a Renault com 4,2%, seguida por Honda (3,9%), Peugeot (2,9%), Toyota (2,5%) e Citroen (2,4%).  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Veículos em geral&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Somando-se estes números às vendas de caminhões, motos e ônibus, a comercialização de veículos apresenta um crescimento de 27,24% em relação ao primeiro semestre de 2007. No total, de janeiro a junho, foram emplacadas 2.405.212 unidades - número bem superior ao de 1.890.313 unidades do primeiro semestre de 2007. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já em relação a junho de 2007, as vendas de veículos em geral subiram 31%. Foram 439.624 unidades no mês - em junho de 2007 havia sido vendidass 335.461 unidades. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Motos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No mercado de motos, já foram vendidas 951.151 unidades de janeiro a junho, quase o mesmo de número de automóveis, que teve 1.109.422 unidades. O crescimento de motos no acumulado é de 23,33%. Quem não tem dinheiro para comprar um carro popular está optando pelas motos. &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Veja os 10 carros mais vendidos em junho/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1°) VW Gol - 24.473 unidades &lt;/p&gt;&lt;p&gt;2°) Fiat Palio - 20.281 unidades &lt;/p&gt;&lt;p&gt;3°) Corsa Sedan - 13.036 unidades &lt;/p&gt;&lt;p&gt;4°) Fiat Uno - 12.458 unidades &lt;/p&gt;&lt;p&gt;5°) GM Celta - 12.201 unidades &lt;/p&gt;&lt;p&gt;6°) VW Fox/CrossFox - 9.480 unidades &lt;/p&gt;&lt;p&gt;7°) Fiat Siena - 8.633 unidades &lt;/p&gt;&lt;p&gt;8°) Ford Ka - 6.712 unidades &lt;/p&gt;&lt;p&gt;9°) Fiesta Hatch - 5.662 unidades &lt;/p&gt;&lt;p&gt;10°) Honda Civic - 5.409 unidades &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/oR-Y1M6gUvA" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 15:55:42 +0000</pubDate>
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			<title>Honda atinge a marca de meio milhão de veículos fabricados no Brasil</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Unidade instalada em Sumaré, interior de São Paulo, é responsável pela produção do New Civic, Civic Si e Honda Fit&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma década depois de iniciar a fabricação de automóveis em solo brasileiro, a Honda comemora a produção de 500 mil veículos, mais uma marca histórica entre muitas alcançadas em sua trajetória no País.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O primeiro modelo produzido na Unidade Sumaré, no interior do Estado de São Paulo, foi o Civic, em setembro de 1997. Em abril de 2003 foi a vez do monovolume Honda Fit. Naquela época, além de abastecer o mercado brasileiro, a fábrica exportava seus produtos para países da América do Sul, como Argentina, Peru e Chile (atualmente as exportações são direcionadas também para outras localidades da América Latina, inclusive o México).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2006, para acompanhar a demanda por modelos bicombustíveis, a Honda Automóveis lançou no Brasil versões flex fuel do New Civic e do Honda Fit. Tal medida impactou positivamente no desempenho da empresa, garantindo 27% de crescimento ao final de 2007.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 1997, quando abriu suas portas, a Unidade Sumaré possuía capacidade produtiva de 15 mil unidades por ano, número ampliado gradualmente até alcançar 100 mil veículos no ano passado, quando foi finalizada uma série de obras de expansão iniciada em janeiro de 2006. Atualmente, a Honda Automóveis do Brasil tem capacidade para fabricar 137.600 unidades ao ano, incluindo as exportações, trabalhando em três turnos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A partir do próximo mês de agosto, a fábrica de Sumaré passará a produzir 650 veículos por dia. Hoje, são 550 automóveis diariamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Power Train&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O acréscimo previsto em sua produção será possível graças à inauguração, em maio, do Power Train, Unidade responsável pela fabricação de motores e transmissões e que possui dois dos principais processos: fundição e usinagem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Localizado numa área de 13.500 m2, o setor tem capacidade para produzir 12.500 unidades mensais, em três turnos de trabalho. Esse número deverá aumentar num curto espaço de tempo. Para o segundo semestre de 2009, está prevista a instalação da 2ª linha de blocos e cabeçotes. Desta forma, ampliará suas instalações para 17.000 m2 e a capacidade produtiva subirá para 16.300 mil unidades/mês. Essa expansão também se deve ao inicio, no mesmo ano de 2009, das atividades da fábrica de automóveis da Argentina. A nova área consumiu investimentos na ordem de R$ 130 milhões.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/1ZyurwmO-Es" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 20:35:13 +0000</pubDate>
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			<title>Preço do carro zero subiu 2,29% este ano</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Depois de quatro aumentos seguidos, o preço do carro se mantém estável em maio. Alta até agora é de 2,29%&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde o início do ano o preço do carro zero tem subido mês a mês, numa mostra de que a grande procura tem provocado falta de produto no mercado. Mas em maio o ritmo de crescimento se arrefeceu, na verdade o índice apurado em maio foi negativo, de - 0,03%, conforme pesquisa mensal da Agência AutoInforme, que acompanha mês a mês a evolução do Preço de Verdade do carro (realmente praticado) com base na cotação da Molicar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A notícia vem em boa hora, principalmente porque a pesquisa do mês anterior registrou a maior alta dos últimos 32 meses: o resultado de maio dá um refresco no bolso do consumidor num momento importante, de mercado aquecido. No acumulado do ano o preço do carro zero está 2,29% mais caro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A marca Volvo, que só tem modelos importados, foi a que mais subiu de preço em maio, mas foi um caso isolado, pois o preço da maioria das marcas de importados caiu. Além da Volvo, apresentaram aumento de preço no mês os modelos da Renault, com alta de 0,64%, seguidos pelos da Volks, que subiram em média 0,51%, e os da Ford, com alta de 0,27%. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na outra ponta, a maior queda foi dos carros da Chrysler, que ficaram quase 2% mais baratos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja a tabela com a evolução média dos preços das marcas vendidas no Brasil. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por modelo, a van Master L2H1 2.5 DCI da Renault foi a mais subiu, com alta de 6,87%, passando R$ 67 mil para R$ 71,6 mil. O Clio sedã Authentique 1.0 flex, da Renault, ficou 5,97% mais caro: o preço subiu de R$ 33,5 mil para R$ 35,5 mil. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/rlgAgg_qpFA" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 17:39:44 +0000</pubDate>
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			<title>Ford pára fábrica de utilitários nos EUA por nove semanas</title>
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			<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;É a planta de Michigan, que produz o Lincoln Navigator e o Ford Expedition.&lt;br /&gt;O portão será fechado nesta segunda (23) até o dia 25 de agosto.&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do G1, em São Paulo, com informações da Reuters&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Ford fechará, temporariamente, uma de suas fábricas nos Estados Unidos que monta grandes utilitários esportivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida provisória, que irá durar nove semanas, é motivada pela queda na demanda por esses veículos em meio a um cenário de disparada nos preços da gasolina no país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A fábrica em Michigan, que produz os modelos Lincoln Navigator e Ford Expedition, vai parar suas atividades a partir desta segunda-feira (23) até 25 de agosto, informou um porta-voz da Ford.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Temos visto menos demanda nos mercados de grandes picapes e utilitários esportivos agora", disse o porta-voz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tanto o Navigator quanto o Expedition estão entre os maiores SUVs da Ford. As vendas do primeiro caíram 37% em maio, enquanto as vendas do segundo despencaram 43% no período.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/TSKGEghXv6M" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 21:03:09 +0000</pubDate>
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			<title>Nissan anuncia recall para veículos Sentra fabricados em 2007</title>
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			<description>&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/j9M1K2Fpe5Q" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 14:04:28 +0000</pubDate>
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			<title>Honda inaugura nova área para produção de motores em Sumaré (SP)</title>
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			<description>&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/MsXOCpf5lD4" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 17:56:17 +0000</pubDate>
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			<title>Venda de carros usados cresce 46,57% em SP em maio</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/hQLcerrmdnc/venda-de-carros-usados-cresce-4657-em-sp-em-maio.html</link>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 17:40:19 +0000</pubDate>
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			<title>Maio registra queda na produção de veículos, diz Anfavea</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 14:35:28 +0000</pubDate>
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			<title>Inflação do Carro é de 0,38% em maio</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 14:15:09 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Governo de São Paulo vai liberar R$ 6,8 bilhões para montadoras</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 14:12:26 +0000</pubDate>
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			<title>Tata Motor completa aquisição da Jaguar Land Rover</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 19:34:22 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Honda Fit atinge 200 mil unidades produzidas no Brasil</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 27 May 2008 15:19:58 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Carro zero tem a maior alta de preço em quase três anos</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Tue, 20 May 2008 15:00:01 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>GM espera vendas até 30% maiores no Brasil este ano</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 19 May 2008 19:22:44 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Peugeot Citroën e Mitsubishi criam empresa para fabricar carros na Rússia</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 19 May 2008 15:47:51 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Honda bate recorde de emplacamentos em abril</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 12 May 2008 16:39:42 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Carro Tucson será produzido no Brasil</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/dGJX6UGf7yA/carro-tucson-serroduzido-no-brasil.html</link>
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			<description>&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/dGJX6UGf7yA" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 12 May 2008 16:20:18 +0000</pubDate>
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			<title>Citroën anuncia recall de modelos C3</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Mon, 12 May 2008 15:35:16 +0000</pubDate>
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			<title>Preço dos veículos pode subir com reajuste do aço</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 09 May 2008 18:13:09 +0000</pubDate>
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			<title>Leasing representa 35% do total de veículos comercializados no primeiro trimestre</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 09 May 2008 14:35:52 +0000</pubDate>
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			<title>Indústria alcança produção recorde de 300 mil veículos em abril</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 09 May 2008 14:31:53 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Volkswagen amplia produção de motores</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Fri, 09 May 2008 14:29:04 +0000</pubDate>
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			<title>Inflação do Carro tem a maior alta do ano</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 07 May 2008 16:49:05 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>GM fecha 1º trimestre com prejuízo de US$ 3,25 bilhões</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 11:08:20 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Volvo anuncia recall do XC70 no Brasil</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 10:27:30 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Toyota passa GM e assume liderança na fabricação de carros</title>
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			<author>martinelli@carz.com.br (CarZ)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 18:19:40 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Chrysler e Nissan confirmam novo acordo de cooperação</title>
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			<author>rogerio@carz.com.br (Rogerio Martinelli)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 17:42:15 +0000</pubDate>
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			<title>Porsche compra Volkswagen e Scania</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~3/XotyYQxGZ1A/porsche-compra-volkswagen-e-scania.html</link>
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			<description>&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasDoMercadoCarZ/~4/XotyYQxGZ1A" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<author>rogerio@carz.com.br (Rogerio Martinelli)</author>
			<category>Mercado</category>
			<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 17:40:16 +0000</pubDate>
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